sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Quando a criatividade faz sentido

Gosto mesmo muito deste tipo de ideias. Simples e que causam impacto. O facto de qualquer pessoa poder pegar na garrafa e levar para casa, ainda torna este projecto mais atraente. Mais interessante. Já para não falar na parte de reciclar que me agrada sobremaneira. Bom, bom, mesmo bom, era alguém se lembrar de fazer algo parecido por cá. Começar pelas capitais e aos poucos e poucos espalhar por todo o país. Isso é que era!

Para ver mais garrafas com frases é entrar no link desta notícia:
Em meio ao ritmo frenético de São Paulo (SP), uma garrafa com flores e uma mensagem inspiradora fazem você parar e pensar – e se quiser, pode levar para casa. Usando garrafas que iriam para o lixo, muita criatividade e gentileza, Alessandro Novello criou o projeto Letras Garrafais, em que espalha belas mensagens pela capital paulista. As frases, “unidas pelos meus sentimentos e engarrafadas pelas minhas mãos“, como afirma o artista, são escritas diretamente no vidro e a peça é sempre acompanhada de belas flores. Na conta do projeto no Instagram, Novello posta a foto de cada garrafa que deixa por São Paulo e marca o endereço – para quem quiser, basta correr e encontrar a sua.



6 comentários :

  1. Uma excelente ideia. E muito bonita.
    Um abraço e bom fim de semana

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    1. Precisamos de ideias bonitas para nos animar um pouco, já agora para nos fazer esquecer destas Presidenciais. Uma pessoa sobreviveu por pouco :))

      Bom fim-de-semana, Elvira. Abraço.

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  2. Isto sim, causa impacto. Isto sim, são boas ideias.
    É simples, não custa nada e a malta gosta.
    Obrigado pela partilha desta dica muito interessante.
    Tenha um sábado maravilhoso, Maria. Beijinho para si.

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    1. À primeira vista não é nada do outro mundo, não tem nada de sofisticado, mas a simplicidade, a intenção, aquela parte de tocar as pessoas directamente, tocar no sentido de que podem levar para casa, torna o projecto muito especial. Logo, prendeu-me a atenção.

      Bom sábado, caro Observador. Aceite também um beijinho.

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  3. Vivi em S.Paulo, na vila Maria e os brasileiros têm ideias geniais como esta que mostras. Fui afortunada por algumas, tal como muitos acharem que os livros não devem ficar em casa a ganhar bolor. Um dia fui até a um jardim com a filhota e no banco estava "O meu pé de laranja e lima". Pensei, alguém se esqueceu. Peguei e na primeira página tinha um bilhetinho como mais ou menos isto: "Pegaste, leva que é teu e um dia darás a outra pessoa". Nunca tinha visto tal coisa e fiquei mesmo com ele (hoje na posse da filha), mas outros que encontrei em vários locais, lia e depois colocava noutro local. Acho que ainda hoje fazem isso!

    Gestos de tão pouca importância em que "impera a reciclagem" que podem mudar a vida de muitas pessoas.

    Gostei imenso e obrigado pela partilha

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    1. Essa passagem que conta no seu comentário, essa do livro "O meu pé de laranja e lima", é deliciosa. Lá está, sou adepta desse género de gestos que unem as pessoas, e se no livro a pessoa deixar o seu nome e a data, melhor ainda. Ou mesmo em vez de ser um bilhete que se pode perder, escrever no inicio do livro uma nota parecida com essa. As coisas simples, genuínas, com um toque de gente dentro sempre me atraíram. Admito.

      Tenha um bom final de sábado, Fatyly e obrigada pelo seu comentário. Gostei muito :)

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