sábado, 7 de maio de 2016

Pergunta na onda da provocação: ainda fará sentido publicar Prince e a sua "Purple Rain"?

Será que esta minha provocação faz algum sentido?



(a ver se alguém consegue decifrar o que pretendo)

9 comentários :

  1. Esta é uma das poucas músicas dele, que gosto.

    Não sei se consigo decifrar o que pretendes, mas para mim há uma parte da letra que deveria tocar todos os dias nos ouvidos de um povo ávido de "mudança" e na hora deixa tudo nas mãos de líderes "trumps" que é esta:

    Eu sei que os tempos estão mudando
    Está na hora de todos tentarmos atingir
    Algo novo, isso vale pra você também
    Você diz que quer um líder
    Mas parece não conseguir decidir-se
    Acho melhor você desistir!!!!!
    ..........
    Eu Fatyly jamais desisto do quer que seja e se não conseguir mudar ou realizar algo...acalento o sonho de o puder fazer mais tarde!!! mais nada e não sei se me fiz entender!

    (desculpa não pôr em inglês)



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    1. Li o seu comentário atentamente e depois de o ler não tive coragem de entrar na parte do meu "decifrar", na parte do real sentido deste post, porque acho que a Fatyly desmoronou - e bem, diga-se passagem - com este seu decifrar o meu propósito inicial. Portanto este seu decifrar tem o carimbo de validado e não se fala mais nisso :)

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  2. Nem todas as provocações fazem sentido mas esta faz.
    Por alguma razão, esta é uma das canções mais ouvidas do malogrado cantor.
    Beijinho

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    1. Este Purple Rain do Prince, que conheço desde que me lembro, entra directamente no patamar das coisas que vão directamente ao encontro da alma, chega lá ao sitio da alma e desmancha tudo de tão bom que é. Só os muito bons conseguem desarmar pessoas desta forma. O Prince, sem dúvida, que o conseguiu. E talvez o tenha conseguido porque era um ser humano que provavelmente balançava entre a euforia e o sofrimento. Um género de viver na corda bamba. É tudo isto que sinto ao ouvir Purple Rain na voz de Prince. Viver na corda bamba. Ter a vida ali, na ponta dos dedos, e não a conseguir agarrar.

      Beijinho, caro Observador, tenha um óptimo sábado.

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    2. " (...) balançava entre a euforia e o sofrimento (...) "
      A frase que diz tudo.

      Obrigado, Maria.

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  3. Sem saber o que lhe responder ( eu gosto imenso de Purple Rain) deixo um abraço e desejo de um excelente dia.

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    1. Marca. É uma canção que marca. Um dia destes vou tentar ouvir na voz de um outro cantor a ver se o efeito é o mesmo. Por vezes quem dá corpo, alma, a uma canção, é o próprio intérprete, cantada por outra pessoa pode retirar de alguma forma a sua verdadeira essência, digo eu, mas que sei eu...

      Abraço, Elvira, tenha um bom domingo.

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  4. As pessoas já não reagem a provocações, Maria, a não ser às mais básicas. Limitam-se, na sua grande maioria, a tentar saber donde sopra o vento. Há quem diga, a propósito, que o ser humano do futuro, se o houver, estará isento de coluna: poupa-se na verticalidade, investe-se na horizontalidade do rastejar.
    A canção é empolgante, consegue mexer com o âmago das pessoas. E isso é bom, nem que seja apenas enquanto dura. Fá-los recordar, pelo menos, que existe mais qualquer coisa para lá da mera sobrevivência.

    Uma boa noite, sem chuva, de preferência. :)

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    1. AC, eu cá acho que o ser humano do futuro acabou de chegar, já se passeia por aí disfarçadamente. Mas isto sou eu que por vezes escrevo e penso coisas estranhas.

      Tenha também uma boa noite :)

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