terça-feira, 12 de abril de 2016

(segundo uma teoria qualquer, as pessoas menos inteligentes são mais felizes)

Alguns investigadores defendem que: "as pessoas menos inteligentes são mais felizes se viverem no campo e que os mais inteligentes não precisam tanto de amigos".

Isso quer dizer que aquela coisa do Facekoiso em que muita gente tem 300 amigos de uma assentada só, é sinal de pessoas com um Q.I abaixo da média?

(nota: a querer ler o artigo completo é bater ali na porta dos investigadores)

12 comentários :

  1. Não costumo falar de coisas transmitidas pelo 'Observador' jornal. Por isso, não vou ler o artigo completo.
    Como tem piada, o tema, limito-me a dizer: já percebi porque sou infeliz :))

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Vinha aqui muito lampeira na tentativa de dizer: ai é, isso quer dizer que não costuma falar de coisas transmitidas por si próprio (observador)?... e vai daí a palavra jornal trocou-me as voltas :)))

      Nem um niquinho feliz??? Xiiiii, isso é inteligência a dar com um pau (ahahahah).

      Eliminar
    2. Qual "niquinho", Maria. Sou feliz no fundamental. Gostaria de ter menos problemas de saúde mas sei que existe muita gente com problemas verdadeiramente graves, o que me faz pensar que sou um 'mariquinhas'.
      Mas sou inteligente sim :)

      O Observador jornal agonia-me, pese embora a constatação de algumas coisas bem escritas.

      Eliminar
    3. O uso do "niquinho" foi no seguimento do seu "infeliz". Foi como que perguntar se não existia uma réstia sequer de felicidade na sua vida. Foi por aí...

      Qualquer pessoa que o lê, pelo menos em comentários um pouco mais alargados, ou no seu blog, percebe que é inteligente. Nada tem que temer :)

      PS: Acho que compreendo o porquê de não gostar do jornal Observador... no entanto acho que, como em qualquer jornal, existem artigos bem escritos e outros que nem por isso. Por mim, tenho no meu arquivo digital quase todos os jornais e revista online, costumo consultar todos independentemente da cor partidária dos que por lá escrevem.

      Eliminar
  2. Eu nem me importo de ser burrinha se me sinto feliz. E já agora se quem tem 300 amigos tem o Q.I. abaixo da média, os que têm cinco mil nasceram sem Q.I.?
    Um abraço

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Caramba, Elvira, isso não se faz. Isso de fazer perguntas difíceis a uma hora destas :))

      Tenha uma boa noite.

      Eliminar
  3. Assim fica difícil dizer que se gostaria de viver no campo e ter muitos amigos... :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Gábi, viver no campo e ter muitos amigos (ou pelo menos ter um amigo verdadeiro, não são necessários muitos, na minha opinião) parece-me perfeito :)

      Eliminar
  4. Já tinha lido o artigo que para mim está "supimpa", ou seja, gostei e fez-me pensar bastante. Quando o li guardei esta parte:

    "Desta forma, os defensores desta teoria parecem basear-se unicamente nas características que são determinadas geneticamente sem ter em conta a influência que a educação ou o contexto cultural têm no desenvolvimento do indivíduo, incluindo do seu cérebro. Bom, a teoria da savana deixa alguma margem para os mais inteligentes, que são capazes de se adaptar a uma vida fora da savana."

    Eu sei lá se sou inteligente ou tenho o raio do QI acima ou abaixo, sei apenas que gosto de vir aqui escrever o que penso, haver uma empatia saudável versus amizade positiva com os e as autoras dos meus "livros de bolso"...mas jamais em tempo algum descuro de falar olhos-nos-olhos com quem de mim se abeira. Se o fizer por bem tudo ok e tanto falo com o Zé das couves e a tia Miquelina das nabiças como o Sôtor de sei lá onde.

    Há quem seja doutorado em tudo e mais alguma coisa e seja pouco inteligente no trato humano o que para mim é abalroado, trucidado e apagado por muitos e muitas que vivem em aldeias e não só, que não sabem ler nem escrever, mas "o saber de uma vida dura" alargaram a sua inteligência ao máximo.

    Não gosto das grandes cidades, detesto multidões, gosto de me sentar num banco de jardim e apreciar o comportamento humano (em casos de violência ajo sem pensar) e portanto considero-me FELIZ, o INTELIGENTE deixo a decisão para os outros e o resto...é paisagem!

    Fizeste bem em chamar este tema à baila e gostei:)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. O artigo tem que ser lido com tempo e ao mesmo tempo saber digerir cada linha. Não é o supra-sumo do assunto, este género de assuntos valem o que valem, mas não deixa de ter a sua piada, isto se nos dermos ao trabalho de analisar algumas coisas. Porque é que uma pessoa, por exemplo, que se está nas tintas para o mundo em geral, para se manter informada, para todo o tipo de atrocidades que se passam no seu país e fora dele, pessoa que gosta apenas de pintar as unhas e ver novelas, sendo mulher, trabalhar apenas para o músculo e beber cervejas, sendo homem, é mais feliz? Ora, a resposta é capaz de ser muito simples, penso eu. Não exercitar o cérebro, manter-se na ignorância, pode fazer de uma pessoa mais feliz, não necessariamente uma mais interessante, mais inteligente, mas, sem dúvida, mais feliz. Penso eu, mas que sei eu...

      Fatyly, a inteligência não se mede por possuir, ou não, formação académica. Nada disso. Muito longe disso.

      Faz muito bem em gostar de se sentar num banco de jardim e observar as pessoas. Acho que é um exercício louvável, para além de relaxante. Também acho que os que mandam nisto tudo, lá os do Governo, deveriam ter em atenção os nossos jardins, as nossas pessoas de mais idade que tal como a Fatyly gostam de sentar em bancos de jardim, existem alguns jardins que estão abandonados e não se percebe muito bem porquê, tanta gente a precisar de trabalho, jardineiros por exemplo, e jardins nas cidades, fora delas, em que não se consegue sentar por cinco minutos para descansar, mais parece uma lixeira, as flores, plantas, relva, bancos, está tudo num estado deplorável. E é isto.

      Eu gosto da minha grande cidade, a minha Lisboa, no entanto sabe-me muito bem a tranquilidade de acordar num sitio onde mal se abre a janela de manhã respira-se bom ar. Na casa dos meus pais respira-se bom ar, existem árvores, flores, relva, pássaros a voar e a tomar banho à vontade, existe tudo aquilo que a natureza nos dá, logo, a riqueza que por lá existe não tem a ver com coisas materiais. Isso agrada-me sobremaneira.

      Se se considera feliz, isso é que é importante. Para se ser feliz, por vezes é preciso ser muito inteligente ;)

      Eliminar
  5. Mais feliz? Menos feliz?
    Deixe lá, Maria, os "investigadores" também precisam de ganhar a vida. :)

    Uma boa noite :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Só por isso é que sugeri naquela nota, que quem quisesse podia sempre bater na porta dos investigadores. Não é bater nos investigadores, é bater simplesmente na porta :)))

      Boa noite, AC :)

      Eliminar