sexta-feira, 8 de junho de 2018

Do baú das perplexidades: alguém consegue explicar o que é realmente isso, isso de ser de esquerda e isso de ser de direita?

O que move pessoas de esquerda? 
O que move pessoas de direita? 

As pessoas de esquerda são melhores do que as pessoas de direita?
As pessoas de direita são pessoas com valores e princípios idênticos às de esquerda?

Porque raio está isto da política dividido desta forma?
Engavetado desta forma?
Será para que as pessoas continuem em guerra permanente?
A digladiar-se dia após dia como se fosse apenas um jogo?
Será a política apenas um jogo?
E os participantes divertem-se muito nesse jogo?

E as pessoas, o cidadão dito comum, gosta de participar nesse jogo ou não?
E será que também se diverte? Muito!?

Porque razão continuam os homens a gostar mais de política do que as mulheres?

Será que a política das mulheres continua a ser um género de política caseira? 
Política em torno de tachos e sapatos?

E os homens? Gostam os homens de tachos e sapatos?
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17 comentários :

  1. As pessoas da direita movem-se para a esquerda, sendo que as da esquerda se movem em sentido contrário.
    Em ambas as situações, têm a opção de se moverem para a frente e para trás. Uma canseira.

    Creio ver uma vantagem nas pessoas de direita. Estão mais próximas do direito (especialidade).

    As melhores pessoas são, inquestionavelmente, as que têm princípios.

    Os homens gostam mais de política do que as mulheres? Uma relativa verdade até há pouco tempo. Ah pois, luta-se ou não, pela paridade em todos os quadrantes? Estamos naquela fase em que se fazem contas às preferências mas, a julgar pelo empenho das mulheres no assunto, não sei não.

    Política caseira a das mulheres? Em torno de tachos e sapatos? Vou ali perguntar à senhora Cristas e depois explico.

    Os homens ... preferem as loiras :)))))))

    Disse!
    Ficou perplexa, a caríssima Maria?

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    1. Caro Observador, abordei este assunto também para perceber se alguma mulher comentava. Não. As mulheres não se interessam por política, e se as mulheres não se interessam por política, falo da cidadã comum, provavelmente pouco ou nada irá mudar naquilo de serem as mulheres a cada vez mais dar cartas em determinadas áreas. Penso eu, mas que sei eu...

      Perplexa? Não. Neste momento num estado de cansaço que mal me aguento em pé. Fuiiiiiii :)))

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  2. Li o testo ontem, mas estava a caminho de um evento cultural, integrado no encerramento da Universidade Sénior. Por outro lado ontem estava pior das minhas dores e quando regressei já não vim aqui.
    Não sei o que move as pessoas da esquerda e da direita, isto claro, além das pernas, que nesse movimento são iguais. Tenho para mim que salvo raríssimas exceções, seja qual for o idealismo que as move, morre à assinatura do livro quando são eleitos. Porque o poder é lixado. Ele consegue corromper mais do que qualquer outra coisa no mundo.
    2 Sabe que eu não sei responder à sua pergunta? Repare eu conheço três pessoas que são irmãos. Tiveram a mesma educação e os mesmos princípios, vêm de uma família muito pobre e não raras vezes passaram fome na infância. Não têm estudos começaram a trabalhar crianças. Dois deles são assumidamente da esquerda. O outro é de direita. É dos três o que vive mais mal, embora em tempos fosse empresário e na altura ganhasse bastante dinheiro, que distribuía por intuições de solidariedade, por vizinhos carenciados, familiares e amigos. Depois com a crise de 2008 a firma faliu.
    Não sei se isto responde à sua pergunta.
    Será que a política é um jogo? Penso que sim. Um jogo de interesses que uma vez por outra, para que a regra não fique sem a sua exceção, faz alguma coisa a bem da Nação que é como quem diz, a bem daqueles que têm o poder de os re-eleger, normalmente de quatro em quatro anos.
    Se nós nos divertimos? "Atão" não? É cá um divertimento assistir a alguns debates na Assembleia que às vezes até o estômago se diverte e a gente fica com vontade de vomitar.
    Tachos e sapatos? Mas quem meteu os sapatos no tacho, não foram os tipos da Nau Catrineta?
    Claro que os homens gostam de tachos e sapatos. Senão repare eu nunca vi nenhum descalço a não ser na praia, e depois o que é a politica para eles senão um enorme tacho?
    Um abraço e bom fim-de-semana

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    1. Elvira, só vi o seu email com os anexos acerca deste assunto no final da noite. Obrigada.

      Toca aí num ponto essencial, penso eu, que nos foi incutida esta ideia, se calhar demasiado simplista, que as pessoas de esquerda preocupam-se com as pessoas mais humildes, com fracos recursos financeiros, que lutam pelos seus direitos, enquanto que as pessoas de direita apenas protegem os seus próprios interesses, interesses que terão a ver com riquezas, sejam quais forem essas riquezas. Talvez seja por isso que as pessoas de esquerda querem 'acabar' com os ricos, já as pessoas de direita dizem que o importante é 'acabar' com os pobres, este acabar dos de direita será mais no sentido de melhorar a qualidade de vida dos mais pobres para que os aproxime do mundo daqueles que terão melhor qualidade de vida. Não sei se isto que acabei de escrever é um disparate, mas é a minha leitura disto de gente de esquerda e de gente de direita. Resumindo: o que me é dado ver no dia-a-dia em que convivo com pessoas de esquerda e de direita, é que nada pode estar mais errado. E ó se esta parte dava pano para mangas...

      *
      Não precisa de se justificar, ora essa! Esta minha constatação prende-se com o facto de me aperceber, seja no dia-a-dia real e na vida também ela dita real - não só no mundo virtual, mundo virtual composto pelas pessoas ditas reais - de que as mulheres raramente se pronunciam sobre assuntos que envolvem política, já os maridos, namorados, companheiros, o que quer que seja, dão a sua opinião. Para se dar uma opinião não se precisa de ter tirado uma licenciatura - sei que existe gente que quer calar outros e diz que os outros não devem emitir opiniões se não tiverem habilitações para tal, ora, isso é uma forma subtil de intimidar, de manter os outros calados, controlados, um género de manipulação, penso eu. A opinião faz parte do ser humano, ser humano que se quer participativo numa sociedade que precisa de ser construída indo ao encontro das pessoas que nela habita.

      As minhas ilações acerca disto, disto das mulheres ficarem caladas em relação à política, ilações essas que valem o que valem, é que apesar de nós as mulheres lutarmos por direitos iguais, continuamos a deixar nas mãos dos homens assuntos ditos mais sérios. Mais sérios no sentido de que a política - em forma mais ou menos light - é orientada para tomar decisões, decisões essas que têm como objectivo melhorar a vida de todos. Isto do ponto de vista ideológico. Se as mulheres são em maior número do que os homens, mantendo-se caladas em assuntos cruciais, significa que pouco ou nada mudou e se calhar não é culpa dos homens, é mesmo nossa. Nossa, das mulheres. E é isto. Lá está, a minha simples opinião.

      Abraço e tenha também um bom fim-de-semana, Elvira.

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  3. Nem acredito que escrevi testo em vez de texto. Mania de não reler antes de publicar. Desculpe.

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  4. Pelo pouco que conheço do assunto, o que, por aquilo que já me foi dado a entender, é muito mais do que a maioria da população conhece, os termos que compõem o espectro politico "Esquerda-Direita" tiveram a sua origem na França pós revolução de 1789 que, à semelhança do que também aconteceu em Portugal muitos anos mais tarde, aboliu a Monarquia e instaurou a República. Inicialmente a principal linha divisória entre Esquerda e Direita era entre os partidários da Monarquia que ficavam sentados do lado direito do presidente da Assembleia Nacional e os partidários da República que eram mais barulhentos/revolucionários e ficam sentados do lado esquerdo, e diz-se que no confronto entre essas duas forças...fazia-se politica. É o que dizem, mas ainda hoje não estou plenamente convencido de que isso seja verdade. Mais tarde, quando a Assembleia Nacional foi substituída por uma Assembleia Legislativa e isso obrigou a entrada de novos membros, a esquerda passou a representar os partidos do movimento, da inovação, do progresso e da liberalidade, enquanto que a direita passou a representar os partidos da ordem, dos moderados, dos conservadores, teocratas, nacionalistas e reaccionários. No meio ficaram os partidos que se reviam nos dois lados ou então...que não se reviam em nenhum. Assim, para mim, concordo inteiramente com a observação feita pelo amigo Observador quando diz que aquilo que move pessoas da Direita são os avanços da Esquerda e vice versa. Aquilo que move as pessoas do Centro é que já é um caso mais enigmático.
    Se as pessoas de esquerda são melhores do que as pessoas de direita e se as de direita são pessoas com valores e princípios idênticos às de esquerda? De modo nenhum. Seria como perguntar se uma pessoa tem a garantia de ser boa ou ter bons princípios, só por ser originária de uma boa família. O ser humano é definido pelas suas atitudes e não pelas suas palavras. Assim, acho que o conjunto de princípios e qualidades humanas terão sobretudo a ver com o carácter das pessoas, do que pelas suas ideologias ou razões politicas.

    Se a politica é apenas um jogo? Sem dúvida alguma, sempre foi e será um jogo de poder entre várias facções opostas. No fim, ganha sempre aquele que tiver mais arcaboiço...que na nossa linguagem quer dizer, menos vergonha e sentido de moralidade. Se é um jogo divertido? Para quem ganha...sempre.

    Agora a pergunta fundamental. Porque razão continuam os homens a gostar mais de política do que as mulheres. Nada mais fácil de responder, amiga Maria. Por ser um "Jogo", se observar todo o trabalho realizado quotidianamente pelos nossos governantes e pelos deputados na Assembleia da Républica, certamente irá saltar-lhe à vista que tudo aquilo que é feito no país se parece por vezes com uma autêntica brincadeira (brinca-se muito com a vida das pessoas), e como os homens demoram muito mais anos do que as mulheres a crescer e amadurecer...e parecem por vezes uns eternos brincalhões, pode tirar dai as devidas conclusões...

    Bom fim de semana, Maria. (Não sei se já tinha dito)

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    1. Muito, muito bom, Francisco. Tiro-lhe o meu chapéu.

      Quer o inicio, quer ali pelo meio, quer o final - e que final, dá muito que pensar, não me lembraria de tal coisa, disso dos jogos, e logo eu que se há coisa que me faz desinteressar de alguém, ou de algo, são os múltiplos joguinhos todos eles desgastantes. Tal como a história do amadurecer, embora eu ache que nessa parte então, as mulheres deveriam participar mais, opinar mais, para que se começasse a olhar para as mulheres de outra forma, não como aqueles seres que só vivem para fazer compras, ser mães, exibir toda uma existência em modo doce, exemplar, fofinho, sexy, eternamente jovem embora plastificada - isto de generalizar chateia-me e de que maneira. No entanto e no oposto, muitas mulheres da política ou em lugares de topo, acham que para serem credíveis têm de se livrar de toda a sua feminilidade e adquirir uma postura toda ela masculinizada, o que, diga-se de passagem, não é de todo evolução, mas mais um género de ajuste que não se quer.

      Muito obrigada, Francisco, acrescentou e de que maneira. Bom fim-de-semana :)

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    2. Amigo Francisco, fico psicologicamente abalado (exagero, claro) com coisas como a que escreveu e que cito: "Aquilo que move as pessoas do Centro é que já é um caso mais enigmático".
      E porquê? Porque considero que não existe um centro político. Ou se é de direita ou de esquerda. Já com os extremos não se pode dizer o mesmo. Há sim a extrema direita e a esquerda. Talvez numa perspectiva de 'serem mais papistas que o Papa' em formato político, cada um para seu lado.

      Desculpará a caríssima Maria a intromissão, bem como o caro Francisco que aceitará, não duvido, a minha opinião.

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    3. (caro Observador, "intromissão" aceite, no resto não me intrometo)

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    4. Bom dia, amigo Observador.

      Opinião mais do que aceite e totalmente partilhada, devo dizer. Também considero que não existe um centro político, caso contrário ele representaria um perfeito "contrassenso" (ai...maldito novo acordo ortográfico que trabalha contra todos os sensos, principalmente o comum). Como seria possível ser-se inovador e conservador em simultâneo? Ou liberal e tradicionalista? Não se trata tudo de antónimos? Ou se é insosso ou salgado, os dois é que não.
      Para mim, a imagem que as pessoas do Centro sempre me deram, é de que são do tipo:"Maria que vai com todos, desde que isso se traduza em poder" (salvaguardando desde já a total inocência da nossa amiga Maria, que, seguramente, viu o seu nome ser incluído nesta expressão apenas por um necessário acaso e que, afianço, não possui qualquer relação com guerras desse tipo).
      Enfim, essa é a minha opinião, e se estiver enganado à respeito disso peço antecipadamente desculpa a todos aqueles a quem a minha despropositada insolência possa ter ofendido. :)

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    5. Percebi que estava a falar da senhora dona Maria Assunção Cristas, sou uma pessoa que percebe as coisas logo à primeira :))))))

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    6. 'Gotcha', amigo Francisco.
      Insolência? Onde onde? 'Num bi!' :)

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  5. Só agora é que me apercebi que tinha saltado este post e como mulher vou responder-te, passo-a-passo:

    O que move pessoas de esquerda?
    O que move pessoas de direita?
    R: os de esquerda são mais pelo povo e os da direita pelo capitalismo, mas juntos podem mudar de clube conforme "O venha a nós o vós reino".

    As pessoas de esquerda são melhores do que as pessoas de direita?
    As pessoas de direita são pessoas com valores e princípios idênticos às de esquerda?

    R: As pessoas educadas, humildes, com ou sem literacia, novos, velhos existem nas duas, mas na actualidade e sobretudo nas pessoas mais novas há muita falta do que disse e a prova está à vista de todos já para não falar em alguns jovens parlamentares!

    Porque raio está isto da política dividido desta forma?
    R: por interesses ou por convicções tudo deve passar por aí!

    Engavetado desta forma?
    R: porque quem manda é o chefe do partido:)

    Será para que as pessoas continuem em guerra permanente?
    R: Qual quê muitos, para não dizer a maioria fazem uma pausa na guerra para verem um jogo de futebol, beber umas "geladinhas" e quanto mais não seja "cuscar a vida dos outros":))

    A digladiar-se dia após dia como se fosse apenas um jogo?
    R: Eu diria antes em treino constante pois claro caso contrário lá se vai a brincadeira e a coisa poderá dar para o torto!

    Será a política apenas um jogo?
    R: Claro que é um jogo e um jogo por vezes bastante sujo e fico por aqui para não dizer outras coisas que me agoniam!

    E os participantes divertem-se muito nesse jogo?
    R: Muitos divertem-se sobretudo por se acharem os melhores da parada e adoram "rebanhos"!

    E as pessoas, o cidadão dito comum, gosta de participar nesse jogo ou não?
    R: Eu comum dos mortais digo que detesto participar nesse jogo, mas participo como cidadã com dever cívico quando vejo coisas erradas e entupo os email de todos os políticos, insisto, insisto e o certo é que já resolvi algumas coisas!

    E será que também se diverte? Muito!?
    R: Acho que não, pelo menos eu não entro em jogos e penso sempre pela minha cabeça embora reconheça que o povo poderia fazer muito mais (mas não me refiro às greves hoje banalizadas por completo).

    Porque razão continuam os homens a gostar mais de política do que as mulheres?
    R: Não quero generalizar, mas os homens são mais imaturos e dados a "jogos e joguinhos" e as mulheres são "mais espertas, directas e maduras", quando entram em algo...arrasam muitos homens, daí o medo deles de que elas os derrubem:)))

    Será que a política das mulheres continua a ser um género de política caseira?
    R: Para mim não e falo com muita gente sobre política numa troca de ideias, aprender, saber escutar o que pensam das políticas e dos seus fantoches. Com isso aprendo muito! Agora eu caseira? Nunca fui galinha de capoeira:))

    Política em torno de tachos e sapatos?
    R: Não fujo dos tachos porque tenho que comer, mas dos sapatos uiii comprar é um verdadeiro tormento, não gosto:))) mas olha que existem muitos "tachos" por vezes ganhos sabe-se lá como, né?

    E os homens? Gostam os homens de tachos e sapatos?
    R: Hoje, graças aos vários deuses do Além, já há muitos mais homens que gostam de cozinhar, mas outros, estão onde estão e fazem o que fazem...graças aos "tachos" e por vezes sem perfil para ser chefe porque falta algo que um dia deu origem a um post teu:) Quanto aos sapatos claro que gostam e muitos de preferência oferecidos:))

    Desculpa a brincadeira disparatada...mas dou por terminada porque somos todos iguais mas todos tão diferentes.

    Depois de enviar vou ler os comentários.

    Um bom serão

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    1. Fatyly, antes de mais muito obrigada por ter respondido a cada pergunta separadamente, foi obra mesmo. Eu cá gostei, e gostei ainda mais, bastante mesmo, de uma parte específica, parte essa que me apanhou desprevenida e me fez dar uma gargalhada ao ler: "e entupo os email de todos os políticos, insisto, insisto e o certo é que já resolvi algumas coisas!" :))))))))

      Tenha uma boa noite, Fatyly.

      PS: Sempre que aqui entra até as letras do blog se encolhem todas, deve ser mais ou menos igual aos políticos quando recebem os seus emails. Continue a ser igual a si própria e viva da forma como bem entender, quem não gostar que vá para dentro que a noite está húmida ;)

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  6. "(...) Somos todos, ou anti-comunistas ou anti-fascistas, estas coisas até já nem querem dizer nada, ismos para aqui, ismos para acolá, as palavras é só bolinhas de sabão, parole parole parole e o Zé é que se lixa (...)" – José Mário Branco, in FMI

    Havendo sempre tanto a dizer, mas estando já tanto dito pelos demais comentadores desta "praça", socorri-me de um pequeno excerto (de uma obra* que recomendo ouvida no escuro e por inteiro, sem interrupções) que se me foi ressoando nos interstícios do cérebro enquanto lia as questões que a Maria colocou.

    E às velocidades a que correm os tempos destes meus dias, (pelo menos) por agora (e com alguma pena minha), é só!


    *Sendo a dita desconcertante por si mesma, a mim o que nela me desconcerta mesmo – e à semelhança de outras até que bem mais antigas – é que de 1979 (quando foi escrita) até hoje, se mantenha o seu sumo tão actual...


    Not' Afinal, que o Zé Mário será coisa a arquivar nas esquerdas, e o Fundo Monetário Internacional só caberá nos armários às direitas...

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    1. Após algum tempo de abandono temporário desta minha casa virtual, foi com um sorriso no rosto que li este seu comentário, voltei a lembrar-me da razão toda ela muito saudável de ter um blog, ter o privilégio de assim ler pessoas e escrever coisas que para outros podem ser insignificantes, quem sabe, ridículas, sem sentido, mas que para mim fazem toda a diferença.

      Obrigada André pelos seus comentários sempre tão sumarentos.

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