sexta-feira, 13 de abril de 2018

Coisas que faz de conta que não entendo e que me deixam em estado de fartinha

1. Primeiro rezou-se a todos os santinhos para que chovesse, chovesse como se não houvesse amanhã, o país encontrava-se em seca extrema, informaram. Toda a gente ali, unida, contra quem dissesse que não simpatizava lá muito com chuva - não significava que quisessem que o país continuasse em seca extrema, era apenas um desabafo -, gente existiu que chegou ao ponto de dizer que um banho por semana era o suficiente, era necessário poupar água, e era, sem dúvida, aliás, continua a ser, mas deixem cá as pessoas tomar o seu banho diário, vivemos em sociedade, não propriamente no tempo das cavernas. Agora que chove praticamente todos os dias, reza-se a outros santinhos para que pare de chover, diz que as barragens estão quase a atingir o seu máximo, as pessoas estão fartinhas de chuva e já ninguém condena quem escreve que está isso mesmo, fartinha de chuva. Querem sol e começar a vestir roupa de Verão. Aposto que não tarda estão fartinhas de sol e querem começar a vestir roupa de Inverno. Eu, tenho dias, que não é a chuva, tão pouco o sol, que me deixa fartinha, são mesmo as pessoas. 

2. Temos todos de deixar as figuras públicas em paz, parece que as figuras públicas estão fartinhas de publicar fotos lá delas, entretanto as pessoas más como as cobras, vão até às páginas de Instagram, Facebook e não sei mais o quê que as figuras públicas possuem, sabe-se lá por que razão, dizer mal das figuras que as figuras públicas fazem quando publicam fotos delas. Não pode ser. Coitadas das figuras públicas que publicam fotos e querem apenas que as deixem em paz. Deixem-nas em paz se faz favor! Não as sigam. Não ponham lá isso de likes e dislikes. Nada. Volto a dizer com o coração oprimido, deixem-nas em paz. Pronto, já fiz a minha boa acção do dia.

3. Fartinha que neste país as pessoas mais influentes, aquelas que deveriam ocupar lugares cimeiros, não vão ao encontro de pessoas ligadas à ciência, à investigação, à literatura, às artes, à política, à medicina... É o país que temos, e eu por vezes tendo a não gostar do país que temos

4. Fartinha que digam que as pessoas que criticam e fundamentam as suas críticas, sejam sempre apelidadas de invejosas. Gente básica normalmente não dá para mais, usam quase sempre o argumento da inveja. É deixá-las lá a serem básicas e longe, se possível, daquilo de serem opinion makers. Sofre-se horrores só de imaginar que estamos a ser influenciados por pessoas que gostam mais de dinheiro do que eu gosto de bolo de bolacha caseiro.

(modo fartinha em desenvolvimento...)

16 comentários :

  1. Txi o que para aqui vai, menina. Não se ponha assim. Pois não sabe que o ser humano, aquele que anda erecto cobre as duas pernas e se diz racional, embora seja capaz das maiores atrocidades é assim mesmo? Já dizia o poeta, só está bem onde não está, e e só deseja o que não tem. Fizeram procissões a pedir chuva, um dia destes organizam uma a pedir sol.
    Criticar as figuras públicas? Fizessem todos como eu e decerto elas não se queixariam. Tenho para mim que se elas não se preocupam minimamente comigo, porque raio is eu perder o meu tempo com elas? tanto se me dá que apareçam nuas como vestidas.
    No terceiro ponto estou de acordo consigo. A cultura, a saúde e a educação, andam muito mal tratadas, mas tenho para mim que a maioria dos governantes não querem um povo culto. Quanto maior for a cultura mais difíceis são de enganar, e de levar para o rebanho.
    Aqui só para nós que ninguém nos ouve, E sem querer influenciá-la, eu gosto mais de dinheiro do que bolo de bolacha, caseiro ou não. Rsrsrs.
    Abraço e bom fim-de-semana

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    1. Elvira, começo pelo quase final do seu comentário porque acho que acertou no ponto, Nada mais verdadeiro do que isto que escreveu:
      "A cultura, a saúde e a educação, andam muito mal tratadas, mas tenho para mim que a maioria dos governantes não querem um povo culto. Quanto maior for a cultura mais difíceis são de enganar, e de levar para o rebanho."
      Eu acrescentaria que são os governantes mas não são só os governantes. Cá coisas minhas.

      Quanto ao resto...

      Ai ponho ponho, Elvira, é que tem dias que uma pessoa mais vale andar munida de ouvidos que não vêem e olhos que não ouvem. Ou ao contrário, para o caso tanto faz.

      O ponto dois foi em modo abusar da ironia até que a alma me doa. Tenho para mim que se as pessoas deixassem mesmo de seguir todas as figuras públicas nas redes ditas sociais, de comentar todas as fotos que as figuras públicas publicam diariamente, era ver as ditas figuras públicas a pedir por amor de uma santinha qualquer que as pessoas más como as cobras, lá fossem dizer qualquer coisinha, nem que fosse mal. Ou seja, fosse por mim, cada figura pública que se queixasse, quando são as próprias que fomentam o ódio, a má língua, publicando fotos que sabem de antemão que vai gerar polémica, com um bocadinho de sorte para elas até se torna viral, figuras públicas essas que precisam de muitos seguidores para se promoverem, era cortado o mal pela raiz, ficavam com aquilo a zeros, não se aguentam tantos joguinhos e tanta hipocrisia. Precisam das pessoas e passam o tempo todo a queixar-se das pessoas. Os portugueses precisavam de ser mais pragmáticos, incisivos, a ver ser isto não mudava num instante. Somos uns bananinhas e entretanto admiramo-nos que nos façam xixi em cima e riam ainda por cima.

      O terceiro ponto é melhor nem desenvolver senão o blog pega fogo. Damos mais dinheiro a ganhar a alguém da área do entretenimento, provavelmente mais valor até, do que a alguém da área da investigação que trabalha, luta, diariamente, por vezes com tremendas dificuldades para conseguir descobrir a cura para uma doença. Chateiam-me estas coisas.

      (eu também gosto de dinheiro, estranho seria se não gostasse, é ele que nos proporciona isto de conseguir sobreviver, só que a minha forma de gostar de dinheiro não é em modo ganancioso, dai a ponte com o bolo de bolacha caseiro)

      Abraço e tenha também um bom fim-de-semana.

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  2. Eternos insatisfeitos, incultos, irreversívelmente cretinos.
    Nesta gamela junte-se quem se deve juntar - refiro-me a pessoas - e o caldo está 'au point'.

    Comentário curto que isto hoje não está para excessos.

    Beijinho, caríssima senhora que passa a vida a 'amanhecer tardiamente' :)

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    1. A sua primeira frase, caro Observador, diz tudo. Está tudo nas nossas mãos e continuamos a agir como se fôssemos um rebanho de ovelhas.

      Beijinho para si também :)

      PS: Se fosse hoje o nome do blog seria outro, fiz isto sem pensar que iria ficar, ou a ficar seria apenas por uns meses, o máximo um ano, e olhe, ficou, até ver)

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    2. Esqueci-me de dizer uma coisa. Ainda vou a tempo?
      A coisa é: eu sou uma figura pública mas não quero que se saiba.
      'Prontes', é isto.

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  3. Pronto, Maria, com sua licença, voltei. Não que tenha desaparecido por um qualquer motivo, válido ou o seu contrário, mas é assim, que havemos de fazer?!

    1. Coitados dos santinhos, sabem lá eles para onde se voltar! Ou muito me engano ou estão em modo de fartíssimos.
    Independentemente da chuva, do sol, do "nem uma coisa nem outra", alguém sabe realmente o que quer? Olhe bem à sua volta. O que vê, Maria? A insatisfação passou a ser um modo de estar, uma maneira muito própria de ver o mundo, muito principalmente de estar no dito. Deixemo-los. Pois que rezem, já agora por eles próprios.

    2. Figuras públicas? Estou consigo, Maria. Não há direito! As pobres figuras sofrem horrores com as "figuras" que as outras figuras fazem. Taditas, delas!

    3 - Este seu ponto? "Fartinha que neste país as pessoas mais influentes, aquelas que deveriam ocupar lugares cimeiros, não vão ao encontro de pessoas ligadas à ciência, à investigação, à literatura, às artes, à política, à medicina... É o país que temos, e eu por vezes tendo a não gostar do país que temos."
    Posso subscrever na integra? Mas atenção, Maria, há muitas alminhas que ocupam, de facto, "lugares cimeiros" e que nada fazem. Isto sim, isto preocupa, e muito!

    4 - Gente básica? Já perdi a esperança que esse processo se inverta. Será genético? Será consequência do desinteresse, da atitude irresponsável dos responsáveis pela cultura e quejandos? É caso para dizer: só sei que nada sei."

    Ponto 0 - Bolo de bolacha? Por favor, Maria! Triste ideia a sua de mencionar o dito!:)

    Boa semana.

    Beijinho.

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    1. Se voltou, é sempre bem-vinda, GL, aliás, a porta está sempre aberta - entreaberta aos fins-de-semana.

      1. Tem razão, coitados dos santinhos, por esta altura e como tanto pedido, devem estar exaustos. Exaustos e fartos.
      2. Quanto às figuras que as figuras públicas fazem, bom, isto em Portugal entrou em modo enjoativo, são sempre as mesmas que não 'deslargam' - nem sequer me vou dar ao trabalho de mencionar quais são, não vale a pena -, os jogos de manipulação, é como se estivessem sistematicamente a insultar a inteligência das pessoas. Existem algumas pessoas que deixam que lhes façam lavagens cerebrais que não se entende por muito que se queira.
      3. Também lhe dou a razão quando escreve que existem alguns que ocupam lugares cimeiros e nada fazem. É bem verdade, só que é necessário perceber que quem nos deveria influenciar não são pessoas que nos atiram para cima resmas de frases feitas, discursos a puxar à lágrima fácil, muito pestanejar a acompanhar olhares de carneiro mal morto... Acho que entrámos em modo contramão, começo a pensar que, por algum motivo, neste momento, não distinguimos o essencial do acessório, começámos a eleger pessoas-acessório para nos influenciar. Não sei se isto é perigoso ou ridículo. Não me consigo decidir.
      4. Neste país o argumento inveja vem sempre em primeiro lugar - mais básico do que isto não conheço -, qualquer coisa que se diga e não seja na onda de engraxar, é porque se é invejoso.

      (o seu ponto 0 é 0 porque a GL não comeu uma fatia do bolo de bolacha feito pela minha mãe, ainda hoje, passados alguns anos da sua partida, consigo sentir o cheiro a café acabado de fazer onde mergulhava as bolachas, o cheiro e o sabor :)

      Tenha também uma boa semana.
      Beijinho, GL.

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  4. 1- Sem generalizar como é óbvio os portugueses são uns eternos insatisfeitos e os iluminados de topo ou sem topo fizeram uma propaganda para e como poupar água que sinceramente me deu vómitos. Por vezes pergunto a mim própria que raio de gentinha é esta? Adiante! Quanto às rezas aplico um provérbio africano que me diz muito: "E enquanto você reza, vá fazendo."

    2- Não sou "figura pública" e acho que sigo apenas o blogue de uma e jamais fazer o que referes. Eu hem?

    3- Subscrevo inteiramente e sei bem o que digo...bota fartinha nisso porque o que existe mais são os que teimam girar em torno do seu umbigo e quem dá o melhor e já com imensas cartas dadas ofusca-os...enfim, fico por aqui!

    4- Adoro bolo de bolacha mas se pudesse arreava nas "fuças de muitos corruptos e não só" com prato e tudo. Detesto gente invejosa e a essas ponho-as num prato a marinarem em sal e resmas de desprezo:))) e

    5- Fartinha de gente tão defensora dos animais mas que deixam a "*****" nos passeios

    6 - Fartinha de gente que deita o lixo janela fora sem ver se vai passar alguém

    7- Fartinha de por vezes em alguns prédios, saber o que comeram à noite porque ainda hoje o meu carro estava cheio de esparguete.

    8- Fartinha de ver tanta falta de civismo e educação.

    Xiiiiiiiiii dei continuidade mas caramba p'ro que me havia de dar:)))

    Um abraço cansado porque hoje buli bué bem que até a alma ficou limpinha e cheirosa:)))

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    1. Obrigada por ter acrescentado mais umas coisas na onda de 'fartinha', essa também foi a minha intenção. Intenção que as pessoas desse lado também dissessem de sua justiça e escrevessem do que realmente estariam fartas.

      (esparguete em cima do carro?! a sério?...)

      Abraço par si também, Fatyly, tenha um resto de boa semana :)

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  5. Sem mais delongas, é caso para dizer: o rei vai nu.
    (Mas há um mundo paralelo, para lá da "normalidade", em que existem pessoas que se esforçam para dar valor, por mais ínfimo, àquilo que verdadeiramente o tem. Esse mundo existe mesmo, Maria.)

    Um beijinho :)

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    1. Todos os dias tento acreditar. Esforço-me bastante. Se esse mundo ainda existe mesmo está muito bem disfarçado, ou escondido. Isto não está fácil. Admito que ando um pouco decepcionada. Talvez passe...

      Beijinho para si também, AC :)

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  6. parece que não deves ter recebido o meu comentário, será? ou então estarás ocupada o que desde já peço desculpa.
    beijo

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    1. Peço desculpa, Fatyly, não tive mesmo oportunidade de dar um salto ao blog nestes últimos dias :)

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  7. Somos tudo aquilo que demonstramos e mais aquilo que nos esforçamos por esconder...

    Ponto 1 - Somos uns eternos insatisfeitos, mas sobretudo, temos horror ao tédio. Uma vez já cheguei a explicar isso no meu blogue. Imagine que adora comer Leitão à Bairrada e que, por ele, seria capaz de fazer uma viagem 600 Kilometros a conduzir sem parar para comer o melhor Leitão à Bairrada do mundo. Agora imagine que era obrigada a comer esse mesmo "melhor Leitão à bairrada do mundo" todos os dias da sua vida em todas as suas refeições. Ao fim de 3 ou 4 dias já não poderia mais ver leitão à sua frente. Ia passar a detestá-lo num instante. O mesmo se passa com tudo o resto que directa ou indirectamente acaba por fazer parte da nossa vida. Seja o Sol, seja a Chuva, o Verão, o Inverno, o emprego, as pessoas, as relações amorosas, o casamento, etc...tudo acaba por saturar um dia e pouca coisa consegue contrariar esse sentimento. Quem o conseguir é um Deus entre os homens.

    Ponto 2 - Como bons narcisistas que são, é natural que as figuras públicas só tenham inteligência emocional para aceitar os likes. Já tive uma discussão interessante no blogue da Ana Garcia Martins (Pipoca Mais Doce) à respeito disso, mas como boa narcisista que é...ela também acabou por não conseguir encaixar bem o assunto.

    Ponto 3 - As pessoas mais influentes do país não vão ao encontro de pessoas ligadas à ciência, investigação, literatura, artes, politica e medicina...porque, muitas vezes, a influência delas tem a forma de uma falácia (uma influência de casca de ovo) que só o mundo televisivo consegue alimentar e se fossem ao encontro das pessoas ligadas às áreas mencionadas, elas receiam que a máscara pudesse cair...

    Ponto 4 - Acusar alguém de inveja é sempre o último reduto para quem não sabe defender-se dos seus argumentos, ou compreendê-los sequer...

    Um abraço e bom domingo.

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    1. Alguma rotina é necessária para conseguirmos algum equilíbrio. Penso eu. Esse tipo de rotina não tem de ser necessariamente sinal de tédio. Talvez tenhamos entrado num tal estado de inquietação que precisamos de cinco em cinco minutos de coisas novas a acontecer-nos, isso pode ser bastante frustrante...

      Francisco, sou aquele tipo de pessoa que gosta de peixe cozido, brócolos al dente e uma batata doce; de fruta basta-me uma maçã vermelha, a starking; uma água com gás. Não precisaria de mais nada para sobreviver. Não me chateia comer isto todos os dias. Aliás, como isto quase todos os dias. Acho que como para sobreviver e não vivo para comer, talvez seja por isso que não me aborrece nada este tipo de comida, embora de quando em vez me apeteça beber vinho tinto, comer uma fatia de tarte de limão, massa, comida picante de que gosto bastante, no entanto passo muito bem sem nada disto. Disciplinei-me ao longo da minha vida para conseguir largar vícios de um dia para o outro se assim tiver de ser, e tal foi o meu esforço até agora que quando resolvo largar algo que acho que me prejudica, que não me faz feliz, largo mesmo de um dia para o outro sem olhar para trás - tenho para mim que se eu fosse fumadora e decidisse deixar de fumar, o faria de um dia para o outro sem precisar de nenhum tipo de ajuda, uma pessoa quando pensa que é capaz de superar vícios, dores, perdas, é mais forte do que alguma vez imaginou ser naquela situação, é por isso que me chateiam pessoas que estão sempre a queixar-se de tudo e mais alguma coisa; ora é porque chove, ora é porque faz calor, ora é porque está frio... chateia-me sobremaneira gente assim, não tenho a menor paciência, admito.

      Não me parece que uma pessoa precise de ser "Deus" para o conseguir, somos é muito comodistas, dá menos trabalho passarmos a vida a queixar-nos, a lamentar-nos, do que mudar o que precisa de ser mudado. Lembro-me de numa dada altura da minha vida estar a trabalhar num empresa, já lá trabalhava há 9 anos, estava efectiva, ganhava razoavelmente bem, no entanto fazia o mesmo percurso casa-trabalho-trabalho-casa, há 9 anos, conhecia cada esquina de rua, cada pedra da calçada, cada pingo de chuva, cada loja, restaurante, café, e sei lá que mais, como a palma da minha mão, estava a enlouquecer, precisava mudar urgentemente, ver novas caras, novas pedras da calçada, resolvi começar a enviar CV's para meia dúzia de empresas seleccionadas por mim e nas quais gostaria de trabalhar, tudo discretamente, fui a entrevistas em horas de almoço e finais de tarde após o trabalho, uma delas, aquela que eu julgava que não teria hipótese alguma de entrar fez-me uma proposta, negociei ordenado, entrei também como efectiva e... comecei uma vida nova, nessa nova vida apaixonei-me por um colega de trabalho (não aconselho esta parte, pode ser difícil de gerir) com quem estive sete anos. Resumindo, se eu não tivesse decidido mudar algumas coisas, se ficasse só pelo lamento, a vida não me teria oferecido aquela que eu digo ter sido uma das melhores fases da minha vida. Deixar o tédio instalar-se pode ser fatal para isso de ser de quando em vez feliz, sorrir descontraidamente.

      Figuras públicas e narcisimo, não vive uma sem... o outro.

      As pessoas mais influentes do país, diz quem percebe muito de coisas importantes, são apresentadoras de tv e actrizes. Ora, isto só pode estar no bom caminho. Se as pessoas gostam de ilusões, embora lá dar às pessoas o que realmente as pessoas gostam. Entretanto não se queixem, sim?

      A inveja por estes dias serve para tudo, para lavar sanitários, desentupir canos, como ervas aromáticas, e até para tapar buracos onde os buracos são inexistentes.

      Bom domingo, Francisco.
      Abraço.

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