domingo, 3 de dezembro de 2017

Porque um blog também serve para estas coisas e eu gosto francamente destas coisas

As pessoas desse lado não nos conhecem pessoalmente, nunca falaram connosco pessoalmente e, talvez por isso se julgue que todos os que escrevem em blogs têm como intenção obter algo. Não corresponde à verdade. Há quem seja no blog aquilo que é na vida dita real, escreva apenas por escrever, sem filtros, usando de uma transparência que provavelmente lhe poderia ser prejudicial num mundo fora da Internet. Pois. O problema é que eu conheço a parte em que a vida nos pode ser dificultada se não se souber engraxar as pessoas certas. Sou e sempre fui um desastre nisto de engraxar pessoas, não o sei fazer, as coisas saem naturalmente, se gosto digo e se não gosto digo na mesma. Também eu já fui assediada no sentido de dizer coisas para beneficiar este ou aquele, ou pior ainda, para prejudicar este ou aquele, não o fiz, duvido que alguma vez o faça. Duvido não, tenho a certeza, um dia paga-se a factura, esse dia há muito que me bateu à porta. Sobrevivi. 

Posto isto vamos ao que é realmente importante. 

Texto da  Time Out e porque vale a pena divulgar:






16 comentários :

  1. Identifiquei-me totalmente com a primeira parte deste teu post, de tal forma que tiro-te o meu chapéu e grito aos sete ventos: BINGO:))

    Quanto à iniciativa que dás a conhecer e que segui o link acho louvável para quem compra ou "gama" pinheiros naturais é uma forma de contribuir e rentabilizar o dito.

    Nunca comprei e muito menos "gamei" um pinheiro natural. Em Angola o meu pai comprava ou davam-lhe (não me recordo) um natural mas de reservas autorizadas. Ai de quem fosse apanhado a "gamar" logo, logo seria apanhado e desaparecia do mapa.

    Quanto ao quadro com a lista de afazeres...faço tal e qual mas encalhei na 5ª "Fazer as pazes" não comigo mas para alguém da minha família que não há volta a dar-lhe...talvez o tempo lhe faça ver que "guardar rancores e ou não saber reconhecer o erro em que está" é sempre mais gratificante" e aí Maria...já seja tarde demais. Cansei e desisti.

    Gostei imenso deste "cheirinho a NATAL" e muito obrigado

    Um resto de bom domingo


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    1. Esta iniciativa é qualquer coisa de muito bom, pena é que os meios de comunicação social, programas de entretenimento, não a tenham divulgado até à exaustão. Não sei se o fizeram, eu pelo menos não dei por nada.

      Lembro-me do tempo em que era criança, da minha mãe entrar com o pinheiro pela casa adentro, o cheiro que ficava pela casa toda é inesquecível. Na altura ainda não existia isto que refere o último parágrafo do texto da Time Out. Estamos a evoluir o que é francamente bom. Entretanto ajudam-se os bombeiros, espero mesmo que se ajudem os bombeiros... com isto de donativos em parte incerta ou a chegar demasiado tarde a quem precisa, uma pessoa não tem como não ficar de pé atrás. Sejamos positivos.

      Isso de fazer as pazes tem muito que se lhe diga, não pode ser uma coisa que só acontece por volta do Natal. Também eram bom que as pessoas se parassem de enganar umas às outras só porque é Natal, dava para aprofundar esta parte mas acho que não vale a pena, ou não é o momento certo para isso.
      ...

      Sou assim, Fatyly, goste-se ou não. Mas isso de gostar ou não é coisa que não me tira o sono. A vida acaba sempre por pular e avançar, como diz a canção. Entretanto como sou muito exigente comigo própria, dura até dizer chega, quando alguém me tenta atingir já chegou tarde porque eu própria já fiz todo o 'trabalho' sozinha :))

      Tenha um excelente domingo, Fatyly.

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  2. Pergunta mais ou menos inocente: quantas partes tem este texto? :)))

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    1. É escolher a parte que mais lhe interessar, caro Observador, eu cá se estivesse no seu lugar escolhia a parte de ajudar os nossos bombeiros que, dizem alguns, muitos mesmo, e eu confirmo, bem precisam.

      Uma catrefada de boas energias para esse lado, vá-se lá saber porque me lembrei disto agora... eheheheh

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    2. Ajudar os bombeiros? Porque não? Só uma questão: o dinheirinho será aplicado adequadamente?
      Ai estas minhas dúvidas!!!!!

      Bem preciso de uma catrefada de boas energias, Maria. Lembrou-se bem.
      Outra catrefada de energias igualmente boas para essa banda. Eu disse banda? Disse, está dito :)

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    3. errata: por que e não porque, claro (ou escuro, depende da parte do planeta onde nos encontramos no momento :)))

      Receita para atrair boas energias (eu cá acho que o senhor que se encontra desse lado precisa)
      1. Gatos - os gatos têm o poder de absorver más energias e transformá-la em energia positiva.
      2. Aloe Vera - absorve más energias e purifica o ar.
      3. Bambu - Atrai sucesso e prosperidade.
      4. Velas brancas - Possuem aquela coisa das boas vibrações.
      5. Sal - Pôr um fio de sal à volta da casa para absorver as más energias (se tiver uma casa muito grande, olhe, é mandar encolher a dita.
      6. Manter a casa muito limpa e arrumada (para além de ajudar a emagrecer sem precisar de gastar dinheiro no ginásio, restabelece aquilo do equilíbrio).

      Maria, sempre a contribuir para um mundo melhor (ahahahahahahah)

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    4. A errata poderia ter sido assinalada por mim mas não me apeteceu.
      Dito de outra forma, quis testar a a atenção da senhora que gere este espaço.
      É evidente que não pode ser 'porque' mas sim 'por que'.
      E porquê? Porque sim!
      ;)

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    5. Não me importo nada que me corrijam, caro Observador, só que neste caso foi mesmo um lapso. Quando me apercebo apresso-me a corrigir. Tendo em conta que sempre li de forma quase compulsiva (fui daquelas crianças que não gostava de bonecas nem de panelinhas, só queria livros, música, jogos e lego) tinha obrigação de não escorregar desta forma. Acontece.

      :)

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  3. Que luta esta, Maria, a de tentar respirar algo que nos pareça justo, saudável, algo que valha mesmo a pena para que a vida se vista, nem que seja de vez em quando, com as cores mais adequadas, que façam sentido!
    Há anos assisti a um documentário sobre uma ONG que assentava a sua estratégia na difusão de coisas positivas que vão acontecendo pelo mundo. E, dando crédito àquilo a que assisti, os seus membros achavam isso da maior relevância. Confesso que, durante todo este tempo, nunca mais ouvi falar deles. Não que tivessem desaparecido, mas porque a sua linguagem era incómoda e, acima de tudo, não vendia. Neste mundo quase toda a gente gosta de consumir desgraças, não é assim? Isso é que vende.
    Já tinha lido o seu post há uns dias, e gostei deveras. Mas tenho andado tão ocupado com a escola que, confesso, não me apetecia comentar só por comentar. Tudo isto só para lhe dizer que sim, apoio toda e qualquer iniciativa que promova o lado bom da comunidade, que desencadeie o que de melhor existe em nós. Mas, atenção: como alvitra o caro Observador, quem é responsável pelo dinheiro? Esta parte parece desajustada do corpo principal do texto, mas talvez não seja. É que não basta contribuir, é preciso saber o percurso do dinheiro. Só assim seremos cidadãos de corpo inteiro.
    Já agora, os seus diálogos com o caro Observador fazem-me sorrir. Gosto.

    Um beijinho, Maria 

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    1. AC, admiro que por vezes cansa um bocadinho esta luta a que se refere, já dei comigo a pensar se não é melhor baixar os braços e olhar para o lado, teria menos chatices, acho até que na vida dita real era bem capaz de ter uma vida bem mais, digamos, bem mais ... cómoda.

      Agrada-me a parte da divulgação de coisas positivas, equilibra-nos. Tem dias em que nem sequer oiço/vejo/leio notícias, é a única forma de conseguir sobreviver, de não enlouquecer, principalmente quando se vive uma era de sensacionalismo que não vai ao encontro da minha forma de estar na vida. Gosto de estar informada, mas não gosto disto do atropelo, do 'salve-se quem puder'.

      Ora, linguagem incómoda, frontalidade, não ser adepto da hipocrisia, não vende, isso já nós sabemos...

      Caramba, AC, agora disse toda a verdade ao escrever isto: 'Neste mundo quase toda a gente gosta de consumir desgraças'. Deve ser por isso que o Correio da Manhã é o jornal mais vendido neste país, eu então fujo daqueles títulos e daqueles conteúdos a sete pés. Não faz o meu género.

      Quanto à parte do dinheiro, toquei nessa parte na resposta ao comentário da Fatyly.

      (gosto de me 'meter' com o caro Observador, principalmente quando noto que acordou com os pés de fora :))))

      Beijinho também para si, AC :)

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    2. Estou a ler, estou a ler :)))
      Caro 'AC', a estimada Maria não perdoa.

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  4. Maria, tenho passado por aqui nos últimos dias, sempre com a esperança de ser o primeiro a comentar o novo post. Continuarei a aguardar, resignado. :)

    Um excelente domingo :)

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    1. AC, existe uma razão para não ter publicado nenhum outro post até agora, é que o texto diz que o aluguer de pinheiros seria entre 01.Dez. e 10. Dez. - termina hoje, portanto - daí ter decidido deixar este texto até à data limite. Foi a minha muito pequena contribuição na divulgação de algo que achei de muito valor. Se alguém leu este texto e influenciado por ele decidiu alugar um pinheiro, acho que já valeu a pena. Pena não existir feedback.

      Para si também, um resto de bom domingo :)

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  5. Olá, Maria, estou de volta ao seu espaço :)

    Gostei muito deste post. Identifico-me bastante com a primeira parte. Sinceramente, cansa-me muito o simples acto de "engraxar" alguém. Além de cansativo, não gosto da impressão com que fico em mim. É como fugir ao que acredito. Das vezes em que isso infelizmente teve que acontecer, dei sempre a volta por cima e consegui mostrar realmente o que sentia. Se isso me fez perder pessoas? Sim, mas o que importa é a qualidade e nunca a quantidade. Das pessoas tóxicas eu fujo a sete pés!!!

    Quanto à iniciativa, gostei da ideia. Confesso que se foi publicitada nos media, não me chegou. É uma boa ideia e a causa é nobre.

    Um beijinho, Maria,
    Bom domingo

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    1. Olá, Carpe, pois seja muito bem-vindo a um espaço que também é seu :)

      Lá isso é verdade, por 'isso' refiro-me à parte de 'perder pessoas', perde-se realmente pessoas, bom, se formos analisar a situação pelo lado positivo, diria que não se perdeu grande coisa, ganha-se, isso sim, espaço para pessoas que valem realmente a pena.

      Quanto à parte das 'pessoas tóxicas' começo a acreditar que o segredo é aprender a conviver com elas sem que para isso nos tornemos iguais, não é tarefa fácil, existe sempre algo que passa e num dado momento nós próprios nos tornamos tóxicos, é inevitável, convém é que seja só um momento, talvez assim se consiga criar defesas que são essenciais à parte de sobreviver.

      Beijinho para esse lado também :)

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