terça-feira, 5 de junho de 2018

Desafio: E se a Internet, as redes sociais, de repente desaparecessem? Como seria o mundo a partir daqui?

Lembrei-me deste desafio porque parece que as redes sociais passaram a ser o bode expiatório, a Internet o diabo, não de saias mas de giga-mega-quilo-bytes, sendo nessa base, na base de bode expiatório, pergunto-me se todas aquelas pessoas que detestam as redes sociais mas servem-se delas para vender, seja o que for que vendem, escrevia eu, como é que essas pessoas passariam a agir? Nada de Facebook. Nada de Instagram. Nada de jornais/revistas online.  Nada de skype. Nada de blogs. Nada de sites de encontros. Nada de compras online... Resumindo: nada. Zero. O impacto social seria na onda de devastador ou nem por isso? 


A existir comentários, que serão publicados todos de uma só vez, o melhor constará desta página com link directo ao blog do/a autor/a.

*

E o vencedor é:

O Francisco do blog "Pensadorías & Trollitadas" com este seu comentário.

«Se a Internet e, consequentemente, as redes sociais deixassem de existir a partir de hoje, o impacto social seria avassalador sem dúvida alguma. Inicialmente, acho que o mundo tomaria isso como uma piada, como se fosse totalmente impensável uma ideia tão absurda produzir efeito no mundo real, mas depois, quando tomassem consciência de que o problema era sério e estava verdadeiramente materializado, acho que, no mínimo dos mínimos, e mesmo perante o mais optimista dos cenários, as consequências seriam...verdadeiramente dramáticas. Para a maior parte do mundo civilizado, e à semelhança do que acontece com qualquer tipo de droga, a Internet criou uma dependência social muito difícil de anular. Para eliminar os seus defeitos seria preciso fazer um "desmame" colectivo, porque sem ele o impacto da "privação" ia ser demasiado forte e isso criaria sintomas de abstinência tão nefastos que facilmente resultariam em múltiplos ataques de pânico e depressão social colectiva. Andy Warhol afirmou certo dia que, no futuro, todos teriam direito a ter 15 minutos de fama, e foi precisamente na base desse sentimento, de que qualquer pessoa podia tornar-se uma "celebridade", que projectaram as redes sociais para o patamar que ocupam hoje. Facebook, Twitter, Instagram...todos eles oferecem a possibilidade de ser vedeta, seja do mais insignificante anónimo ao mais comum dos mortais, com uma projecção totalmente garantida para todo o mundo. É o sonho tornado realidade, e quem é que poderia atrever-se a retirar ao ser humano a sua liberdade de "sonhar" sem esperar receber dele, como consequência disso, a mais condenável e agressiva das respostas? Retirar-lhe a possibilidade de ser alguém para o mundo, é como retirar-lhe o seu direito de existir.

Muito francamente não sei como seria o mundo sem todas estas "mordomias digitais". Atrevo-me a dizer que poderia voltar a ser exactamente igual ao tempo em que nada disso existia e, pelos vistos, todos conseguimos sobreviver. O problema é que depois de conhecer o bom, já ninguém se contenta com o fraco. Certamente que seria muito doloroso para mim deixar de continuar a escrever todas as parvoeiras que gosto de publicar no meu blogue, mas passando a fase da negação, da resistência, da irritação, e do protesto, acho que acabaríamos por aceitar o nosso destino, as novas circunstâncias trazidas pela nova forma que o mundo assumiu. Temos que saber adaptar-nos às transformações da vida e, felizmente, a resiliência humana é imensurável.»

22 comentários :

  1. Como agora estamos na onda do "Spótingggg, Benficááá, puoooorto...Para mim

    1- seria igual ao litro porque nasci da ou na era do "nada-Zero".

    2- Não há nada nos serviços públicos que não tenha por base o dito papel. 1-Zero

    3- Mas para muita gente seria um descabelar (ganhavam os cabeleireiros), ranger de dentes (ganhavam os dentistas) e haveria muito mais conversa VERBAL entre as pessoas/amigos/familiares, (perderiam os psicólogos, psiquiatras, os pais, e outros porque tudo seria mais saudável) resultado? 1.000.000.00 - Zero!

    4- A imagem ilustra bem a ilusão doentia sobre a amizade e os amigos...que maravilha né?

    Beijos e uma boa tarde

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  2. O link para o meu blogue não vai ser, por esta causa, colocado neste espaço. Não porque me importasse, quero lá saber, já tenho tanta gente a bater-me à porta que mais milhar menos milhar não me afectam.
    É que vou fazer, apenas, um comentariozinho sobre o boneco/desenho que a senhora que amanhece tardiamente ali pôs, em cima.
    Achei piada à comparação entre a quantidade dos amigos no Facebook e quantidade de presentes (ou audentes?) no gesto post mortem.

    Caríssima Maria, não nos faça essa maldade. A de imaginarmos o mundo sem aquelas coisas todas que referiu.

    E agora, com a certeza de que o meu comentário não será publicado com link, vou ali, ao chá das 5 e meia.

    PS: quem faz parte do júri? :)))

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  3. Amiga Maria eu até aos 25, não tive nada disso, até aos 12 nem televisão tinha em casa, portanto eu habitua va-me mas seria muito infeliz sem o google, o meu blog, o instagram e o facebook, por esta ordem exacta. Mas reconheço que se calhar teríamos novos desafios como os que tinha até aos 25 anos. Teria menos conhecimento rápido do que se passa à nossa volta e eu sou bem dependente de informação, mas certamente me habituava. O ser humano tem uma capacidade muito grande de adaptação, ou se tem!!! Mas é melhor que não desapareçam, gosto tanto!!!

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  4. Boa noite, Maria.

    Se a Internet e, consequentemente, as redes sociais deixassem de existir a partir de hoje, o impacto social seria avassalador sem dúvida alguma. Inicialmente, acho que o mundo tomaria isso como uma piada, como se fosse totalmente impensável uma ideia tão absurda produzir efeito no mundo real, mas depois, quando tomassem consciência de que o problema era sério e estava verdadeiramente materializado, acho que, no mínimo dos mínimos, e mesmo perante o mais optimista dos cenários, as consequências seriam...verdadeiramente dramáticas. Para a maior parte do mundo civilizado, e à semelhança do que acontece com qualquer tipo de droga, a Internet criou uma dependência social muito difícil de anular. Para eliminar os seus defeitos seria preciso fazer um "desmame" colectivo, porque sem ele o impacto da "privação" ia ser demasiado forte e isso criaria sintomas de abstinência tão nefastos que facilmente resultariam em múltiplos ataques de pânico e depressão social colectiva. Andy Warhol afirmou certo dia que, no futuro, todos teriam direito a ter 15 minutos de fama, e foi precisamente na base desse sentimento, de que qualquer pessoa podia tornar-se uma "celebridade", que projectaram as redes sociais para o patamar que ocupam hoje. Facebook, Twitter, Instagram...todos eles oferecem a possibilidade de ser vedeta, seja do mais insignificante anónimo ao mais comum dos mortais, com uma projecção totalmente garantida para todo o mundo. É o sonho tornado realidade, e quem é que poderia atrever-se a retirar ao ser humano a sua liberdade de "sonhar" sem esperar receber dele, como consequência disso, a mais condenável e agressiva das respostas? Retirar-lhe a possibilidade de ser alguém para o mundo, é como retirar-lhe o seu direito de existir.

    Muito francamente não sei como seria o mundo sem todas estas "mordomias digitais". Atrevo-me a dizer que poderia voltar a ser exactamente igual ao tempo em que nada disso existia e, pelos vistos, todos conseguimos sobreviver. O problema é que depois de conhecer o bom, já ninguém se contenta com o fraco. Certamente que seria muito doloroso para mim deixar de continuar a escrever todas as parvoeiras que gosto de publicar no meu blogue, mas passando a fase da negação, da resistência, da irritação, e do protesto, acho que acabaríamos por aceitar o nosso destino, as novas circunstâncias trazidas pela nova forma que o mundo assumiu. Temos que saber adaptar-nos às transformações da vida e, felizmente, a resiliência humana é imensurável.

    Um abraço.

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  5. Já me tenho interrogado sobre algo que tendo por base a Internet não se refere exatamente às redes sociais. Já pensou se uma qualquer tempestade cósmica, um meteorito ou outro qualquer fenómeno, destruísse a gigantesca base de dados mundiais. Se os computadores e Smartphones, em todo o mundo de repente ficassem mortinhos da Silva? Como é que a humanidade iria sobreviver? Numa época em que um casal se compõe de duas pessoas e dois telemóveis, e em que a maior dúvida da etiqueta consiste em saber se o telemóvel se coloca à esquerda ou à direita do prato, que aconteceria à humanidade?
    Um abraço

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  6. Retroceder umas casas, Maria, teria a sua piada!...ir de férias com os pais e no final da primeira semana dedicar cheios de entusiasmo uma manhã à escolha dos postais mais bonitos daquele local, para escrever e enviar para a avó e para o avô e também para a melhor amiga com muitos beijinhos e um xi-<3...Havia de ser giro :) ... mas se é verdade que deixei de enviar postais manuscritos também é verdade que continuo a ter o mesmo grupo de amigos, as amigas e os amigos de sempre, amizades que já contam para cima, algumas bem mais para cima, de duas décadas.
    Mas devo confessar que para quem como eu tem os seus ausentes de Portugal o skype passou a fazer parte do dia-a-dia e da rotina familiar, e acrescento bendita invenção esta! das melhores do séc.XXI!! :)

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  7. Agradeço e muito mesmo, a simpatia, a generosidade, das seis pessoas que se encontram desse lado, para participar neste desafio. Portanto o meu muito obrigada.

    Agora passemos à fase seguinte. Percebem agora as pessoas como é difícil escolher o melhor?
    Existe um comentário que pelo seu pragmatismo merece ganhar.
    Existe um comentário que pelo seu lado genuíno, simples, merece ganhar.
    Existe um comentário que é uma verdadeira delícia, género postal daqueles escritos à mão e que, por isso, merece ganhar.
    Existe um comentário que pela questão coloca, bastante pertinente. merece ganhar.
    Existe um comentário que é género vento que leva e não traz de volta e talvez também mereça ganhar.
    Existe um comentário que é um comentário diferente, talvez por isso, quem sabe, tenha algo que mereça ganhar.

    Lá está, estou feita ao bife! :)

    *
    Penso que será melhor deixar isto a votos. Portanto votar vai ser necessário, e aquele que maior votação tiver passa de comentário a post com o tal link directo. Que comece a votação...

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    1. (mesmo já existindo vencedor, as pessoas desse lado se assim o entenderem podem dizer de sua justiça)

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    2. Nisso, estou como a Maria: à rasca para escolher só uma de entre tantas coisas boas! E logo eu, que se for o caso (leia-se, o bom-aspecto), numa pastelaria, peço o palmiê o cru-à-sã e mais a nata, para não ter que escolher entre os três!!!

      ;o)

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    3. Obrigada pelo seu bom humor, André, o comentário está recheado de açúcar - a ver se o dito não é taxado - mas a parte do cru-à-sã é qualquer coisa de muito bom :)

      (continuo a achar que a salvação de tudo isto, isto que nos cai em cima e não é chuva miudinha, passa sempre pelo sentido de humor)

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    4. Bom dia, Maria.

      Primeiramente, deixe-me dizer-lhe que fiquei sem palavras. É uma sensação que, confesso, nunca gostei muito de sentir porque estas "distinções" deixam-me bloqueado de tal forma que acabo por deixar de conseguir germinar todas aquelas palavras amigas, de agradecimento, que deviam nascer espontaneamente dentro de mim e que julgo ser minha obrigação oferecer a quem enobrece a minha alma. Sempre fui mais amigo de dar do que receber, e por muitos agradecimentos que dê, fico sempre com a genuína sensação de ter sido coisa pouca. E porque conheço bem as minhas limitações, face à inteligência e qualidade literária de tudo aquilo que costumo encontrar no seu espaço, que posso ver escondida e revelada de várias formas, resta-me apenas ofertar-lhe um singelo obrigado...esperançado que ele possa ser suficiente para recolher de si um não menos singelo sorriso.

      Sinto pena que o amigo André não tenha conseguido comentar dentro do tempo estabelecido, porque assim fosse, este "post" poderia ter sido preenchido por um vencedor seguramente mais digno e eu também teria sido poupado ao tom rosado que o meu rosto assumiu neste momento. :)

      Obrigado e um bom fim de semana para si, Maria.

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    5. Bom dia, Francisco,

      Nada de agradecimentos e sobretudo nada de troca de galhardetes, acho que quem leu o seu comentário acerca deste desafio, não terá a menor dúvida de que é merecido. Muito bem merecido, toca ali em pontos muito importantes. Escreve lindamente, claro que tem dias lá no seu blog que lhe dá para derrapar, no entanto eu acho que esse derrapar é saudável. Um blog não existe apenas para hastear a bandeira do politicamente correcto, do ter medo de escrever aquilo que realmente se pensa, isso soaria a muito falso, um blog também existe para uma pessoa, em querendo, derrapar de forma consciente. Gosto disso.

      Bom fim-de-semana, Francisco :)

      PS: O que o Francisco quis escrever de certeza absoluta foi: face à inteligência e qualidade literária das pessoas que por aqui passam e comentam, assim sim, parece-me bem.

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    6. Maria, conseguiu identificar sem grandes dificuldades alguns males de que pareço sofrer. É verdade que "derrapo" frequentemente, e faço-o de uma forma muito consciente, mas a verdade é que preciso imenso disso. Derrapo no Blogue para não ter que derrapar na vida. Não sou bipolar mas há em mim duas partes distintas que preciso de preencher equitativamente para que possam viver em comunhão. Freud diria que possivelmente seria um manifesto do conflito existente entre o ID e o Superego, e talvez isso possa ter algum fundamento, mas seja o que for, esse conflito é directamente responsável por eu ser tão multifacetado a ponto de saber vestir o "smoking" e assuma um discurso mais erudito sempre que se torne necessário, com a mesma facilidade com que visto calças de ganga e sapatilhas e assuma um discurso mais brejeiro...sempre que tenha a oportunidade de fazê-lo. Desta forma, seria natural conseguir agradar as todas as facções, mas, o meu grande mal (que assumo totalmente e nem sempre consigo controlar) é ser por vezes demasiado frontal, sarcástico e provocador. É a minha natureza, e nenhum homem consegue fugir da sua.

      Obrigado pelo grande elogio que me deu. Se hoje escrevo muito melhor do que escrevia no passado, é por ter tido a inteligência de preferir sempre visitar espaços como o seu. :)

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  8. Maria, estou apenas de passagem!...sou uma outsider!...uma carta fora do baralho! :)

    Não tenho FB, nem Instagram. Olhe, nem blogue!!! :)

    Comentei só porque sim!

    Muito obrigada, Maria Madeira.

    Um beijinho

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    1. Obrigada eu, Té.

      Beijinho para si também :)

      PS: Já me tinha apercebido disso, disso de não ter blog, ou já teve e agora não tem...

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  9. Já amanheci, mais uma vez, tardiamente. E não, não tenho a desculpa de me ter faltado a cibernéte! O tempo-tempo e o tempo-clima é que não quiseram colaborar...

    Mas tendo escrito antes da publicação do vencedor e dos restantes, e porque o objectivo não era ganhar, mas participar, aqui deixo o que poderá bem vir a ser – já que o desafio é, de facto e deveras, aliciante – o início de uma "série" no meu próprio espaço (este, estando escrito, é já a seguir, e outros que tais, à medida que ambos os tempos mo permitam). Com o devido agradecimento à Maria pela inspiradora e desafiante proposta, claro está!

    Proformas fora, aqui fica o que daqui veio:


    =================//=================


    Desconsolado, resignou-se com o facto. Entre tantos e tantos familiares e amigos, apenas os pais e a irmã lhe haviam dado os parabéns por mais este aniversário. Num mundo que obsoletizara as agendas de papel e os neurónios em que os cérebros humanos formavam as memórias, um mundo em que as informações eram, em vez disso, arrecadadas n’A ubíqua Núvem (ou como se diz em estrangeiro – n’A Cláudia), choviam mensagens de congratulação vindas dos vários cantos do planeta, anualmente, neste dia deste mês...

    Mas hoje não. Hoje, à excepção das três mais próximas, as pessoas não sabiam, afinal, que o moço cumpria mais uma das suas (agora vinte) voltas-ao-Sol. A culpa disto, pensou, era d'A Cláudia, ou melhor, do seu súbito desaparecimento. Mas em bom rigor, estava enganado. A culpa era mesmo das pessoas, crentes que A Cláudia nunca lhes faltaria ao ponto de nela depositarem tudo o que era seu. Crentes que tudo o que nela depositassem, passava a estar-lhes acessível de qualquer ponto do globo. Crentes nessa espécie de baú omnipresente, nele se haviam já depositado as pessoas, inteiras, sempre cheias de (boa) Fé!...

    A pouco-e-pouco, foi consolando o seu desconsolo com a percepção de que hoje, apesar dos pensares, era bem capaz de ter sido o dia mais sossegado que se conseguia lembrar de já ter tido. Provavelmente o único que já tinha tido, desde que entrara para a escola, sem solicitações em forma de plim!’s… Ainda que sendo um sossego muito desassossegante, o friozinho que trazia na barriga não lhe sabia mal de todo, como aquelas borboletas que lá – na dita barriga – lhe batiam as asas sempre que se cruzava com a possível troca de olhares entre si e uma certa e determinada moça, que soía estar a ler num banquinho do jardim que ele atravessava quando a rotina do dia o trazia de volta a casa…

    Mas hoje não. Hoje, não havia rotina. Hoje, estava o mundo abananado, entontecido e sem saber o que fazer. Nem comércio, nem serviços. Nas ruas, quase todas desauridas, as gentes que não estavam catatónicas, soltavam e-agora?!’s umas para as outras. E as restantes, por enquanto em minoria, preparavam-se para o fim-dos-dias como se ainda houvesse amanhã…


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    1. E ainda existe quem consiga dizer que não gosta de ler. Que ler é coisa chata. Eu continuo a achar o exercício de ler das melhores coisas que existe para curar males da alma, para ajudar a recuperar o sorriso, para perceber que quem não consegue estar sozinho com o silêncio, acompanhado apenas por letras escritas, o mais provável é que um dia, um dia lá mais para a frente no tempo, sofra de solidão. Gostar de ler é fintar a solidão e ao mesmo tempo piscar-lhe o olho, piscar em modo: já foste(s)!!! - com três pontos de exclamação para que o fintar chute as adversidades para bem longe.

      Eu gostei - gosto - francamente de o ler, André. Ou de ler o que escreve, talvez seja a mesma coisa...

      :)

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    2. Conforme é hábito meu quando algum blog me desperta interesse antes de entrar e comentar começo a ler desde o primeiro post. e hoje acabei de ler o do André e claro que sim, vou lá deixar este meu comentário e outro se seguirá e será mais um "livro de bolso" a pôr na barra lateral do meu simples espaço:))

      Beijocas e um bom dia

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    3. Fatyly, ler a pessoa que está por detrás deste blog, "A Loja do Mestre André" e o seu autor, o André, pode ser tarefa interessante, tem de se saber ler muito bem nas entrelinhas e ó se por vezes até essas entrelinhas depois de lidas e tornadas a ler se multiplicam por outras entrelinhas que também precisam de ser lidas e bem interpretadas. Eu acho este género de leitura muito estimulante. Obriga-nos a raciocinar trezentas mil vezes e mesmo assim pode escapar algo. É muito bom ler quem sabe muito bem escrever. É o caso.

      :)

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  10. "Penso que será melhor deixar isto a votos. Portanto votar vai ser necessário, e aquele que maior votação tiver passa de comentário a post com o tal link directo. Que comece a votação..."

    passaste o bife à malta "né"? Li todos e fica imensamente difícil porque de facto fizeste uma boa escolha a do Francisco (muito perceptível e positivo) e agora que li todos daria também igual distinção a André, porque fez uma narrativa excelente que me levou a que a mesma terá seguimento como diz.

    Um abraço e saio daqui com a mente cheia e a alma consolada por gostar muito de ler!

    Um bom serão

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    1. Se a Fatyly ler ali em cima o comentário do senhor caro Observador, existe no final uma pergunta: "quem faz parte do júri?" Vai daí achei piada à pergunta e resolvi levar isto a votos, só que como ninguém votou, acabei por ter de escolher.

      O comentário do André só chegou depois, não veio a tempo disto da publicação de todos os comentários de uma só vez e respectiva escolha. De qualquer forma pode ir ao blog "A Loja do Mestre André" que está ali na barra lateral ou carregar no link do comentário do autor e deixar por lá um comentário em relação a este texto, acho que seria simpático - também o vou fazer :)

      Tenha uma óptima noite, Fatyly.

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