terça-feira, 14 de novembro de 2017

Será Portugal um país de chefes ou de líderes? (sim, há diferenças)

Seja na política, nas empresas, em simples lojas, palpita-me que a resposta não será assim tão difícil. 


4 comentários :

  1. Conheço alguns chefes que são de facto líderes, e todos os chefes deveriam ser, mas sem ter qualquer dúvida digo que, Portugal está em saldo negativo e revisto muito em baixa:) no que toca a líderes a todos os níveis.

    Por vezes pergunto o porquê? E vou ter sempre a quatro pilares fundamentais que muitos julgam ter mas não têm coisa alguma: educação, humildade, seriedade e respeito.

    Uma boa noite e vou dormir!

    Beijos

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    1. Fatyly, se reparar atentamente na imagem do texto, comparar a coluna da esquerda relativa aos chefes e a coluna da direita relativa aos líderes, perceberá de imediato grandes diferenças e, sim, corresponde à verdade, falo por mim que ao longo da minha vida profissional conheci apenas dois líderes no verdadeiro sentido da palavra, um deles que distribuía, inclusive, os lucros no final do ano também pelas pessoas que trabalhavam na empresa, e quando digo todos, digo mesmo todos, não eram só os directores, a coisa passava também pela senhora da limpeza e pelo paquete, só para se perceber o espírito de um líder. Chefes tive alguns, é a política do 'quero, posso e mando', o não ser imparcial, o levar para dentro da empresa amigos e conhecidos com ordenados estupidamente pornográficos, o trocar de carro topo de gama sempre que lhes apetecia, embora obrigassem os seus empregados a uma severa contenção de custos, começando pelos ordenados. Portanto acho sempre muita piada quando alguém diz que basta trabalhar muito, ir à luta, que o resto vem por arrasto. Sim, sim, contem-me histórias para adormecer.

      Tenha uma boa noite, Fatyly :)

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  2. Sem pestanejar estou do lado los líderes, embora não aprecie o termo.
    O que está em questão são as características e aí, de chefes fiquei eu farto, apesar de apenas ter tido dois. Para ser mais rigoroso, duas.

    'Prontes', já disse o que tinha a dizer.
    Um beijinho para si, Maria. E agasalhe-se que o frio vem para ficar ;)

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    1. Somos um país de muitos chefes e poucos líderes, quer-me cá parecer. Aliás, somos um país em que por vezes existe mais gente a chefiar um departamento do que a trabalhar, são os chefes dos chefes. Toda a gente quer ter o papel principal, só que nem todos nasceram para o exercer, isto é coisa que não se aprende, ou se tem e entretanto se vai limando arestas com o tempo, idade, experiência, ou não se tem e ponto, serão sempre chefes na onda do 'quero, posso e mando', sem saber delegar, sem saber gerir pessoas, tenham 30/40/50/80 anos, ou seja, chefias eternamente medíocres. E com maus chefes, não há bons "subordinados". O exemplo vem sempre de cima. O chato é que as cabeças que rolam em primeiro lugar normalmente são as da arraia miúda.

      Beijinho, caro Observador :)

      PS: gosto de frio; gosto de chuva; só assim se consegue desfrutar e dar valor depois ao sol, céu azul e calor.

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