sábado, 16 de janeiro de 2016

Uma das músicas da minha vida... (Bohemian Rhapsody)

Um dos grandes nisto da música. Um dos melhores, arriscaria dizer.

(nos primeiros 2:00 de vídeo)

10 comentários :

  1. Não arrisque, Maria, diga. Foi um dos melhores.

    Um beijinho :)

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    1. Foi (ou é, os grandes nunca morrem) sim senhor, AC. Existe qualquer coisa na voz, na forma de interpretar as músicas, deste cantor/compositor/pianista, que o catapulta para um mundo onde só chegam os génios. Freddy Mercury é um génio.

      Aceite também um beijinho :)

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    2. Concordo consigo, Maria. Freddy, na sua ânsia de comunicar, conseguiu descobrir a melhor maneira de nos mercuriz(s)ar, ou seja, que nos identificássemos com a sua forma de sentir.

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    3. O verbo identificar foi muito bem escolhido, AC :)

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  2. Tão bom que os seus colegas Brian May, John Deacon e Roger Taylor recusaram várias 'ofertas' para a sua substituição.
    Também um excelente pianista, Freddie foi a imagem de marca do grupo fundado em 1970.
    Bohemian Rapsody é bom, muito bom. E o que dizer de Innuendo? São tantas, Maria!

    Um beijinho

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    1. Dizem por aí que não existem pessoas insubstituíveis, não concordo, de todo, com esta afirmação. Freddy Mercury é o perfeito exemplo de que o que se diz por aí, por vezes, não faz qualquer sentido.

      Sempre que oiço Bohemian Rapsody acontece aquilo que parece ir ao encontro de uma frase batida... o arrepio. Toca a alma. Ó se toca.

      Obrigada pelo seu acrescentar, caro Observador. Beijinho :)

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  3. Foi mesmo um dos grandes. É. Este é um dos meus temas favoritos dele :) ...

    :)

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    1. A letra desta canção é muito, muito boa. Forte. Intensa. Tal como eu acho que a vida deve ser vivida, a não ser assim não vale a pena. Pelo menos para mim não vale.

      Bom domingo, São :)

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  4. Ouvi por duas vezes e sinto sempre uma comoção inexplicável.
    Em Angola e claro na rádio passavam muito pouca música estrangeira, Um amigo de grupo trouxe um single dos Queen e foi assim que comecei a gostar deles. Meios de 1973 até ao dia em que saí de 8 de Novembro de 1975, a música era outra que agora já não interessa falar nisso, é passado. Estive um mês em Portugal e só no Brasil dei continuidade à audição para ou da música. Foi quando "estourou esta maravilha". Começa em balada com um solo de guitarra de tirar o fôlego (eu que gosto tanto de guitarra), passa pela ópera e desagua no rock. A letra é poderosa, com uma mensagem tão emotiva que me provoca sempre a emoção que referi.
    Acho que Freddie quando a escreveu e ou musicou, cantando com a sua voz potente numa de dar tudo, mas tudo o que tinha de raiva "entre aspas", deveria estar num dia bem complicado e que resultou nesta M-A-R-A-V-I-L-H-A I-N-T-E-M-P-O-R-A-L.

    Ainda recordo o último concerto que deu já tão debilitado e numa época em que falar de Sida ainda era tabu. Corajoso como era e para evitar mais falatórios, resolveu anunciar aos fãs que tinha a doença...ironicamente na véspera de morrer.

    Foi de facto um dos melhores daí a banda se ter desfeito.

    Um grande, grande momento e foi muito bom vir até aqui!

    Um bom serão

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    1. Também sou fã de solos. De piano e de saxofone. A paixão é mesmo solos de saxofone. Vibro com aquilo. Sabe a vida. Piano acalma de alguma maneira, bem, depende...

      A Fatyly descreveu bem o que passa ao ouvir F.Mercury nesta canção. Tem raiva (sem ser entre aspas), passa sobretudo uma paixão pela vida em forma de grito. Porque por vezes é necessário gritar para que a vida nos oiça, nem sempre funciona em dó menor.

      Deixe-me que lhe diga que tem um historial de vida muito rico. Muito genuíno. Muito tem para conversar e ensinar às suas netas (e não só). umas netas com muita sorte...

      Tenha uma boa noite :)

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