quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Cá por coisas minhas fui investigar e tentar perceber o que era um placebo

Encontrei algo parecido com isto: "substância neutra administrada em vez de um medicamento...". Entretanto peguei delicadamente no adjectivo neutro - na falta de uma substância qualquer vendida online não tive outra alternativa senão agarrar-me a outro neutro - e vai daí que o neutro diz-me quase aos gritos que é indiferente que eu o procure, ele, quer eu queira quer não, encontrar-me-â. Fiquei tão aflita que corri a desligar a televisão e acabei por pôr o acento errado no encontro que não quero ter. Pelo sim, pelo não, também escondi a carteira num lugar bem seguro. Ufa!

8 comentários :

  1. Neutro é símbolo de indeterminação, diz a Wikipedia, essa jeitosa que tantas vezes nos engana.

    Claro que não acredito - e até me nego a tentar fazê-lo - que Maria não saiba o significado.
    Pois, há sempre a hipótese de eu não ter percebido o alcance da sua ideia e estar para aqui a fazer figura de ignorante blogosférico.

    'Inté' fiquei com dor de cabeça. Mas não, não vou arriscar um comprimido, não vá ecercer o efeito placebo :)

    Buenos dias, Maria,

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    1. Caramba, uma pessoa esforça-se imenso para lhe sair uma ironia feita à maneira, até me dei ao trabalho de deixar a ironia a marinar de um dia para o outro só naquela de o cozinhado ganhar mais sabor e, é isto, o "cliente-Observador" consome e diz que ficou com dor de cabeça. Já não se fazem clientes como... anteontem, é o que é :)))

      (se quiser envio um croqui via e-mail... ahahahah)

      Tenha um bom dia, caro Observador que não é um jornal nem nada.

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    2. É só para dizer que no meu comentário anterior, onde se lê 'ecercer' deve ler-se exercer.
      Não há corrector que me valha :)

      Já que aqui estou ... "cliente-Observador", "croqui" ... ai que me dá uma coisa!!!
      ;)

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    3. Pensei que o tivesse feito propositadamente, visto que eu também brinquei com isso no texto, ali na parte do "encontrar-me-â", todos sabem que o acento não é circunflexo, se continuar a ler digo que "acabei por pôr o acento errado...". É, gosto muito de brincar com as letras e com os textos.

      O corrector ortográfico deste lado foi instalado automaticamente, não fui eu que o instalei, embora ache que não preciso dele, erros ortográficos nunca os dei, pelo menos que me lembre (outros, sim, sei que os dou) penso que o facto de ter começado a ler, muito, desde pequena terá sido o responsável pela coisa de não dar erros ortográficos. No entanto o corrector facilita-me a vida naquilo de me avisar quando troco as letras, também é um facto que escrevo depressa e vai daí, tungas, letras trocadas. Dá para perceber a diferença, penso eu...

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  2. Ah, pois é, Maria, o tal placebozito pode ser neutro, mas os resultados?! Ui, nem lhe digo, nem lhe conto! Olhe que a coisa resulta mesmo, saber de "visualização" feito!:)
    Podia contar-lhe algumas estórias das ditas "visualizações", mas poupo-a a isso, a Maria não merece semelhante castigo, pobrezita!:)

    Bom Domingo, óptima semana.


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    1. Esforcei-me para perceber a ligação entre placebos/visualizações/castigo/pobrezita, e realmente não cheguei lá (??????)

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  3. Ai não? Maria, isso nem parece seu!:)
    Passo a explicar.
    O placebo pode ser ministrado de diversas formas: toma de comprimidos, injectável, etc., etc. Ora, como a Maria imaginará em determinadas situações os resultados posteriores são visíveis, mas visíveis mesmo, detectáveis com o orgão da visão.
    Assim sendo são "visualizáveis", ou não?!:)
    Vamos supor esta situação simplista. Uma pessoa queixa-se que está com uma valente dor de cabeça, toma a pastilha, a tal que é placebo e, voilá, a dor desaparece, a criatura fica com um ar feliz e contente.
    Está a acompanhar-me? Óptimo!

    Aqui chegados já estamos a avançar para as estórias, as tais que conheço e que se lhe fosse contar constituiriam, provavelmente, o tal "castigo", porquê? Porque é estranho assistir a "milagres" destes sem que se sinta alguma estranheza. Mas repare, a estranheza acaba por ser relativa, isto se tivermos em conta a poder, a força do psicológico sobre o físico.
    Agora num registo mais sério.
    Assisti várias vezes a situações destas e garanto-lhe, o placebo funciona mesmo.

    O "castigo"? Bem, para quem não conheça esta realidade ouvir narrar certas situações podia, enfim, não ser muito interessante.
    Mas isto sou eu a dizer. Afinal, que sei eu?!

    Tenha uma boa noite, Maria, de preferência sem necessitar de qualquer substância que a ajude no sono.
    Ora aqui tem outra situação em que o placebo é, regra geral, eficaz.:)

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    1. Ah, bom...

      (eu referia-me simplesmente a suplementos vitamínicos que algumas pessoas tomam sem consultar o seu médico, ou seja, ouvem aquilo na tv e toca de comprar assim sem mais nem menos, tanto pode ter efeitos secundários, como podem ser ineficazes levando apenas as pessoas a gastar dinheiro, penso eu de que...)

      Boa noite, GL.

      PS: Não tomo nada para dormir, felizmente não tenho esse tipo de problema, apenas tomo uma aspirina de quando em vez para uma ou outra dor de cabeça, nada mais.

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