sexta-feira, 9 de março de 2018

Eles falam, falam, falam, mas depois não os vejo a explicar o significado de cada cor do alerta

Tudo eu, tudo eu... ou neste caso, bendito IPMA

Considerações consoante a cor do aviso.
CinzentoInformação em actualização.
VerdeNão se prevê nenhuma situação meteorológica de risco.
AmareloSituação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.
Acompanhar a evolução das condições meteorológicas.
LaranjaSituação meteorológica de risco moderado a elevado.
Manter-se ao corrente da evolução das condições meteorológicas e seguir as orientações da ANPC.
VermelhoSituação meteorológica de risco extremo.
Manter-se regularmente ao corrente da evolução das condições meteorológicas e seguir as orientações da ANPC.

7 comentários :

  1. Há muito que aqui o rapaz tinha reparado nesse pormenor que é maior do que parece.

    Aquilo do aviso "cinzento" sim, tem o meu apreço. Com tanto cinzentismo por aí espalhado, mais um não faz mal a ninguém.

    Vou ver se chove! :)))

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    1. Eu também reparei. Um pequeno pormenor que faz diferença, penso eu. Sempre que falam do tempo e, aviso amarelo isto e aviso laranja aquilo, uma pessoa precisa de uma qualquer legenda. Pronto, há gente mais inteligente do que outra e chega lá sem legenda, eu nestas coisas de avisos com cores, sou mais bolos. Portanto pus os dedos a caminho e bati à porta da IPMA :)

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  2. Olha que já ouvi a explicação e acho que foi na SIC Noticias. Também sempre que alguém do IPMA fala explica a designação e ao fazer zeping...apareceu sempre a mesma senhora a explicar o mesmo.

    Mas achas que o povo português segue os conselhos? Basta ver as imagens em directo...e lá anda a polícia a retirar as pessoas. Falta de civismo e depois aqui Del'rei não há quem me acuda ou ajude.

    Beijocas

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    1. Fatyly, se deram a explicação, admito que não vi, pelo menos nos jornais da noite não dei por nada. Mas eu por uma questão de não enlouquecer já me deixei disso de ouvir/ver o tempo através das notícias da tv. Nesta semana que passou num canal diziam que as ondas seriam de 7 metros, entretanto faço zapping para outro e ali informavam que as ondas seriam de 14 metros, nisto volto a fazer zapping para outro canal e a informação do jornalista era de que as ondas atingiram os 15 metros. Isto tudo num espaço de (+-) 5 minutos. Não se aguenta estas coisas, portanto, para não me dar um qualquer colapso não fosse um outro canal e outro jornalista informar que as ondas eram bem capazes de atingir os 50 metros, desliguei a tv e voltei-me para a música. Pelo menos na música podemos confiar.

      :)

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  3. Que tempos são estes que vivemos, em que cada espirro da Natureza parece o "ai Jesus" de qualquer crente da Idade Média?
    Sim, eu sei, temos que estar informados, o que é coisa boa. Muito diferente, para lá das boas intenções, é vivermos condicionados pelas informações daqui, das considerações dali. Sem nos apercebermos - okay, vivam as boas intenções - estamos a reagir como se vivêssemos isolados, susceptíveis a qualquer soar de trompa, como se a nossa vida estivesse constantemente em risco.
    Está em risco? É claro que está. temos alguma coisa a dizer sobre o assunto? Quase nada. Então, o que nos resta? Acreditar, acreditar sempre. Não há volta a dar-lhe.

    Um beijinho, Maria :)

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    1. Existem espirros e espirros. Espirros com chuva e vento moderado, parece-me bem. Agora, quando a natureza resolve constipar-se a sério, é de fugir.

      Nem a propósito...
      Ontem (não me lembro se foi realmente ontem se anteontem), deu-se uma coisa que tem o seu quê de engraçado e ao mesmo tempo deixa-nos pensativos nisto de não saber o que pensar. Passavam notícias na RTP1, não eram noticiários da tarde nem da noite, é um programa apresentado por Dina Aguiar que nem costumo ver mas calhou passar os dedos pelo comando de tv, entretanto está um repórter numa determinada zona do país a entrevistar um Vereador (penso), e um proprietário de uma casa, casa essa que estava a ser filmada e por onde passava um ribeiro quase colado à casa, a casa, ou os muros da casa, corriam o risco de cair se entretanto o caudal do ribeiro subisse drasticamente, teria a ver com uma barragem, enquanto o Vereador garantia que estava tudo controlado, o proprietário da casa, obviamente, estava apreensivo e notava-se pela voz, pelo olhar, bastante nervoso, óbvio, se eu visse a minha casa, muros, em risco de cair, também eu ficaria igual ao proprietário daquela casa, muito pouco descansada embora um Vereador dissesse que poderia ficar tranquila, engraçado isto de se dar palmadinhas nas costas das pessoas, afirmar que não há motivo para alarmismos e coiso (peço desculpa pelo 'coiso'), mas pronto, passe-se à frente... termina a tal reportagem e ouve-se Dina Aguiar para rematar dizer qualquer coisa do género: ... um contratempo mas, precisamos de chuva... Ora, o que se subentende, depreende, pelas palavras da jornalista é que: do mal o menos, se a tua casa, muros, caírem, será em nome de um bem maior, a chuva que todos precisamos que continue a cair... Isto foi o que eu subentendi, pode com certeza estar errado, mas que leva uma pessoa a pensar isto, leva. Moral da história: desde que seja a tua casa, muros, a cair, e não a minha, uma pessoa anda descansada porque precisamos de chuva. Eu cá não vejo as coisas assim, mas eu, já se sabe, sou um ET. Fosse ao contrário, imagine-se a coisa do 'contratempo' voltar-se para outro lado a ver se o remate seria o mesmo. Duvido. Muito.

      Eu cá acredito que entrámos em modo 'salve-se quem puder' de mãos dadas com o modo, desde que primeiro eu me consiga salvar.

      Beijinho também para si, AC :)

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