sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

(Maria também já foi buscar a cadeirinha para se sentar perto do mar só para ver as ondas de sete metros)

É que bem pertinho do mar, mesmo ali na primeira fila, o mar vê-se melhor. Calculo que o mar também me veja melhor porque isto tem que existir reciprocidade entre ambos os dois. Sem aspas porque o meu teclado hoje não está a vender aspas. E as ironias estão com a cotação muito baixa. Só contratempos, a minha vida!



10 comentários :

  1. Ora aí está, a Maria a causar-me duas preocupações, e sérias.
    Essa da reciprocidade entre "ambos os dois" tem muito que se lhe diga, ó se tem! Há casos em que dita é muito, muito difícil, o que pode ser complicadote. No caso concreto do "parceiro" em presença ui, ui, puxe a cadeirinha bem para trás.
    Depois.
    Bem, depois a sua vida ser um somatório de contrariedades é muito tristinho.:)

    Beijinho, Maria.

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    1. Já percebi que o teclado da GL é muito melhor do que o meu. Ainda por cima é esperto e sabe pôr aspas nos sítios certos (ahahahah).

      Eu cá acho que parceiros destes, e estando os ditos em dias de muito mau feitio que, traduzido, quererá dizer ondas altas, uma pessoa quer é distância. Mas isto sou eu que sei qual o meu tamanho em relação ao tamanho e fúria do mar e, vai daí, resumo-me à minha insignificância.

      Beijinho para si também, GL. Bom fim-de-semana :)

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  2. Maria colocou a cadeira a 7 metros? Não conseguiu fazer como alguns repórteres televisivos que quase molharam os pés? Francamente, acho que neste contexto Maria teve medo. Do mar, tão bonito de se ver e de sentir.

    O meu teclado tem problemas com os hífenes. Será que até o teclado é contra o Acordo Ortográfico?

    PS em formato boa ideia: a foto pode servir para ajudar à meditação. Não explico como porque se trata de uma experiência embrionária e ainda não é conveniente espalhar a coisa.
    Além disso, Cristas ex ministra do Mar diz que teve a mesma ideia quando era criança mas ... passou-lhe com a puberdade :)))

    Acho que não disse nada de jeito mas isso agora talvez não interessa nada.
    Beijinho

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    1. Qual a 7 metros? Nada disso. A cadeira está mesmo ali colada ao nariz do mar para não me escapar todo aquele ondular e cheiro bom a maresia. Gosto muito de ver o mar de perto e não ligo a isso das bagatelas dos avisos do: ah e tal vê lá não vás hoje para perto do mar não vá o mar estar muito carinhoso, dar-te um abraço bem apertado e levar-te para longe. Eu sou uma pessoa muito corajosa e muitA forrrrte :))))

      (ouvi ontem uma coisa muito interessante-ó-ridícula, dizia o jornalista de dentro do estúdio para a jornalista que estava na praia à espera de uma onda: "sei que do local onde te encontras uma onda já te molhou - foi algo assim - enquanto a jornalista relatava divertida que sim, uma onda já a tinha molhado. Raios, uma pessoa ao ver e ouvir certas coisas sente-se muito estúpida mesma)

      O meu teclado tem uma alimentação mais saudável do que a sua, gosta de hífenes al dente acompanhado de beringela (eheheh).

      Beijinho, caro Observador, com hífenes no bom do fim-de-semana.

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    2. Ahhhh, 7 metros ... pois, a altura das ondas!!!
      E eu a pensar que os 7 metros se referiam à distância da cadeira em relação ao mar e mar há ir e voltar. Estou a precisar de uma reciclagem à maneira :)))

      Ali no "Acho que não disse nada de jeito mas isso agora talvez não interessa nada" existe um lapso cuja culpa pertence ao teclado. Onde se lê "não interessa nada" deve ler-se "não interesse nada".

      O meu teclado é vegetariano :))))))))

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    3. Pronto, os títulos todos eles escolhidos com muito esforço, carinho e amor. são completamente desprezados pelo caro Observador. Caramba, isto arrasou comigo, ora leia lá a ponta do título... "para ver as ondas de sete metros" :))

      (os teclados estão hoje na berlinda, lá terão de aguentar, aguentar e cara alegre... eheheheh)

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    4. Agora, Maria virou-se para a poesia. Vejamos:
      "Pronto, os títulos todos eles escolhidos com muito esforço, carinho e AMOR. são completamente desprezados pelo caro OBSERVADOR".

      A "ponta do título" fica fora do alcance do meu monitor. Afinal o problema não é apenas com os teclados :)))

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    5. Poesia não é o meu forte
      E amor também não
      De trovões não gosto nada
      Nosso Senhor me proteja com sua bençããão

      Uma pessoa que sabe rimar não com bençããão, é uma pessoa muito mal aproveitada na área de "rádio, tv disco e da cassete pirata", como diria tio hermanito Ósué :))

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  3. E já temos uma Maria de 34 anos desaparecida. Faz-me confusão como as pessoas gostam de arriscar assim a vida gratuitamente.
    A estupidez é tão grande que nem me apetece brincar.
    Abraço e bom fim de semana

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    1. Elvira, eu acho que se as pessoas se dão ao luxo de brincar com a sua própria vida, os outros têm de agir em conformidade e também brincar com o assunto. Quando as autoridades se fartam de avisar para as pessoas se afastarem do mar em dias considerados perigosos e se, mesmo assim, as pessoas se estão nas tintas, não merecem grande respeito. Arrogância é um tipo de comida que, por vezes, mata.

      (o estranho nisto tudo é que por um lado temos pessoas doentes que querem viver e não podem, e temos outras que do cimo da sua arrogância desperdiçam o que de melhor lhes foi oferecido... eu nestas coisas falta-me a paciência)

      Abraço, Elvira. Bom fim-de-semana.

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