domingo, 13 de dezembro de 2015

Imaginemos que a moda pega por cá, neste nosso Portugal (aviso desde já que este é um post profundamente decotado)

Não fosse ser domingo. Não fosse estar um mau tempo lá fora que não se aguenta e eu, jamais, em tempo algum, publicaria tal... iignomíííniaaa. Não me saí nada mal com esta da iignomíííniaaa com três pontos de exclamação. Estava para aqui naquela do chove e molha, chove e molha, e eis que me deparo com uma notícia muito catita no jornal Observador. 

Diz que:

Se quer ouvir as notícias e só as notícias, atentamente, favor clicar no link acima. Se não gosta dessas coisas capazes de nos atirar para a fogueira mais profunda do inferno, tenham elas noticias ou não, saia rapidamente, benza-se e reze três Avés-Marias, ou três Avé-Marias, ou três Ave-Marias... bom, se calhar é melhor rezar só uma e não se fala mais nisso (isto do plural e dos hífenes e dos acentos pode correr mal). Ah, e não seja espetador, seja espectador, é capaz de resultar melhor. Digo eu quase à beira de me calar. Já me calei.

Resta dizer que o tal canal de tv com esta estratégia subiu "da 91ª posição para o nono lugar". 

É a chamada "transparência informativa".


8 comentários :

  1. Sempre a mulher tratada como objecto sexual. Nem sei que diga. Fico pior que estragada com estas coisas. O natural seria melhorarem a programação. Não recorrerem a estas situações.
    Abraço e uma boa semana

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    1. O problema aqui é que a mulher consente ser tratada dessa forma. Como um mero objecto sexual, e a partir do momento em que acontece não se sabe muito bem o que dizer. Eu pelo menos não sei. Também acho que o dinheiro continua a falar mais alto. O facto de uma mulher se sujeitar a este tipo de situação pode muito bem estar ligada directamente a dinheiro. Mas, lá está, vai existir sempre gente que vai dizer que o corpo é da mulher e fará com ele o que bem entende. Recordo-me bem da polémica à volta da capa com Joana Amaral Dias e a confusão que deu.

      Boa semana para si também, Elvira.

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  2. Ei-nos perante um dos inconvenientes que existem nesse jornal electrónico de trazer por casa. Quando não têm mais nada para dizer, resolvem remexer os arquivos. Desta vez, a Albânia, pobrezinha que não fez mal a ninguém, foi a vítima escolhida pelos cérebros jornalísticos que nesta viagem descobrem a Zjarr Televizion. Para nos darem a fantástica notícia (notícia disse eu?) que a referida estação televisiva optou por despir, ainda que pouco, as suas apresentadoras e os respectivos atributos peitorais.
    Fico sem palavras! Não sei como se aguenta uma coisa assim.
    Muito tem a TVI a aprender com os albaneses.

    Boa semana, Maria. Um beijinho e até à próxima se não for antes ;)

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    1. Eu gosto do jornal Observador e, para além de o ter em casa (em modo digital) também o levo comigo quando estou na rua. Gosto de o ler, tal como leio o Público, o DN, o Jornal I, o Expresso. O JN, o Económico e por aí fora, só não leio o Correio da Manhã porque não gosto. Também leio jornais em "instrangeiro", isto tudo só para que veja o quanto leio e que sei juntar as letrinhas e ler. Posso não apreender nada mas, que leio, lá isso leio :))

      O Caro Observador não quis foi comentar o artigo à sua maneira. MuitA miúfa, foi o que foi. :DDD

      A semana já começou e começou comigo sobressaltada com um pesadelo que tive esta noite, vi um descarrilamento de comboios no meu sonho, parecia tão verdadeiro que me assustei. Um acidente daqueles grandes. Assustador.

      Beijinho para si também, caro Observador do se não for antes ;)

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    2. "O Caro Observador não quis foi comentar o artigo à sua maneira"

      Maria tem o dom de ler o pensamento à malta? ;)

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    3. Dom??? Eu??? Nunquinha, não uso dessas coisas :)

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  3. Não conheço a Albânia, mas será isto uma forma de distrair o pessoal de "coisas graves que se devem passar por lá"?

    Já agora e os homens? a mulher serve e presta-se a tudo e depois queixam-se, mas na volta é a oportunidade de trabalho, será?

    Enfim...nem sei o que dizer mais!!!!

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    1. A intenção era fazer subir as audiências (pelas audiências as tv's fazem tudo, até arrancar olhos) que andavam pelas ruas da amargura, pelos vistos conseguiram...

      Nem todas as mulheres se prestam a tudo, Fatyly, felizmente.

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