segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Mais um desafio cujo título será: uma loucura por amor (mas uma daquelas em que a malta se espatifou contra uma parede)

Dizem que a curiosidade matou o gato, só por isso espero sair viva de mais este desafio. Sim, estou a propor às pessoas desse lado, caso queiram entrar, que escrevam um pequeno texto - não mais de cinco ou seis linhas - contando qual a loucura que já cometeram por amor. Ou por paixão. Tenha o episódio acontecido há seiscentos e cinquenta dias, quer tenha acontecido há sessenta e cinco dias, ou há seis dias e meio. Os dias são da inteira responsabilidade do autor.

Se nunca cometeu uma loucura por amor ou paixão, ainda está a tempo de que a coisa se dê. É que uma vida em que não se arriscou fazer figura de tolo(a) só para conquistar a pessoa que naquele momento faz o coração praticar desportos altamente radicais, é uma vida muito poucochinha. Isto de viver passa demasiado rápido para nos darmos ao luxo de nos sentarmos à sombra de um bananeiro-poucochinho. Até tenho medo do fruto que advém de um bananeiro-poucochinho...

O desafio fecha as portas na próxima quarta-feira / dia 16.Dez.

(também não é preciso exagerar, a malta só se afoga se não souber nadar, yo)

6 comentários :

  1. A maior loucura que fiz por amor? Partir para África, para estar perto do marido, que era militar, e estava na guerra colonial.
    Abraço e uma boa semana

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    1. Parece-me um caso de amor muito a sério. Ainda bem que existem pessoas que são capazes de fazer "loucuras" dessas. Chama-se viver.

      Obrigada pela sua participação, Elvira :)

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  2. Como não há indicação em contrário, a história segue por esta via.
    (estas linha não conta, tá bem?)

    Em 1970, trabalhava eu na EPAL, 'roubei' a namorada de alguém que cumpria o serviço militar no Ultramar. Não, não foi uma questão de oportunismo - ele está longe, deixa aproveitar - nada disso. Foi mesmo por amor, daquele que dói de tanto o ser.
    Ainda hoje, considero-a como o grande amor da minha vida.
    Não tenho a certeza se o que fiz pode ser considerado uma loucura mas, mesmo que seja, não me importo, foi muito bom.

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    1. O caro Observador rouba pessoas? Ai meu Deus que me vai dar uma coisinha má :)))

      Tenho para mim que uma pessoa só se deixa "roubar" se do outro lado o amor não abunda. Cá coisas minhas. Nem é uma questão de distância, é outra coisa bem mais longe.

      Olhe, senhor que bem observa, gostei muito desta sua participação.

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  3. Mesmo atrasada porque tenho tido dias com imensa ocupação aqui vai a minha participação:

    Tinha 22 anos e fui a um casamento com o meu primo. Chegamos ao grupo de amigos e havia um "estranho" e ao qual fui apresentada. Fiquei a saber que nunca coincidiu estar no mesmo. Senti o clik de "amor à primeira vista". Só dei pelas horas às cinco e meia da manhã, uma noitada, no dança, esfrega, beija e foge. Dei o alerta ao meu primo calculei que os meus pais já tinham percorrido Luanda inteira à minha procura. Quando me despedi dele, pedi-lhe namoro (naquela época???, ui, ui) o que ele aceitou de imediato com uma cara que não sei descrever. Feio como o caraças, magro como um caniço etc, etc. Um ano depois estava casada, para desespero dos vários pretendes que tinha e que de mim só tiveram uma amizade sincera (alguns até hoje).

    Se repetiria? Não e não, mas lanço um aviso: Fatyly nunca por nunca digas NÃO:))))))

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    1. "no dança, esfrega, beija e foge" (ahahahahahahah)
      "Feio como o caraças, magro como um caniço" (ahahahahahahah)

      Ainda hoje ser uma mulher a tomar a iniciativa, pedir namoro ou pedir em casamento não é muito bem visto por alguns, imagino num tempo lá mais para trás.

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