quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Xiiiii, vem aí bomba...

Tenho para mim que vai existir por aí gente muito revoltada se entretanto esta medida for aproveitada para embelezar todo um mercado de trabalho. Gente com vontade de dar pontapés, murros e coisas assim para o meiguinho aos patrões. Vai existir muito amor aos molhos entre quem manda e quem não tem outro remédio senão acatar ordens, isto se quiser ter um ordenado no final do mês para levar para casa. 

26 comentários :

  1. Parágrafo único:
    Durante o horário de trabalho não de deve utilizar os meios disponíveis em consumo particular.
    O Tribunal dos Direitos do Homem tem toda a razão e só lamento que alguém tivesse levado até la uma situação destas.

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    1. Também partilho da mesma opinião. Portanto assino por baixo o seu comentário.

      No meu caso tenho blog e todos sabemos que um blog para quem tem um "inteligente one" é fácil de gerir em qualquer lugar. Não uso chats, não tenho Facebook e não faço questão, se um dia aderir ao Facebook será por motivos profissionais e nada mais. Não uso Twitter, nem Instagram. No entanto sei funcionar com qualquer uma destas plataformas, apenas não faço questão de as ter. Uma opção como outra qualquer.

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    2. Um dia, Maria fará do blogue algo profissional e então lá a teremos no 'Facecoiso'.

      Espero que ao assinar por baixo, não tenha rasurado o comentário :)))

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    3. Caro Observador, um blog profissional, diz quem sabe da coisa (um senhor arrumadinho), terá de ter pelo menos uns três ou quatro posts publicados por dia, ora, a malta não tem tempo para isso. Para escrever um já é o que é, quanto mais três ou quatro :)))

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  2. Segundo outra notícia que li, o queixoso sabia que a proibição do uso que fez, era uma das normativas internas. Desobedeceu e ainda se foi queixar?

    Concordo que trabalho é trabalho e o resto poder-se-à fazer se souberem gerir bem o seu tempo.

    Noutro contexto, o mesmo se deveria aplicar às escolas a partir do 5º.ano. Nas salas de aula haver uma caixa onde todos depositariam o dito desligado. O que será esta canalha no futuro? Pois...

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    1. Aí é que está, a Fatyly colocou, e bem, o dedo na ferida. Uma questão de saber gerir o tempo e não seriam necessárias medidas tão drásticas. O problema é que as pessoas abusam. E quando as pessoas abusam, acabam por pagar todos. Talvez muita gente não saiba mas, em horário de trabalho existe gente nas empresas a consultar sites pornográficos. Existe gente que durante todo o dia no trabalho não larga o Facebook. O problema não é dar um salto ao Facebook em momentos mortos, se a coisa for controlada não é grave, o problema é que as pessoas estão de tal forma viciadas que não conseguem largar, isto pode de alguma forma prejudicar a função para a qual foram contratadas. Agora, se a pessoa não for obrigada a cumprir um horário, aí a coisa funciona de uma outra forma.

      Olhe que essa sua solução para impedir que os alunos usem telemóveis nas salas de aulas enquanto a matéria é dada, até que não me parece nada mal...

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  3. Durante o tempo que trabalhei nunca tratei de qualquer assunto pessoal na hora de trabalho. E penso que o Tribunal Europeu tem toda a razão.
    Um abraço

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    1. Elvira, eu acho que é tudo uma questão de bom-senso. Já estive, por exemplo, na Segurança Social há alguns anos, precisava de tratar de um assunto e a senhora doutora funcionária que tinha acabado de chegar das suas maravilhosas férias de Verão esteve uns bons minutos no telefone do trabalho com uma amiga, a contar as suas aventuras, enquanto a malta esperava que a senhora desligasse. A fila já chegava à rua e a senhora nada, assobiava para o lado e continuava na conversa com um grande descaramento a ignorar quem esperava que se dignasse a atender. Vai na volta somos nós que lhe pagámos o telefonema para a amiga e tudo e tudo. Vai na volta até lhe pagamos o ordenado. Nunca se sabe...

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  4. E o Tribunal Europeu tem toda a razão. Convém não confundir os locais onde estamos. Trabalho é trabalho, lazer é o nosso espaço para fazermos tudo o que entendemos. É uma distinção simples que muitos não fazem.
    Beijinhos

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    1. As pessoas gostam muito de falar de direitos, mas esquecem-se amiúde daquela palavra redondinha e tudo e tudo. Deveres.

      Beijinho, Carpe.

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  5. Não me parece bem o que o trabalhador fez - durante o horário de trabalho estar a tratar de assuntos pessoais, mas também não parece certo que a entidade patronal tenha acesso às mensagens que ele envia, especialmente se for uma conta pessoal, não percebi muito bem como é que o terá feito...

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    1. Gábi, existe uma forma de monitorizar. Não vou entrar em pormenores, mas existe. Não sei se foi esta a forma utilizada, talvez tenha sido. Não sei... Estamos na era das novas tecnologias e muitos se esquecem disso. A partir do momento em que se usa o computador do trabalho, tudo o que fazemos pode ser visto em tempo real. Ah, pois é!

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  6. Olá Maria :) Já é a terceira vez que Tento responder, mas perco o comentário... Vá lá que não estou a trabalhar , senão...

    Pois eu lamento , mas vou ser a voz discordante no meio de todas estas que concordam e tanto aplaudem a medida como se ela viesse acabar com toda a incompetência e ineficiência que há no mundo.

    Cá para mim não passa de mais uma daquelas medidas que se toma para não se ter muito trabalho em analisar caso a caso, e então tratam-se os trabalhadores como gado que são. Acredito também que neste momento há hipócritas que, directamente do seu local de trabalho e em pleno horário laboral dizem nas redes sociais que são a favor da medida.

    Para mim era tudo muito simples: prejudicou o trabalho? Sim. Então a pessoa deve ser penalizada. Não prejudicou? Então não é assunto sequer. Mas a questão é que não se quer estar a analisar caso a caso e então passa-se o lápis azul e farta-se tudo pela tabela. Como gado.

    Ainda assim, não vejo que seja assim tão simples a aplicação prática disto. Há pessoas que tem horário flexível, há pessoas que cumprem prazos e não propriamente horários e cujo local de trabalho é pura e simplesmente o computador, ou a própria NET, ao fim e ao cabo, há pessoas que trabalham a partir de casa, que recebem conforme o trabalho apresentado e não por horário... Como é que depois controlam essas pessoas?

    Mesmo quando o trabalho era totalmente presencial, sempre houve vários regimes, várias modalidades. Eu lembro-me de quando era miúda e ia lá para a serra nas férias e às vezes nas folgas do meu pai , lembro-me das pessoas trabalharem na agricultura e em construção. Trabalhos muito "de braço"... E lembro-me de os ouvir falar ... Uns andavam ao dia, outros a mês, outros de empreitada, outros dependendo de trabalho apresentado... O que deveria interessar a alguém que lhe entregavam um trabalho em condições e dentro do prazo (a chamada empreitada) se os trabalhadores tinham estado a jogar às cartas metade do tempo? Bom... Podia interessar, mas para quando se ajustasse para uma nova empreitada, se calhar um prazo mais curto era suficiente... Mas isso já são outros quinhentos... Para aquele trabalho já não interessava nada... Pelo menos não devia interessar...

    Essa senhora da Segurança Social devia ser penalizada. Sou a primeira a dizer isso. Não sou a favor que se deixe trabalho de lado para falar das férias... Mas lá está: cada um devia responder por si...

    Não estou a conseguir colar uma outra parte do comentário que estava separada... Vou tentar à parte :)


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  7. Vai aqui ...era isto :)


    Essa história de não misturar trabalho com vida pessoal a mim parece-me fundamentalismo barato... Porque depois é assim: se não misturamos a vida pessoal com o trabalho então também não misturamos o trabalho com a vida pessoal e caímos na velha piada do polícia que se senta no café a jogar às cartas com o vizinho traficante de droga de quem andou atrás durante oito horas, porque entretanto já não está de serviço. Aliás, o vizinho agora até já pode sair do esconderijo à vontade, precisamente porque ele já não está de serviço...

    Querem então dizer-me que será tudo muito mais competente e eficiente quando está medida entrar em vigor? Ponho as minhas dúvidas. Quem for de manhas e ronhas será sempre e não se irá tornar competente à força ...

    Já agora... Uma dona de casa também irá estar sujeita a isto, obviamente! Se tem trabalho para fazer está na internet a fazer o quê? É para servir o marido e acabou... E no tempo que sobrar tem que ir para a mercearia codrilhar com as vizinhas porque isso é que é tradicional...
    Abraço :)

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    1. São, eu só posso falar pela minha experiência e, realmente, nunca misturei a vida pessoal com a vida profissional. Nem nos telemóveis. Sempre tive o meu pessoal e o profissional, que é da empresa, garanto-lhe que do telemóvel da empresa nunca fiz uma chamada pessoal. Também nunca utilizei o telefone fixo da empresa para falar com amigas durante horas, nem para falar com familiares que vivem noutros países. Não uso o computador da empresa para meu uso pessoal. Posso até levar o meu e aí aceder ao que quero, mas é o meu. E é tudo verdade. Não posso comprovar o que digo, evidentemente, mas é a minha palavra e não tenho por costume mentir. O blog para mim é um reflexo daquilo que sou na vida dita real. Não costumo inventar para ficar bem na fotografa. Pode existir quem o faça, eu não o faço. Ponto.

      Volto a insistir que vivemos na era das novas tecnologias e existem programas que sem as pessoas saberem estão a ser vigiadas. Não há manha ou ronha que consiga passar por este tipo de coisas.

      Uma dona de casa depende de si própria, se não se sabe organizar o problema é dela e, muito provavelmente da família. Se se organizar pode perfeitamente usar a internet e fazer o que tem que fazer na sua casa. É uma questão de organização. Apenas isso.

      Um abraço para si também :)

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    2. Pois eu compreendo essa separação , Maria, mas a questão parece-me que não é essa... Se eu levar o meu computador para o local de trabalho, ou fizer chamadas do meu telemóvel ,a questão distração, quebra no ritmo de trabalho não deixa de se pôr porque o computador é meu. O que pode acontecer é a empresa ter um plafond de gastos, mas isso ja é outra questao e já pouco se usa... As empresas normalmente têm tarifarios fixos.... Mas é o que eu digo: a questao e se as escapadelas para a vida pessoal prejudicam ou não o trabalho.

      Essa funcionária da segurança social teria prejudicado na mesma as pessoas que estavam à espera se tivesse feito a chamada ou atendido a chamada no seu próprio telemóvel... E se eu fico prejudicada porque um funcionário está a ver pornografia também ficaria se estivesse a fazer palavras cruzadas, mesmo que não fosse na NET, fosse numa revista...

      Falei na dona de casa , mas foi um pouco em tom de provocação... Quem diz uma dona de casa diz qualquer pessoa que trabalhe por conta própria...

      E depois, foi o que eu disse, há pessoas que até podem trabalhar para outras, mas a partir de casa ( ou café, ou biblioteca) ou não cumprirem horários, mas prazos, enfim...

      A pessoa procura sempre separar as coisas, mas elas acabam sempre por se misturar... Ou complementar... Não direi sempre, mas muitas vezes... Há sempre interferências...

      A pessoa pode prejudicar o trabalho sem precisar da NET, nem do telemóvel ... Pode conversar com o colega, pegar num livro... Enfim...

      Obviamente que eu sei que hoje em dia conseguem controlar tudo... O pior é que às vezes não controlam o que deviam controlar... Pelo que eu soube, nesse caso não se limitaram a ver que o endereço não era de uso laboral, que era um endereço/ número pessoal... Não, não se limitaram a isso. Viram o conteúdo!!! E ainda há quem aplauda! A sério?

      Acho que se eu estiver enganada na minha descrença e houver alguma coisa depois disto o meu querido George Orwell deve de estar perdido de tanto rir

      Abraço :)

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    3. São, a diferença é brutal e explico porquê. As pessoas usam os telefones fixos/telemóveis das empresas porque sabem que aquilo não lhes sai do bolso. Se fizerem uma chamada do seu telemóvel, provavelmente é uma coisa rápida para não gastar muito e acaba por não prejudicar ritmo de trabalho. Acredite que muitas empresas têm facturas brutais por causa destes abusos. Quanto ao computador, acho que a São não percebeu a diferença que é usar o nosso computador pessoal e o da empresa. Começa logo pela parte em que digo que existem programas que são instalados para perceber o que anda a fazer. O computador pessoal pode ser usado quando faz uma pausa para um café, para comer qualquer coisa. É diferente.
      ...

      Esta funcionária da Seg.Social tinha as costas quentes porque não era ela que estava a pagar. Fosse ela a pagar e duvido que estivesse tanto tempo ao telefone. Saí-lhe do bolso, logo, nem pensar. Lá está, é o abuso para com a entidade patronal e a falta de respeito para com as pessoas que estão à espera para serem atendidas.

      Ver pornografia, fazer palavras cruzadas, ler revistas cor-de-roas, fazer crochet, é tudo válido, válido desde que não seja feito no seu local de trabalho. Ponto.

      Quando uma pessoa trabalha em casa tem que ser organizada. Muito organizada. Já falei algures por aqui desse tema. Tem que ter na mesma horários, seja para se levantar, para tomar banho, para as refeições, se assim não for a produtividade vai por água abaixo e, para além disso, o desleixo instala-se.

      Não, São, não se misturam, sei de muita gente que funciona como eu. Sou uma pessoa metódica, muito organizada, consigo cortar a frio tudo aquilo que sei que me está a prejudicar. Se fumasse seria daquelas que se metesse na cabeça deixar de fumar, aquilo era de um dia para o outro. A seco. Sem anestesias. Tenho uma força de vontade imensa. Não sou perfeita, antes pelo contrário, apenas tenho facilidade em funcionar desta forma.

      Existem pessoas no trabalho que passam o tempo todo a conversar com as colegas e existem as que conversam quando existem tempos mortos. As primeiras dão pouco rendimento, as segundas controlam bem a coisa. Trabalho é trabalho, conhaque é conhaque...

      Eu não tenho qualquer problema quanto ao conteúdo porque acho estranho que as pessoas o façam durante o horário de trabalho. Podem fazê-lo em casa. Na hora do almoço. Aí ninguém tem acesso ás nossas coisas privadas. É privado, logo não é para levar para o trabalho. A partir do momento em que o faz num computador de uma empresa, passa a ser público. De alguma forma está a dar autorização para que outros tenham acesso. Penso eu...

      :)

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    4. Aí, Maria, estou a ter mesmo azar com este post. Agora até estou a escrever no gmail porque se acontecer alguma coisa, o gmail guarda rascunho...

      Vamos lá ver uma coisa: eu não discordo que pessoas como a senhora da segurança social e outros que tais sejam penalizados. Devem ser! E bem! Se a empresa ou instituição ficou prejudicada, neste caso também em custos em telecomunicações... Mas eu disse no primeiro comentário que SE HOUVER PREJUÍZO para terceiros, se prejudicar o trabalho, ou a empresa/instituição obviamente que a pessoa deve ser penalizada! Mas isso não está em causa. Ninguém me pode ter visto dizer isso, porque eu não o disse. O que eu disse foi: se prejudicar o trabalho deve ser penalizado. E quem diz o trabalho diz a própria empresa. Nesse caso era as duas coisas, caso houvesse mesmo custos adicionais nas telecomunicações...

      Agora... Com que eu nao concordo é com isto: medir pela mesma moeda uma pessoa que prejudica deliberadamente o trabalho, empresa, clientes, empresa, utentes, patrão, colegas , com um desgraçado que faz das tripas coração ,da tudo de si ao trabalho, mas num tempo completamente morto em que estaria a olhar para a parede (ou para as pernas da colega) dá um salto ao facebook , ou ao twitter ou ao seu email pessoal e até aproveita para mandar um email , dado que não está a prejudicar em nada , tem tudo feito o que havia para fazer... Ou um triste que deixou o filho na cresce depois de ter estado uns dias em casa com febre e, por não ter saldo no telemóvel, liga do da empresa para se certificar de que ele não voltou a ter febre... Ainda assim, neste caso, eu acho que devia pedir autorização, mas mais no caso de haver custos , porque depois imaginemos a situação de uma pessoa que não está ao pé do seu superior... Um motorista que anda na distribuição, por exemplo, telefona para o patrão "Olhe, patrão, não tenho saldo no meu telemóvel, o meu filho tem andado adoentado, posso telefonar para saber se está melhor?" ... E entretanto já gastou ao ligar para o patrão e vai gastar para saber do filho ... Isto no caso de haver custos, porque agora há muitos tarifários fixos ...

      Por acaso agora toquei num ponto curioso que me vai fazer desviar do assunto, mas o mundo parece que se gere pelas leis da história "O Velho, o Rapaz e o Burro" já vi pessoas que trabalham em cresces e infantários criticarem pais porque deixam lá os filhos, quando estão meio-adoentados e passa-se o dia inteiro sem fazerem um único telefonema a perguntar como estão, parece que se estão a borrifar para os filhos, que estão adoentados. Coitados, se calhar não telefonam porque não podem... Mas também já vi as mesmas pessoas criticarem os pais na mesma situação porque telefonam, e a justificação neste caso é : a criança está com adultos responsáveis, se ninguém lhes telefonou a dizer que pioraram, é porque está tudo dentro da normalidade... Enfim...

      No caso que originou este post, não se limitaram a ver os endereços usados. Vasculharam o conteúdo. E ainda há quem aplauda. Pelo amor de Deus... Se isto é para o George Orwell se rir, digam por favor!

      Quantas vezes, às tantas, esse senhor, ou outros na situação dele não terão interrompido ,adiado, alterado assuntos da vida pessoal por causa do trabalho?? Mas isso já ninguém vê ... Ou melhor, só vêem quando calhar à porta deles... Mas a vida e assim...

      :)

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    5. A São fez para aqui uma mixórdia imensa :))

      Escrevi várias vezes que o problema são os abusos por parte das pessoas, se não existissem esses abusos, se existisse bom-senso, acredite que não se chegaria a medidas drásticas quanto esta. O problema não está em telefonar para a escola de um filho que está doente porque não se tem saldo no telemóvel, o problema é que se telefona sempre, repito, sempre, para a escola do filho com ele doente ou não porque quem paga é alguém que não eu. Esse, São, é que é o grande problema. Nada mais do que isso.

      Volto a repetir porque acho que não compreendeu, se a São estiver no computador do trabalho a falar num chat com uma amiga ou a enviar recados erótico-qualquer-coisa ao seu namorado, a coisa pode estar a ser vista em tempo real num outro computador dentro da empresa que tem como função perceber essas coisas. Não estão a vasculhar conteúdos, estão a ver em tempo real o que está a fazer. Não precisam das suas passwords, estão a ver o que está a escrever ali ao vivo e a cores. Não consigo ser mais clara do que isto...

      Por isso é que em determinadas empresas as entrevistas são duras, os testes que fazem às pessoas são duros. Podem sempre ser enganados, obviamente que sim, mas é relativamente fácil perceber que tipo de pessoa se encontra à nossa frente. Digo eu que também já estive no papel de entrevistar pessoas para determinadas funções numa dada fase da minha vida profissional.

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    6. Só para finalizar, lá está : para não se estar a analisar caso a caso, passa-se todos pela mesma tabela e pagam todos pelo abuso de alguns... Que é para não se ter muito trabalho...

      Eu percebo tudo isso... Mas ao que parece, foram mesmo ver todo o conteúdo... Ainda ontem alguém, que não uma insignificância como eu, censurava isso e, a meu ver, com razão...

      Mas as entrevistas devem mesmo ser duras. Há coisas que devem mesmo ser vasculhadas e analisadas, o problema é que às vezes, como quem não quer nada, levam ali vários minutos., e voltam a isso indirectamente, a ver se descobrem... A cor política do candidato! Se calhar, deviam centrar-se em outras coisas... Mas lá está a mesma história...

      Resto de bom domingo :)

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    7. Não é para não se ter muito trabalho, penso eu, talvez seja porque o ser humano é egoísta por natureza, só pensa no seu próprio umbigo, no seu quintalinho, e por causa dos abusos de alguns, acabamos por pagar todos...
      ...
      Dou-lhe um exemplo que não tem nada a ver com este assunto, mas de alguma maneira acaba por ter, eu sempre reciclei o lixo (tal como eu, muita pessoas também o fazem, muito poucos apesar de tudo), só que muita gente ainda não o faz, arranjam sempre trezentas desculpas para não o fazer, portanto um dia destes vai cair uma taxa qualquer em cima de todos nós, inclusive daqueles que sempre reciclaram, só porque a maioria não está para isso. E agora digam-me: porque raio é que eu vou ter que pagar uma taxa por algo que sempre fiz??? (isto foi um exemplo).

      Boa semana, São :)

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    8. Eu compreendo, Maria, mas nesse caso será mais difícil saber quem recicla e quem não recicla. Continua a ser injusto, sem dúvida. Mas já podem dizer que não podem andar a inspeccionar as casas das pessoas a ver quem recicla e quem não recicla... Agora, ainda por cima se, como a Maria mesmo refere, há tantos programas informáticos para controlar a pessoa, porque é que cada um não paga por si?

      A propósito da história "por uns pagam todos" há uma coisa que me revolta imenso que é a pessoa, dentro da mesma operadora, ter, na Vodafone (nas outras não sei) que pagar 6€ por cada mudança de tarifário... E uma funcionaria da Vodafone deu-me precisamente essa explicação "Sabe, é que quando era gratuito havia muitos abusos... Havia pessoas que mudavam de tarifário duas e três vezes por mês, e isso, parecendo que não, implica custos..."

      Ora essa... Então e não sabem quem muda e quem não muda. Acho que nesse caso é facílimo! Parece-me que era simples : a pessoa tinha direito a uma mudança de tarifário gratuita semestral ou anual, e a partir daí é que, se mudasse de novo dentro desse prazo, pagaria os custos... E não seria sempre os 6€... Na primeira pagaria menos e depois iria aumentando... Agora, uma pessoa que mantém o mesmo tarifário há anos, ter que pagar 6€ para mudar? E dizerem-lhe que foi porque havia abusos? Por favor...

      Uma boa semana também para si :)

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    9. Este assunto do que é justo e não é justo daria pano para mangas e duvido que se conseguisse chegar a um consenso...

      Um dia destes toco no assunto de uma forma mais abrangente. Fica prometido :)

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  8. Maria... Não seguiu a primeira parte do comentário? É que assim esta não faz muito sentido...

    :)

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    1. Penso que estão as duas partes... não sei.

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    2. Sim,agora está, Maria :) ... Mas como aqui apareceu primeiro a que mandei em último, pensei que a outra se tinha perdido:)

      :)

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