quarta-feira, 6 de junho de 2018

Polémica do momento: todo um drama, uma tragédia, porque os mais pequenos, alunos, não sabem apontar Portugal num mapa

Se nos formos concentrar nos adultos, diria que muitos nem sequer sabem a diferença entre UK e USA, alguns até acham que a Europa fica na Ásia. Portanto, talvez fosse melhor não criticar os mais pequenos mas talvez criticar o sistema de ensino, ou até iria mais longe, que tal começar a fazer provas de aferição aos pais dos mais pequenos? - é uma ideia...

(dou um exemplo, ontem à noite dei um salto à box, entretanto parei por breves minutos num programa que falava das noivas de Santo António, vai que um dos noivos, homem muito novo, escreve num género de cartaz para enunciar uma qualidade da noiva, isto: "altroista" - está tudo dito)

Entretanto é ver este vídeo.Vale a pena.
Ali ao minuto 6:50 a bebé de 2 anos aponta Portugal no mapa sem hesitar.


16 comentários :

  1. A muito caríssima Maria inspirou-se, não tenho dúvida, ao escrever este texto, abordando um tema muito interessante.
    Ó caríssima e ilustre companheira da blogosfera, como poderei censurar o homem que escreveu "altroista" se, por exemplo, António Lobo Xavier diz, com frequência, "tamém" em vez de também. Basta ver o 'Quadratura do Círculo' (SIC Notícias às 5ªs) e ficar atento.
    Poderia eu e na mesma onda apontar o dedo ao nosso presidente da República que igualmente com frequência diz "quer dEzer" em vez de quer dIzer.
    Obviamente não acredito que haja por aqui iliteracia , longe disso. Mas acho que deveriam ter mais cuidado.

    Vou lanchar, apetece-me ingerir calorias. Farei bem?
    Beijinho para si.
    Talvez fosse boa ideia apostar forte no ensino. Em casa e na escola, dois locais excelentes para se aprender. Estou naturalmente a partir do princípio que existem pessoas que têm a sabedoria no lugar e são capazes de exercer as suas funções.


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    1. Vamos focar-nos no tema do texto propriamente dito, caro Observador. esta polémica centra-se no facto de existir muita gente indignada porque alunos do ensino básico não sabem apontar Portugal num mapa, eu não percebo a razão da indignação tendo em conta que se formos avaliar alguns pais, esses mesmos pais só ensinam aos filhos todos os nomes dos jogadores de futebol do clube x e do y também, mas estão-se completamente nas tintas para abrir um Atlas - se é que existe tal coisa lá em casa - e conversar com os filhos. Ensinar determinadas coisas não passa só pela escola, também passa por casa. A vida familiar também tem um papel fundamental nestas situações, penso eu que ainda guardo do tempo de escola três Atlas, um oferecido pelos meus pais e os outros dois oferecidos por amigos dos meus pais em aniversários. E garanto-lhe que não estão nada novos, novos no sentido de que não existiram só para enfeitar a estante, foram consultados muitas vezes, daí algumas folhas fora do sítio. Um dia alguém irá herdar estas preciosidades :)

      Grave é existir gente que neste momento está quase a casar, são novos, portanto irão ter filhos, não sei, mas talvez sim, e se for por aí um pai que dá erros ortográficos daquela maneira, será um pai que não consegue corrigir os seus filhos quando se der o caso de acontecer um erro ortográfico lá nos trabalhos de casa. Foi isto que quis transmitir quando fui buscar o exemplo da palavra "altroista" escrita desta maneira pelo tal pai ainda novo e não escrito como deve ser, ou seja, altruísta.

      Vale a pena ler um texto do jornal Observador, muito completo, rigoroso, sério, sobre as provas de aferição.
      Este: https://observador.pt/especiais/provas-de-afericao-onde-falham-os-alunos-quando-e-preciso-raciocinar/

      Diz a autora do texto só para começar: "Os relatórios das provas de aferição, que acabam de ser revelados, mostram que a grande dificuldade dos alunos do Básico surge quando é preciso raciocinar, argumentar e relacionar conceitos". Agora ironizando um pouco, não percebi se a autora se está a referir a alunos do básico, ou a gente muito crescida, adulta mesmo, é que não se percebe realmente ;)

      Tenha um (resto) de boa tarde, caro Observador.

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    2. Tem razão, cara Maria.
      Também gostava de perceber em que registo é feito o que a citada jornalista escreve.
      Um aspecto fundamental, o da dificuldade de argumentar e relacionar contextos, é frequente. E, digo eu, quer em adultos quer em jovens.

      Enfrentemos o resto desta 4ª feira cinzentona com alguma esperança em dias melhores.
      Amanhã é outro dia.

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    3. Mas o caro Observador leu o artigo? É que acho que vale a pena ler.

      Entretanto deu-me para ler alguns comentários ao artigo e resolvi arrastar este:
      "O eduquês conseguiu finalmente o seu objetivo: estupidificar as crianças de modo a criar adultos acéfalos, consumidores de casas com segredos e sonhos de futebóis de milhões. O facilitismo não era apenas para sossegar os paizinhos angustiados com o grau de exigência sobre as suas preciosas crias, o facilitismo é o modo de garantir a perpetuação da nulidade no poder."
      (Tiago Serra)

      E também este:
      "Factos: ausência de hábitos de leitura, ausência de escrita autónoma (cada vez mais os exercícios são de escolha múltipla), os meninos não gostam de ler, não gostam de escrever, gostam de copiar textos da internet, a informação está lá toda e, por conseguinte, não vale a pena ler/estudar...Nas aulas segue-se com ansiedade o relógio, matando-se o tempo com qualquer pretexto para não se trabalhar... Os pais dos meninos acham que eles têm razão, a escola é uma seca e os meninos devem fazer o que gostam para "aprenderem a aprender", de preferência com o telemóvel na mão 14 horas por dia. Os professores, confrontados com desautorização progressiva e pressão para o sucesso a todo o custo lá vão entrando no facilitismo, para satisfazer as clientelas; alunos e famílias, que acham que o "sucesso" vem antes do "trabalho", como acontece do dicionário. É o que temos, mas ninguém quer ouvir "quem sabe da poda". É a educação do século XXI para enganar papalvos, como se os grandes empreendedores deste século não tivessem adquirido na escola as competências básicas de leitura, interpretação e escrita e não pusessem hoje os seus filhos a estudar nas melhores escolas, longe deste eduquês fofinho. Os meninos ficam na escola o dia todo para satisfazer a exigência da sociedade capitalista. Mais de metade do tempo na escola é passado a fingir que se trabalha; 5 horas de trabalho seria suficiente...repito; trabalho! Nas escolas das elites mundiais, nos países do primeiro mundo, a tralha electrónica fica arrumada fora da sala de aula. O próprio Biil Gates já referiu publicamente que os filhos precisam de ficar longe dos gadgets, para aprenderem a ler e a escrever. Neste país de teóricos educacionais isto é fascizante. "
      (Morais Maria)

      Convém ler e reflectir, acho que estes dois comentários do artigo em questão têm muito sumo, penso eu...

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  2. É um gostinho como outro qualquer, fazer dramas que de dramas nada têm.
    Vêem-se, ouvem-se, assiste-se a entrevistas e similares que nos deixam de "cabelo em pé".

    Por exemplo, a linguagem da menina deputada Isabel Moreira, a "defender"(?) que se "acabe" com o vídeo relativo ao tabagismo e suas consequências, isto porque a mulher é posta em causa, blá, blá, blá, é de ir ao vómito. A linguagem, a forma como tudo é dito, enfim, uma tristeza! Dei este exemplo, mas há n.

    O vídeo que postou, Maria, é uma verdadeira delícia. Um espanto, como aquela pequenina localiza tudo e mais alguma coisa. Só há uma coisa que me "indignou". Então ela bate palmas sempre que aponta para um país e, localiza Portugal, e não se manifesta, fico como que paralisada? Coitadinha, ela lá sabe!

    Beijinho, Maria.

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    1. Olá GL,

      Primeiro o vídeo, o vídeo é realmente uma verdadeira delícia, pelo que sei os pais foram um pouco perseguidos, existiram pessoas que acharam que aquilo foi muito violento para uma bebé de apenas dois anos. Ora, o que nos é dado a observar é que a bebé diverte-se bastante com tudo aquilo... Quanto às palmas, não sei se se apercebeu mas o País que os pais pediram para a menina apontar no mapa antes de Portugal, foi França, só que a criança quando foi a vez de França atrapalhou-se um pouco, entretanto lá deu com França, deve ter sido por isso que as palmas faltaram logo a seguir, e como se sabe, ou quem viu o vídeo, Portugal entrou a seguir. O engraçado é que nalguns países a menina hesita um pouco, quanto a Portugal foi lá direitinha sem hesitar. Está espectacular! :)

      (ah, isso da polémica da campanha publicitária do tabaco/cancro/princesa, para mim é um não assunto, não tenho pachorra para determinadas coisas, o que interessa é que as pessoas tenham consciência que fumar mata, quando as pessoas começam a falar mais do que não interessa em vez do que realmente interessa, e o que realmente interessa neste caso é a mensagem: fumar mata mesmo, ponto - com estas coisas todas a cair no ridículo, a verdadeira luta das feministas vai acabar por ser descredibilizada não tarda)

      Beijinho para si também, GL, volte sempre, é sempre bem-vinda.

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  3. Achei o vídeo uma delícia. Já conhecia um com um garoto um pouco mais velho mas é diferente.
    Quanto à escrita, pois não me admiro, muitos dos nossos jovens, habituaram-se a escrever o que eu chamo linguagem de msm, e quando têm que escrever como deve ser já não o sabem fazer. Também penso que não me admira a falta de criatividade. Vejo crianças de 8/9 anos agarrados aos telemóveis. Não quero parecer o velho do Restelo, mas penso que fazem falta às crianças os jogos tradicionais, e sobretudo a leitura.
    A minha neta tem nove anos. Escusado será dizer que sempre a tenho incentivado a ler, mas também a escrever, e até a "borrar" umas telas. Ela está no 3º ano. A professora dela, desde que eles aprenderam a ler, que os leva uma vez por mês à biblioteca para que cada um escolha um livro e leve para casa para ler. No fim quando entrega o livro tem que levar escrito aquilo que pensa do livro, o que mais gostou, ou aquilo que não gostou.
    No passado mês de Abril estávamos numa tertúlia de Poesia, em que eu e vários colegas íamos ler poesia, quando a professora dela apareceu lá com a turma. Não sei se fazem o mesmo em todas as escolas, mas penso que é bom para eles.
    Um abraço

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    1. O que contou da sua neta é muito bom, aquela parte em que escreve que: "No fim quando entrega o livro tem que levar escrito aquilo que pensa do livro, o que mais gostou, ou aquilo que não gostou." Fizessem todos os professores isso e estaríamos no bom caminho.

      *
      Não parece nada "o velho do Restelo", o que escreveu corresponde à verdade, convém é que exista mais quem o diga/escreva, quer as pessoas sejam mais novas ou menos novas. Ninguém está a generalizar, generalizar é que se tem de evitar.

      A Elvira diz que vê crianças de 8/9 anos agarradas aos telemóveis, bom, e se eu lhe disser que um vizinho do meu pai, vizinho esse que na altura quando o conheci tinha um neto de 2/3 anos que passava o tempo agarrado ao telemóvel do avô. E como é que eu sei disto? Porque a criança punha-se a carregar lá nas teclas do telemóvel e acabava por telefonar para os contactos, por vezes lá via o meu pai atender e lá estava a criança do outro lado, com o avô a rir, achava piada àquilo. Hoje a criança tem 7 anos, penso, e é ela que mexe em tudo o que é computador, smartphone, iphone e quejandos. Costuma dizer o avô muito inchado de orgulho que a criança é muito inteligente, inteligente porque já sabe mexer naquilo tudo. Caramba, o esforço que eu faço para não dizer nada, para não dizer àquele avô que a bem dizer a criança não sabe o que está a fazer, apenas se põe a carregar em tudo o que vê, porque com 7 anos ninguém percebe de informática, sequer sabe dos perigos que existem na net... Uma pessoa fica muito angustiada com estas coisas, só que não posso fazer nada, não é meu filho. Enfim, é fingir que não se vê, se uma pessoa disser alguma coisa ainda pode ser insultada.

      Abraço para si também, Elvira.

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    2. Maria, permita-me corroborar o comentário da Elvira.

      Na escola que a minha filha mais nova frequenta [está no 3º ano do 1º ciclo - tem 8 anos] todas as semanas as crianças têm a possibilidade - não sendo obrigatório - de requisitarem um livro, o mesmo terá de ser devolvido no prazo de uma semana.
      De tempos a tempos convidam autores de livros infantis que vão à escola interagir com os pequenos leitores - iniciativa que acho espectacular! dar a conhecer às crianças a pessoa que escreveu aquela história. Um dos convidados/autores [a M. adquiriu o livro e ele escreveu uma dedicatória e autografou] foi o actor e também autor o espectacular e divertido João Ricardo [infelizmente já desaparecido - mais uma vítima de cancro]; Queres Namorar Comigo?
      https://www.wook.pt/livro/queres-namorar-comigo-joao-ricardo/21262378

      Eles próprios [os alunos/as crianças] escreveram um livro no Atelier de Escrita Criativa. Compilação de textos individuais - uma história imaginada ao critério de cada um - que deu origem ao "tal" livro.
      Acho/achei fantástica esta ideia!!! E claro guardo orgulhosamente o livro onde consta o nome da minha filha - Um Pequeno Tesouro! :)

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    3. Gostei muito deste seu comentário, Té, muito obrigada pelo seu acrescentar em bom :)

      PS. Acho que vou comprar esse livro que sugere no link para oferecer no aniversário a uma menina de 7 anos de que gosto muito. Obrigada também pela sugestão.

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    4. Ainda sobre o livro nascido no Atelier de Escrita Criativa e para complementar deixo aqui um link
      [iniciativas destas são sempre de louvar]

      https://gulbenkian.pt/descobrir/projetos-especiais/pequeno-grande-c/

      Bom fim-de-semana, Maria.

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    5. Obrigada, Té :)

      A Gulbenkian traz-me sempre muito boas recordações. É um dos meus sítios. Especiais. Um dia destes talvez toque no assunto.

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  4. Quando li a notícia fiquei meia aparvalhada e nem sei como começar, porque o "saber ou não saber" da criança a culpa é dos pais e da forma que educam e de muitos professores, sim conforme há pais rascas o mesmo acontece no campo de quem ensina. Agora fazer disso um drama? Não terão assuntos mais relevantes para falarem? Quantos

    Hoje os pais delegam todos os seus deveres na ou à escola. A escola e tendo professores bons, porque há bastantes, lá se desdobram e cumprem o seu papel...porque para ensinar é preciso gostar e muitos (conheço alguns) são porque não tiveram (ou não quiseram) seguir outra profissão.

    Saber não ocupa lugar e sempre fiz o meu papel de mãe/pai e ensinar, conversar muito, jogos de tabuleiro, jogos de memória etc. Faço o mesmo com as netas e os outros avós fazem igualmente com os outros dois netos. Juntos é uma festa...não há telemóveis e afins para ninguém.

    Recordo que estas duas mais velhas só tiveram telemóvel quando entraram para o quinto ano. Podem dizer que não concordam mas foi a regra imposta pelos pais em que eu enquanto avó não furo de forma alguma. Hoje com 15 e 12 anos já manuseiam mas não teclam enquanto vão e regressam da escola a pé (já as espreitei sem darem por isso) e mal chegam a casa mandam mensagem aos pais e arrumam com ele. Enquanto lancham vêm lá a sua série e depois é fazer os trabalhos e ponto final.

    Está em cima da mesa da sala o Monopólio que todos os dias jogam um pouco.

    Agora digo-te Maria que me faz muita confusão bebés/criancinhas agarrados aos telemóveis dos pais para se calarem etc, etc e avós que plantam os netos em frente da televisão ainda com meses e que depois na rua têm medo de tudo, choram ou seja...tal como um cão ou um gato não se sociabilizam. Triste? claro que sim porque crescem em formas rectangulares sem horizontes.

    Termino a dizer que muitos adultos (os tais pais GPS) não sabem coisas básicas do seu país já para não falar em cultura geral.

    Beijocas e um bom dia

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    1. Claro que temos professores muito bons, excelentes até, muitos, felizmente, isso nem sequer está em causa. O que talvez esteja em causa, ou talvez cause algumas dificuldades, problemas, em crianças e adolescentes, é o facto de nem todos terem a sorte de 'apanhar' bons professores, porque maus também existem muitos, e infelizmente também. Ser professor para além de uma profissão, tem de passar por ser uma paixão, paixão no sentido de gostar para além de muito daquilo que faz, sem isso a coisa não funciona, penso eu, mas que sei eu?...

      Já percebi que a Fatyly deve ser uma avó rija :)))))

      Esta sua passagem do comentário, aqui mais em baixo, diz tudo, pais que ditam regras que têm de ser cumpridas quer os filhos gostem ou não, e uma avó que não interfere, porque acho que o papel dos avós, ainda que por vezes custe, é tentar não desautorizar os pais, isso, penso eu, é fundamental. Portanto, palmas para si, Fatyly, que sabe isso muito bem :)

      Esta passagem:
      "Recordo que estas duas mais velhas só tiveram telemóvel quando entraram para o quinto ano. Podem dizer que não concordam mas foi a regra imposta pelos pais em que eu enquanto avó não furo de forma alguma."

      Tenha também um bom dia, Fatyly.

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  5. Altroista....qualidade daquilo que é altro....porque mora no bairro altro....etc... :)))

    Se o novo acordo ortográfico foi capaz de atropelar a nossa língua, é natural que este noivo ainda esteja meio atordoado devido à força do impacto.

    Um abraço.

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    1. Francisco, o que achei também muito estranho no tal erro ortográfico, o tal "altroista", foi o facto de uma produção de um programa, tendo em conta que o tempo em que os noivos se apresentam é coisa breve e gravada, não é em directo, escrevia eu que o estranho é que tenham deixado passar um cartaz com uma palavra escrita de forma incorrecta, uma palavra com um erro ortográfico. Portanto, das duas uma, ou a produção do tal programa não passa a pente fino aquilo, ou deixaram passar propositadamente. A finalidade? Não sei. Nem sequer os dois apresentadores fizeram um aparte para esclarecer as pessoas, talvez usando um pouco de humor de forma a não humilhar o noivo, digamos assim, um aparte dizendo que altruísta não se escreve daquela forma. Para finalizar: o dito programa passa na RTP1, serviço público, portanto. Ó a ironia da coisa.

      Abraço :)

      PS: Isso do AO é coisinha indigesta, não consumo. Passo.

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