quarta-feira, 30 de maio de 2018

Maturidade, disse ela



Seguindo os caminhos do dicionário:
Maturidade: madureza
Madureza: estado de maduro
Maduro: diz-se do vinho que não é verde
Verde: que ainda não amadureceu ou diz-se do bacalhau que apenas foi escalado, salgado e lavado, e que ainda não está seco
Seco: sem vegetação
Vegetação: acto ou efeito de vegetar
Vegetar: viver uma vida de inércia, obscura, miserável
Obscura: difícil de entender

É isso, difícil de entender a palavra alegria neste tema específico. Maturidade, então, nem me vou atrever a navegar no substantivo, aquilo pode ser escorregadio.

6 comentários :

  1. A caríssima Maria desculpará mas não falo de quem não conheço.
    Já agora, aqui para nós, quem é mesmo essa tal Cristas?
    Não sei porquê faz-me lembrar coisa de galo :)))

    Boa tarde para si. Estou de volta como prova o comentário junto.
    Beijinho

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Que decepção, caramba. e logo eu que sempre defendi isto de cada vez mais mulheres na política. Para mim passou à categoria de invisível, cá CDS cá nada. Então mas eu lá dei autorização para que decidissem o que quer que seja por mim? Quer dizer, para umas coisas precisam do voto das pessoas, para outras, não se tem direito a votar e mesmo assim se a opinião for contra a opinião de políticos que não dão liberdade às pessoas para decidirem sobre as suas próprias vidas, somos catalogados de inúteis. A nossa opinião é inútil. Como disseram muitas pessoas que ouvi ao longo da manhã de hoje,, nas próximas eleições decidiram não votar. Com um bocadinho de sorte a taxa de abstenção sobe em vez de descer.

      (o melhor discurso foi de Heloísa Apolónia, deputada de Os Verdes, mal por mal e em caso de dúvida, uma pessoa até coloca a hipótese de ser verde pela primeira vez na vida)

      Para si também, caro Observador, beijinho e tenha uma boa tarde :)

      Eliminar
  2. Maturidade democrática...só se for de alguns debutados, porque esta senhora anda numa de que quando fala, faz com uma arrogância que me agonia. Eu que vejo imensos debates parlamentares que por vezes parece mais uma turma de meninos mal educados, incluindo ela, desta vez não e gostei do comportamento geral, mas maturidade é muito mais num tema fracturante, porque acho que há sim, muita falta de esclarecimento/explicação na maioria da população...numa de não vá o Sr.Prior ralhar ou Nosso Senhor castigar porque quero ficar mais informado.

    Não gostei da arrogância (não é bem esta palavra que queria dizer mas deu-me uma branca) da Galriça Neto como se fosse dona de toda a verdade).

    No dia em que o SIM ganhe acho que deveriam referendar.

    Já agora nas eleições também nós deveríamos escolher os deputados:))) aí Maria eu teria imensas dificuldades e faria uma bela salada, porque em todos os partidos há gente credível e honestos respeitando a opinião dos outros como tão bem faz MRS!

    Um abraço

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Sim, tem razão, Fatyly, Isabel Galriça Neto foi uma das que, quer pelo discurso, quer pela forma como o fez, mais parecia que estava a ler um ditado e não fazia a menor ideia do que estava ali escrito. Foi o que me passou. Foi a minha leitura de tudo aquilo. E foi bastante doloroso, até traumatizante, ouvir Isabel Galriça Neto.

      Na parte do esclarecimento, parece-me que aqui a culpa seja dividida por ambos, ou seja, podem não existir grandes esclarecimentos por parte de quem tem a obrigação de esclarecer, no entanto muitas pessoas, demasiadas, também não gostam de assuntos ditos sérios, aquilo tem de se pensar muito e provoca dores de cabeça.

      Claro que em todos os partidos existe gente credível, concordo, não concordo sequer com aquela coisa de que os políticos são todos iguais, no entanto acho que com o passar do tempo muitos acabam por se perder, tirem-se as ilações que se quiserem tirar da parte do 'acabam por se perder'.

      (não entendo nada disto, ou se calhar entendo mas não me apetece aprofundar, nesta situação da eutanásia estamos a decidir sobre a nossa própria vida, não estamos a decidir em relação à vida dos outros, se assim fosse a minha posição seria outra, obviamente, o papel dos políticos deveria ser o de regular, não o de obrigar pessoas a aceitar aquilo que não querem, todos têm direito à vida, não à obrigação de viver)

      Abraço para si também, Fatyly.

      Eliminar
  3. Excelente linha de raciocínio, Maria. Gostei. :)

    ResponderEliminar