quarta-feira, 23 de maio de 2018

Este post tem o alto patrocínio da Ironia ou, da Erronia



Capa do livro: da autoria de Júlio Pomar - artista plástico/pintor (estava capaz de comprar o livro só por causa da capa).
Prefácio: da autoria de um ex-presidente; ex-sindicalista; ex-metalúrgico, brasileiro. Muitos ex- para um só homem.
Posfácio: da autoria de um filósofo português a sério.
Autor do livro: de um outro "filósofo" português que nos diz que confiar no mundo é preciso - diz o mundo a cru, porque razão não te calas tu?!
Verbo: Confiar desconfiando - eu confio desconfiando/tu confias desconfiando/ele confia não desconfiando que muitos confiam desconfiando.
Autora do post: Uma Maria que já se deixou dessas coisas. Dessas de confiar no mundo e nas pessoas que vivem lá dentro.

7 comentários :

  1. O que quer que diga se a estimada Maria já disse tudo?!?!
    Assim não vale!

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    1. Mas também quando não escrevo quase nada - que já aconteceu - algumas pessoas queixam-se que aquilo não tem legendas e não sabem o que "dizer"- Assim também é difícil :)))

      (isto foi apenas uma brincadeira por causa da capa ser da autoria de Júlio Pomar, um dos pintores preferidos, penso, do senhor dono dos livros todos dele)

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  2. Tiro-te o meu chapéu e dei umas sonoras gargalhadas. De Julio Pomar gosto muito mais de outras obras. O ex do exs agora a ver o sol aos quadradinhos até ao "filósofo" que diz que escreveu mas não escreveu bem pode mudar de capa que confiar no mundo sim, mas jamais o autor de um embuste sem precedentes.

    Para terminar existe uma frase do filósofo Sócrates bué dos antigamente:

    “Se o desonesto soubesse a vantagem de ser honesto, ele seria honesto ao menos por desonestidade.”

    Saio daqui bem disposta e só tu me fazias rir:)) e vou agora ao meu trabalhinho de SOS:)))

    Um abraço chuvoso porque já a chuva chama por mim:)

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    1. Fatyly, gosto muito destas coisas, um género de trocadilhos feitos a olho e à minha maneira, ou seja, sem recorrer a medidor algum, porque existem determinados tipos de situações que só se devem mastigar acompanhadas de uma pitada de humor.

      Essa frase que trouxe até aqui tem muito sumo. A bem dizer gostei muito da dita. Desconhecia. Quase que dava para a desmembrar e cozinhar em lume brando um texto bem apurado.

      (há quem defenda que a opinião pública condenou o senhor muito antes da justiça o ter feito, eu cá não acho nada disso, opinar é diferente de julgar, opinar é para o cidadão comum, julgar é para os tribunais, a maioria das pessoas opinou simplesmente - penso é que aquilo do "confiar desconfiando" por vezes ajuda-nos a ter os olhos sempre muito abertos, a estarmos sempre muito atentos, a não descurar determinadas coisas, e quando isso acontece alguns sinais são demasiado evidentes para serem subestimados; diria mais, no dia-a-dia isso de não subestimar sinais poderá, inclusive, salvar-nos)

      Tenha um bom dia, Fatyly :)

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    2. Vou fazer um desvio neste meu post para lhe responder ao email que me enviou.
      (penso que não sendo privado, talvez até do interesse de muitos, não existirá qualquer tipo de inconveniente, antes pelo contrário, quem sabe se alguém a consegue ajudar)

      O FCT - Fundação para a Ciência e a Tecnologia - e o respectivo concurso de Projectos Investigação e Desenvolvimento de 2017 promovido pela mesma, é um assunto que requer um envolvimento meticuloso, conhecimentos aprofundados, burocracias e demais alíneas para as quais só alguém dentro da área pode responder. Por muito que gostasse de a ajudar não é essa a área onde me movimento. Quem sabe se entretanto não é contactada por alguém que poderá, aí sim, esclarecer as suas dúvidas de forma séria sem deixar qualquer margem para dúvidas. É aguardar mais um pouco sem desesperar :)

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    3. Maria obrigado pelas tuas palavras, mas eu não tenho qualquer dúvida mas elas existiram e existem apenas e tão só no grupo de investigadores que publicou o artigo de opinião no jornal Observador e outros jornais.

      É público sim, mas apenas revolto-me que quem dá tudo pela ciência veja as injustiças e "modus operandi" de avaliação para o ou no investimento de projectos, mas julgo que jamais irão desistir e irão continuar a investigar ó se irão!

      Termino dizendo que há jovens adultos de muito valor a todos os níveis. Até menos Jovens que vão à luta "sem graxa e cunhas e muito menos partidos políticos", que a todos os níveis poderiam fazer muito mais em prol do país, repito a todos os níveis... se não lhes fechassem tantas portas.

      Uma boa noite e um enorme abraço

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    4. (toda toda a razão na sua revolta, Fatyly)

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