domingo, 7 de fevereiro de 2016

Mudanças que não se fazem no dia primeiro de cada ano que aparentemente começa

São mudanças. Estas fazem-se sobretudo sem listas intermináveis que não servem rigorosamente para nada. E ai de quem me disser que se tem que fazer listas no final do ano com o intuito de cumprir ao longo do outro ano que parece sempre começar uma e outra e outra vez ainda. Por vezes acho que andamos às voltas e não saímos de lugar algum. 

Resolvi neste mês de Fevereiro (para ser mais rigorosa já as introduzi no final de Janeiro) começar a mudar algumas coisas na minha vida. Mudanças urgentes. Formas de estar que precisavam de ser arrancadas pela raiz. Estavam a provocar-me batimentos de coração muito acelerados, ansiedade em modo rebenta, dores de cabeça desde que me levantava até... à hora de me levantar do dia seguinte. Comecei a tomar demasiados comprimidos para as dores de cabeça. Não passavam nunca. Logo eu que raramente tomo comprimidos. Dei comigo a caminhar na rua e a sentir o mundo em modo carrossel. Não conseguia fazer movimentos bruscos porque me desequilibrava. Não conseguia ler demasiado tempo seguido. Não conseguia concentrar-me para escrever, as palavras apareciam todas trocadas. Uma grande dificuldade em casar as letras. Não entrei em pânico, mas assustei-me.

E foi quando resolvi desacelerar. Deixar de ser perfeccionista (esta parte ainda tem que ser trabalhada). Beber um só café por dia, só e apenas a seguir ao almoço. Não seria capaz de deixar completamente de lado este meu pequeno momento de felicidade, o momento de desfrutar do meu café, sempre sem açúcar. Nunca mais ouvi notícias logo de manhã, ao acordar, aquilo estava a matar-me lentamente. Começava o dia muito tensa. Não consigo mais ouvir falar do governo, de taxas, do raio. Preciso de silêncio nesta parte. É uma questão de sobrevivência. Afastei-me também de pessoas que são sempre portadoras de más notícias, que estão sempre mal, que acham que tudo vai sempre piorar e nunca melhorar. Que não riem. Que não sorriem. Que não me deixam rir, tão pouco sorrir. Preciso de ouvir pessoas que acreditam em alguma coisa. Seja no que for. Mas que acreditam. Preciso de respirar. Sobretudo, respirar. E preciso do calor do Verão. Gosto da chuva, mas neste momento preciso desesperadamente do Verão. Espero conseguir sobreviver até lá.

17 comentários :

  1. "Afastei-me também de pessoas que são sempre portadoras de más notícias, que estão sempre mal, que acham que tudo vai sempre piorar e nunca melhorar. Que não riem. Que não sorriem. Que não me deixam rir, tão pouco sorrir."

    Ah, sim... A Maria há tempos tinha falado que ia deixar Portugal, para trabalhar em Espanha, sendo assim já foi ...

    Entenda como quiser está minha observação ;)

    Maria... Eu fiquei um pouco preocupada quando li este post... Até pensei em mandar-lhe um email, mas tive medo de ser mal interpretada... É assim, a Maria está sempre a fazer questão de dizer que separa muito, completamente até, a vida virtual da vida real... Mas eu mesmo sabendo disso, eu que não consigo separar as duas coisas, fico preocupada quando vejo uma pessoa (para mim é pessoa) dizer que anda 24 horas por dia com dores de cabeça e que sente tonturas... Se for uma pessoa que me parece ser de bem, mais preocupada fico ainda... E tanto mais credível é sendo alguém que raramente vejo queixar-se da saúde... Se fosse daquelas pessoas hipocondríacas, que se estão sempte a queixar-se ... Também não quer dizer que não se sintam mal, mas a pessoa já não se preocupa tanto...

    Ficar preocupada com alguém que só "conheço" de um blog? E não ficamos também preocupados quando ouvimos uma notícia na televisão sobre feridos num acidente? Se ouvimos dizer que o ferido em estado grave do acidente que ouvimos de manhã, afinal já está livre de perigo não ficamos mais satisfeitos? Mesmo sem conhecermos a pessoa de lado nenhum? Eu pelo menos, falo por mim... Sim, até pode ser mentira, até pode não existir Maria nenhuma, nem pai, nem ter perdido a mãe com cancro, nem ter havido uma tentativa de abuso na adolescencia por parte de um amigo dos pais, nem casamento que acabou, nem nada do que contou, e pode nem andar-se a sentir demasiado cansada e adoentada... Claro que pode, mas isso até a historia que a minha prima me contou ontem ao telefone pode ser inventada... E é a familiar mais próxima que tenho, à excepcao do meu filho... Nao esquecer que quem está aqui a escrever é uma mulher que esteve casada 15 anos e nunca percebeu exactamente quem era o homem que dormia a seu lado...

    Espero que seja mesmo só cansaço e que ja tenha melhorado. Eu não consigo deixar de ligar a televisão logo de manhã... São formas diferentes de lidar com as coisas... Eu já tenho tentado, até porque ha tres ou quatro semanas atras me foi aconselhado, por um velho amigo psiquiatra e um jovem amigo psicólogo ( aquele da fita, lembra-se? :) ) ... Mas ambos concluíram que eu acabava por ficar mais ansiosa ainda... Como não sabia do que se passava ficava com a ideia de que tinham acontecido grandes catástrofes no mundo e que a vida estava muito desgraçada mesmo... Por isso, no meu caso, de deixar de ouvir notícias não consigo... Café actualmente não bebo muito porque não posso... Não sei porquê mas ninguém me tira da cabeça que isso do café fazer mal a saúde é um mito... Como pode uma coisa tao boa fazer mal? :) ... E eu com o café sou estranha: ou é sem açúcar nenhum , ou com um bom pacote de açúcar ( ou duas boas colheres) ... São dois paladares diferentes mas que eu aprecio... Café com adoçante ou com pouco açúcar é uma espécie de sexo sem orgasmo! Ou leva açúcar ou não leva!

    Um abraço, Maria :)

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    1. São, isto não tem nada a ver com países, com o trabalhar fora ou dentro de Portugal (já deve ter percebido que toquei nesse assunto uma só vez, e depois guardei-o bem guardado, não me exponho demasiado) tem a ver com as pessoas que se atravessam no nosso caminho. Por vezes saímos para a rua logo de manhãzinha, bem cedo, dizemos bom dia, e respondem-nos logo com um: bom dia??? isto só piora todos os dias e amanhã ainda vai ser bem pior, pode crer... ora, uma pessoa por muito que queira ter força para levar a vida para diante, perde as forças naquele momento, começa a sentir-se mais ou menos envenenada, já não consegue encarar o dia com a mesma disposição. Não se trata de andar anestesiado e achar que tudo é cor-de-rosa e blablabla, não é, sei que não é, ó se sei, apenas não consigo sobreviver com tanto negativismo à minha volta. Uma pessoa tem que estar consciente de tudo o que a rodeia, é seu dever, mas tem que manter a sua sanidade mental mais ou menos saudável. A não ser assim acaba por ter uma existência miserável e arrastar todos os outros para dentro do mesmo buraco. E é isto.

      Penso que não tenho qualquer problema de saúde, é, sobretudo, ansiedade, sou um género de pessoa que não revela muito de si, ou revelo o mínimo, seja aqui, seja na vida real, ainda por cima nunca digo a ninguém se estou a passar por algum problema grave, resolvo-o sozinha e só depois de resolvido sou capaz de dizer alguma coisa. Acho que nisso sou igual à minha mãe, a minha mãe soube que tinha cancro e só revelou à família três anos depois, disse que não queria preocupar ninguém, eu ia caindo para o lado, aborreci-me a sério com a minha mãe, agora vejo que sou igual. Lembro-me da altura em que o negócio da família quase foi ao fundo e a minha mãe tentou ao máximo que eu não me apercebesse, para que não se reflectisse nos estudos. Ou seja, herdei dela esse lado, as pessoas olham para mim e dizem logo que tenho ar de quem nunca teve um problema na vida, eu, nestas alturas, tendo a sorrir, tanto para dentro, como para fora. Cá coisas minhas.

      Abraço, São :)

      PS: Um blog pessoal também serve para isto, crescemos com ele. Para o bem e para o mal. Nos dias felizes e naqueles menos felizes. Este não é um momento particularmente feliz, no entanto sonhei com uma vaca, dizem os peritos nos sonhos que sonhar com uma vaca é muitA bom. Prosperidade e não sei quê :)))))))))

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    2. Eu percebi, Maria :) ... O que fiz foi simplesmente uma ironia . Não importa para o caso se fisicamente (na vida real como a Maria lhe chama) a Maria está em Portugal ou em Espanha, ou em qualquer outro ponto do mundo ... Eu fiz a ironia porque a Maria descreveu, não sei se propositadamente ou não, a maneira de ser típica do povo português... E então eu pensei "Eu para fugir desse tipo de pessoas tinha que sair de Portugal" e então, fiz a brincadeira "olha, já foi..." Infelizmente não é só fama, somos mesmo assim... Não significa que não tenhamos inúmeras qualidades... Mas isso... Está no sangue... É o fado!

      Maria... Por mais que separe as coisas, já deu para perceber que a Maria é assim... Não tem a ver com virtual ou real, é pessoal e transparece sempre... Por isso mesmo é que eu disse que era sinal de alerta e fiquei preocupada... Quando é numa pessoa daquelas que todos os dias diz que está com dor de cabeça e/ ou tonturas a pessoa já encolhe os ombros e pensa "Eh pah... Foi sempre assim... Se não morreu disto até agora..." ... Agora, se uma pessoa que nunca se queixa de repente diz isso, é motivo para ficar apreensivo...

      Eu também, sempre que posso faço isso... Por todos os motivos e mais algum... Para não preocupar as pessoas... Para evitar que me estejam constantemente a perguntar "Então e novidades? Já sabes de mais alguma coisa?" ... Para evitar pensar que, mesmo que não perguntem nada, as pessoas, esperam que eu diga "mais alguma coisa" sobre o assunto... Enfim... Por todos os motivos e mais alguns... E às vezes, quando me escapa alguma coisa, dou comigo a pensar "Ooooops... Agora vai olhar para mim e pensar nisto..."... De modo que, prefiro evitar...repito: por todos os motivos e mais algum ...

      Acho que as caixas de comentários estar aberta é sinal de que a Maria já está mais calma... Mas não sei.. Só uma suposição :) ... E esperança de estar certa :)

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    3. Gosto muito de Portugal. Não me apetece fugir dele. Pode-se sempre sair durante um tempo, porque é saudável fazer intervalos ou porque é necessário por algum motivo, mas fugir, não. No meu caso, não. Uma das minhas melhores sensações é sair de Portugal e, na volta, no aeroporto, voltar a pisar território português. Aquela sensação é única. É uma sensação de alívio, a sensação que chegámos a casa. É como se fosse necessário perder algo para que o sabor se acentue, para que se saiba apreciar verdadeiramente aquilo que realmente interessa.

      São, não costumo generalizar, existem portugueses que gostam de carpir e dali não saem, fazem questão de arrastar todos os outros só naquela de lhes fazerem companhia e, existem outros que vivem a vida de outra forma, com problemas, com dificuldades, com tristezas, no entanto sabem muito bem gerir tudo isso.

      É bom ter alguém em quem confiar e a quem possamos contar tudo (ou quase tudo, porque defendo que existem coisas que são só nossas e não se contam a ninguém), agora, já não é bom espalhar por toda a vizinhança, a colegas de trabalho, em tudo quanto é lado, toda a nossa vida. É uma grande armadilha. Tenho para mim que é uma grande armadilha.

      Tenha um óptimo dia, São :)

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    4. Eu compreendo ,Maria. Eu também adoro Portugal. E acho que temos características excelentes. Grandes qualidades. Por isso mesmo tenho pena de nos rebaixados tanto. Eu também não gosto muito de generalizar, mas infelizmente noto que é a maioria... É o fado! Mas por outro lado, há o desejo de se enaltecer... É assim: o português típico tem sempre que ter uma história melhor ou pior do que a do outro, dependendo se a do outro é boa ou má... Tem é que ir no mesmo sentido, ou ascendente ou descendente, mas indo além ... É uma forma de ser solidário com o outro, mas ... Superando sempre! Exemplos? Um amigo encontra outro e conta-lhe "Olha, tenho um carro novo, topo de gama!" ,o outro tem que dizer " Só compraste carro? Eu comprei logo carro e mota! " ... Depois o outro diz "Eh pah, mas olha, já esta semana levei duas tampas de duas gajas..." o outro:"Só duas??? Olha, estás cheio de sorte, que eu esta semana já me atirei a quatro e nenhuma quis saber..." ... O português tem sempre que ficar solidário com o outro, mas superando, obviamente, seja para o bem ou para o mal... Claro que nem todas as pessoas são iguais , mas é uma característica muito nossa :D

      Sim, ter alguém em que confiar é bom :) ... Guardar as coisas para nós não significa necessariamente que não se confie nas pessoas. Pode ser também para não as preocupar, não as incomodar, ou simplesmente porque é a forma de estar na vida da pessoa, ou de lidar com aquele assunto.

      :)

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  2. Não há vidas em linha recta, em qualquer percurso a reformulação é exigência constante. Sem obsessões, claro.

    Um bom dia para si, Maria :)

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    1. Reformular parece-me um bom verbo. Pois, as obsessões, neste caso os perfeccionismos é que me matam. Já estou a tratar disso, ainda que com muitas recaídas à mistura.

      Tenha também um bom dia, AC :)

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  3. Maria, qualquer altura é boa para uma reformulação. As mudanças, desde que para melhor, são sempre bem-vindas e fonte de felicidade. Porque é de felicidade que se trata, é arregaçar as mangas e lutar por isso! :)

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    1. Carpe, algo me diz, e não me costumo enganar nestas coisas, que vêm aí mudanças. A minha vida sempre foi pautada por momentos de grande pressão, seguida de momentos de reflexão, entretanto existe um género de travessia do deserto que parece não mais acabar, e acaba sempre em mudanças que me caem em cima sem eu saber muito bem de onde. Normalmente são positivas... quer a nível profissional, quer a nível pessoal/amores. Logo se vê... :)

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  4. Ora aí está uma belíssima medida! Chama-se a isso bom senso, pragmatismo, salvaguarda da saúde mental - e física, claro! -, disponibilidade para dedicar àquilo que é, de facto, importante.
    Encontrar o equilíbrio das coisas, até das mais simples, não é fácil, mas o caminho é, obrigatoriamente por aí, muito em especial quando os sinais de alerta se fazem sentir.

    Ora faça o favor de ser feliz. De esquecer tudo aquilo que aborrece, incomoda, desgasta, factos/acontecimentos/atitudes inconvenientes para as quais não temos solução.

    E que venha a Primavera, estou sequiosa dela.:)

    Beijinho, Maria.

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    1. Os seus comentários, sempre certeiros, já faziam falta por aqui, GL. Tem toda a razão, encontrar o equilíbrio das coisas não é nada fácil, dar ouvidos aos tais sinais de alerta é o que estou a tentar fazer, o tal desacelerar. Ainda está tudo no inicio, mas isto vai lá. Entretanto chega a Primavera, logo seguida do Verão, e ainda que muitos não acreditem, o calor ajuda bastante. Sou uma pessoa de calor. A chuva lava-me a alma, a cabeça por dentro, é necessária para a nossa sobrevivência, mas a chegada do céu azul faz-me muito bem. Sou apenas um ser humano com dias não, fases não, como outro qualquer.

      A prima-Vera já tem muita gente à espera. Ai dela que se atrase :)))

      Beijinho para si também, GL.

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  5. Hoje já sou catedrática em ansiedade e controlo-a muito bem. Infelizmente a minha filha mais velha também é e um dos netos. Fui aprendendo com a vida, batendo ali e acolá e hoje sinto e não sei dizer a razão, que algo irá mudar e preparo-me. Se for boa faço festa, de for má fico estupidamente calma e com mais garra para a enfrentar.

    Vezes sem conta dou uma volta maior para não me encontrar com pessoas que é "vira-o-disco-e-toca-o-mesmo" em termos de negativismo e com histórias dantescas. Com a TV e até mesmo aqui na internet desligo-me de notícias más, desta porcaria de país com "gentinha da treta armados em grandes" e mudo para outras paragens arejadas. Ajudo até onde os meus braços chegam, mas mais é impossível de todo. Se não o fizer quem me ajudará a mim? Pois Fatyly terás de ser tu mesma.

    Quantas vezes, mas quantas vezes desabafo para os móveis juntando uma carrada de asneiras em kimbundo, caso contrário ainda seria internada pelos vizinhos? e fico tão aliviada:))) tal como dar uns berros debaixo de uma ponte na passagem de um comboio que já o fiz por diversas vezes quando ando a pé!

    Agora estar ou sentir-me mal e não dizer nada aos meus, não faz o meu género, mas com quem desabafo muito é com a minha médica de família. Quando sinto a barra pesada demais, marco uma consulta e saio de lá com as baterias carregadas.

    Ser optimista é outra das minhas praias, da qual não abro mão e já ouvi muitas vezes: a casa pode estar a cair em cima e tu mãe a dizer que não e não e o certo é que não caí. Queria essa força.

    Acho que fizeste bem em teres usado as ferramentas que achas que te ajudarão no arejamento e a respirar fundo, várias vezes porque todos temos momentos que parecem não ter fim...mas tudo tem um fim e até eu irei entre quatro tábuas, olarilólé!

    Força que tens ainda muita montanha por subir e nada de batotas hem? Porque eu estou lá mais em cima a ver-te a subir e vais conseguir.

    Um beijinho sincero e respeitador, de uma mãe e avó... para te aconchegar.

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    1. Li este seu comentário e fiquei sem saber muito bem o que escrever. Digo que neste comentário veio uma energia muito boa desse lado. Para quem acredita em energias, obviamente.

      O seu neto já sofre destas coisas? Não sei que idade tem o seu neto, mas presumo que ainda seja muito novo... Caramba, isto está a afectar muita gente. Infelizmente.

      Também costumo fazer o que a Fatyly faz, tenho na minha médica de família uma "amiga". Aliás, acompanha-me há alguns anos. Foi ela que conseguiu que eu fosse submetida a uma intervenção no espaço de duas semanas. Não fosse ela e não estaria por aqui a escrever num blog. Muito lhe devo. Sempre que vou uma consulta, pede-me para me sentar à sua frente e os primeiros dez minutos são apenas para conversar de forma informal. Respeito-a imenso. É excelente. Entretanto irradia simpatia daqui até à lua. Existissem mais assim e estaríamos em boas mãos, devem existir, mas pronto, só posso falar da minha. Espero que dure até aos 120 anos, no mínimo. Ou que façam fotocópias :))

      Por vezes uma pessoa tem que parar e respirar bem fundo. Ainda estou no processo de aprender a respirar. A coisa dá-se, ai dá-se, dá-se (isto da língua portuguesa é muito traiçoeira)... eheheh.

      Obrigada, Fatyly, agradeço e retribuo a despedia em forma de beijinho.

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  6. Como o post ali de cima tem sinal vermelho de proibição deixo aqui o meu agradecimento sincero por poder expressar o meu sentir verdadeiro sobre temas que já tinha lido e nem imaginas como te estou grata pelo fio-de-back, pois vim num dos momentos que tanto precisava. Obrigado e como vês até um simples camião TIR por vezes anda em baixo mas já lhe dei umas marteladas, renovei o óleo e botei água e ficou como novo hehehehe:)

    OOO-BBB-RRR-III-GGG-AAA-DDD-OOOOOOOO e vou dar uma rondinha nuns blogues e vou dormir!

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    1. Fatyly, aquele post ali de cima foi só um post informativo, achei que não fazia sentido ter caixa de comentários activa, ainda por cima tinha "aberto" de uma só vez oito caixas de comentários. Coitadas das pessoas que quisessem comentar, ter que levar com tanta letra junta :)))

      Obrigada eu pela sua energia, pela sua forma genuína de comentar. Gosto muito disso, mas essa parte já sabia há "canos" :DD

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  7. Espero e desejo que esteja melhor. Cuide-seque a saúde é um bem sem igual.
    Um abraço

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    1. Tem toda a razão, pode faltar tudo, ou quase tudo, mas a saúde é sempre o mais importante.

      Obrigada, Elvira, um abraço para si também.

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