quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Maria, a perguntadeira (*). Perguntadeira: aquela que pergunta no sentido de também querer ser iluminada

1. O que é ser imparcial quando se escreve?


2. O facto de se receber dinheiro pode influenciar uma opinião?

3. Serão mais credíveis as pessoas que escrevem sem receber qualquer tipo de compensação?

4. Pode-se medir a credibilidade? E pesar?

5. Ser credível está na moda, ou não é uma questão de moda? Se não é, é o quê então?

6. A liberdade de escrever sem receber dinheiro será mais genuína?

7. As opiniões escritas de uma figura pública valem mais do que as opiniões de pessoas ditas comuns?

8. Será que só se precisa de uma opinião na hora do voto? Será que nas restantes horas do ano é bom o voto de silêncio para não incomodar as pessoas que precisam de opiniões na hora do voto?

9. Será que as opiniões de gente comum só são disparatadas a roçar a burrice se não forem ao encontro dos interesses de quem as lê?

10. Será que é o dinheiro que manda nisto tudo e, vai daí, os que o idolatram ficam aborrecidos quando se apercebem que uma opinião menos favorável pode desaguar em menos refeições no Gambrinus?

11. Será que as redes sociais são assim tão más? Ou será que as redes sociais começam a fazer-se ouvir no bom sentido? (favor esquecer caixas de comentários em jornais online, aquilo normalmente é um esgoto a céu aberto).

Nota de (des)interesse: A existirem respostas, as melhores - uma de cada - serão coladas por baixo de cada pergunta, existirá um link directo ao blog do respectivo autor(a). Os resultados serão publicados todos de uma só vez em data ainda por definir.

(*) O termo "perguntadeira" não existe, logo, eu não existo. Todo um caminho de trevas pela frente. Raios!

Participações até agora: 4 (quatro)  - publico resultados amanhã, sábado, dia 07.Jan.

4 comentários :

  1. 1: escrever a verdade, apenas a verdade.
    2: se o receber dinheiro não tiver a ver com o salário, pode influenciar, influencia.
    3: que tipo de compensação? ver resposta 2.
    4: nem medir nem pesar, ou se tem ou não.
    5: a credibilidade não é uma moda mas sim um princípio.
    6: liberdade de escrever nada tem a ver com dinheiro.
    7: não necessariamente.
    8: o voto vai-se moldando ao longo do tempo.
    9: porquê o olhar tão atento ao cidadão comum se com frequência este escreve de forma mais assertiva do que os 'special one'?
    10: o dinheiro não é (ou não devia ser) sobreponível à seriedade.
    11: as redes sociais têm coisas boas e más mas há nelas uma propensão para dar relevo à estupidez e à maldade.

    Maria perguntadeira não existe? Então ... perdi este tempo todo a escrever p'ró boneco?
    :)

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  2. Menina perguntadeira, isso são perguntas que se façam? Sabe que me lembrou os/as meninos/as aí por volta dos três anos que fazem umas perguntas atrás de outras e cada vez nos deixam mais enrascados para lhes responder?
    Um abraço

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  3. Vamos lá iluminar esta Maria, a tal que se auto intitula de "perguntadeira".

    1 - A imparcialidade não existe, ou se existe anda tão bem disfarçada que nunca dei por ela.

    2 - Ui! Isso depende, muito principalmente, da mãozinha que dá o dito. Tem influência, ou é apenas o meio de transporte?

    3 - Diria que talvez mais puras, seja lá isso o que for.

    4 - Pode medir-se por actos e omissões. Pesar: por efeitos e consequências.

    5 - Ser credivel é igual a verticalidade de carácter. Onde encaixa aqui a moda, Maria?!

    6 - É. Não tem a condicionante que trava e entrava.

    7 - Desgraçadamente sim. A visibilidade da dita dá sempre um empurrãozito, por vezes desastroso, mas isso é outra "conversa".

    8 - O voto de silêncio é uma mais valia importante. Deixa o caminho livre para, na hora da verdade, permitir a dança de acordo com a batuta do maestro.

    9 - As opiniões são uma burrice pegada se forem escritas a pensar nos interesses de quem as lê.
    Há gente comum esperta, muito esperta, mesmo.

    10 - Não ficam aborrecidos, ficam capazes de vender a alma ao diabo. É que perder uma refeição no Gambrinus não é perder qualquer coisa. Prestígio, diz-lhe alguma coisa, Maria?

    11 - Talvez se comecem a fazer ouvir no bom sentido, mas ainda há muito ruído de fundo, olá se há!

    Espero não a ter ofuscado com tanta luminosidade.:):)

    Tenha uma boa noite, Maria.



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  4. 1.Depende do que se escreve. Os jornalistas deveriam ser imparciais e não andarem a puxarem a brasa à sua sardinha. O mesmo não aplico a actos hediondos praticados por jovens sobre uma vitíma, mas mantenho a minha imparcialidade quando partem logo para as críticas sobre os pais que maioria nem sabe o que andam a aprontar.
    É por aí!


    2.Se for um ordenado e haver liberdade de expressão, acho que não, mas se for de um saco mil cores ó...ó...ó se influencia. Também há a publicidade que a troco de dinheiro há resmas de vendas "de gato por lebre"

    3.Não, de forma alguma há quem o faça e cuja credibilidade anda pelas ruas da mentira!

    4. Pelo muito que já li e leio todos os dias consigo ler nas entrelinhas quem é credível. Raramente me engano, mas medir e pesar? de que serve? Isso alimenta? Não

    5. Para mim ser credível vem do berço desde que nasci e graças à boa educação que tive e cumprir era regra, caso contrário "vinha chumbo":). Seria bom que a credibilidade fosse tão apreciada, acatada, praticada, valor nato e verdadeiro.

    6. Não! Como não "escrevinho nada" apenas, e já deves ter reparado que o faço na primeira pessoa, dou testemunhos da minha vivência, não me faz mais genuína que muitos escritores/poetas/opinadores que recebem o produto do seu trabalho.

    7. Ambos os lados podem ter o seu valor positivo ou negativo mas para muitos a figura pública é a melhor mesmo que só tenha dito m****

    8. Claro que sim...nada como manter um povo "ignorante, desatento, e desinformado"! Isto aplico a todos, mas a todos e na charanga das campanhas aí vêm de enxurrada para baralhar ainda mais a todos que têm a paciência de os ouvir!

    9. Claro que sim e estamos cada vez piores!

    10. Ora bem...no Gambrunis, no Chapéu Preto, nos hotéis de cinco estrelas:))))

    11. Começam a fazer-se ouvir no bom sentido quando não permitem "comentários ordinários e nada e nada" Disseste-me em tempos que os blogues é são uma rede social, gosto de muitos mas há outros muitos que de tão maus conforme leio, saio!
    Agora muitos políticos usam o Facebook e gostaria de ler muitos artigos, mas nem eles me convencem a entrar nesse mundo do "vale tudo".

    Amanhã terei um dia duro e como tal vou dormir!

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