sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Se pudesse oferecer neste Natal algo a um país, a si próprio, à pessoa que menos gosta, o que seria?

A existir algum tipo de feedback, apenas gostava que as pessoas fossem honestas, nada de politicamente correcto. O país escolhido pode ser qualquer um, desde que devidamente explicado o porquê de escolher aquele e não outro qualquer. A escolha de um presente para a própria pessoa é para tentar fugir ao habitual "para mim não quero nada", que me soa por vezes a algo não muito sincero. E a provocação com a pessoa que menos gosta, é só para ver qual a resposta mais criativa. A mais criativa ganha o papel principal neste post. Ou seja, a escolhida será publicada com o devido link do blog do autor(a).

Os comentários só serão publicados na próxima segunda-feira/23.Novembro. A partir do momento em que são publicados, não entra mais nenhum, isto para evitar que as pessoas se deixem influenciar umas pelas outras. Comentários que não incluam as respostas às três perguntas, não publico.
***
A resposta vencedora para "a pessoa que menos gosta" vai para a Ana com esta resposta:
«À pessoa que menos gosto - um telemóvel com um chip incorporado que me avisasse sempre que ela estivesse a uma certa distância de mim (para conhecer o blog da Ana é clicar no link da resposta).



pequeno aparte com letra pequena:
Sim, é bem verdade, não gosto de coisas previsíveis, aborrecem-me, nem previsíveis, nem politicamente correctas, prefiro honestidade, sempre Quem vai lendo as coisitas com terminação em itas que por aqui escrevo, porque são apenas coisas que me vão na alma, não sou escritora, não tenho qualquer pretensão de o ser, pelo menos nisso o meu discernimento funciona lindamente, só gostava que algumas pessoas que escrevem livros e que não são lá muito boas a escrever essa coisa de livros, conseguissem perceber que existem coisas para as quais não somos dotados, mas não, insistem, e é o que se vê nesse universo dos livros. Metade é bom, metade não presta. Nos dias que correm é muito stressante uma pessoa deslocar-se a uma livraria para comprar um livro. Parece que hoje em dia todos são escritores. E não são. Chega a doer (uma dor fininha, mal maquilhada e incomodativa) o facto de nos apercebermos que não são, menos os próprios. Alguém que lhes diga, por favor! Uma pessoa não tem forças para desperdiçar com quem não quer ver o caminho da luz. Dizia eu que uma pessoa sai de lá muito deprimida, lá, da livraria, com livros a correr atrás de nós por todos os cantos da livraria a gritar: compra-me... compra-me... até ganhas um brinde se me comprares... Bons livros não precisam de se prostituir desta maneira. Brindes?! Pffffffff...

8 comentários :

  1. Bora nessa!
    1 - Ao nosso País, oferecia um kit com políticos competentes e sérios. Escolho Portugal por ser o meu país e para ele querer o melhor.
    2 - A mim, talvez oferecesse uma promessa. A de continuar a ser o que sou e como sou.
    3 - Não consigo indicar a pessoa que menos gosto. O mais e o menos são termos relativos e por isso, não consigo indicar o que pede. Apesar de tudo, vou imaginar uma pessoa entre as que menos gosto. Oferecia-lhe um manual de boas maneiras completo.

    Está feito.

    ResponderEliminar
  2. "BORALÁ" :):)

    Prendas de Natal com explicação sincera e verdadeira:

    “A UM PAÍS” – se possível um comprimido obrigatório para mudar rapidamente sentimentos de hipocrisia, falsidade, ambição e mentira desmedida, intolerância, indecência, corrupção, maledicência, raiva, ódio, vingança, negativismo, dependências, falta de respeito e responsabilidade e sobretudo uma dose dupla a quem se lamenta de barriga cheia e adora ser bajulado. Ponto!

    “A SI PRÓPRIO” – um carrinho, não um carrão com todas “as mariquices agora tão em voga”, porque o meu “calhordas” já deu o que tinha a dar e investir nele será um saco sem fundo. Para mim é um bem necessário e assim poder continuar a “missão” que o destino quis ofertar-me! Felizmente surgiu essa oportunidade e...Ponto!

    “À PESSOA QUE MENOS GOSTA” – Para mim não existe a equação do “menos” e quando assim é, sem críticas ou desejar mal algum, alguns/poucos fazem parte do meu “pacote do esquecimento”. Sim até familiares! Como tal não perco energias com o que não vale a pena e muito menos aplicar a velha máxima: “se não os consegues vencer ou mudar junta-te a eles”. A vida encarregar-se-à de lhes mostrar a razão de estarem sós! Portanto será NADA. Ponto!

    Um abraço a toda a gente de bem, harmoniosa e que sabem ser GENTE e julgo ter conseguido o teu objectivo Maria quanto a mais este desafio:)

    ResponderEliminar
  3. A um país - Portugal, melhores ordenados de modo a que os bons continuem a ter mil e uma razões para ficar cá e/ou mudança de mentalidade das pessoas que tendem a achar que todos os outros países são melhores do que o nosso quando na verdade é difícil encontrar a qualidade de vida que nós temos com ordenados semelhantes aos que temos.

    A mim mesma - um trabalho que pudesse dar sentido, gosto e independência à minha vida.

    À pessoa que menos gosto - um telemóvel com um chip incorporado que me avisasse sempre que se ela estivesse a uma certa distância de mim.

    ResponderEliminar
  4. A este país, uma boa dose de "saber distribuir a riqueza", a mim, uma viagem às Maldivas porque estudos revelam que daqui a 40 anos podem já ter afundado, à pessoa que menos gosto, oferecia-lhe uma catana com o meu nome gravado.

    ResponderEliminar
  5. Então? Então Boralá!

    Ora vamos lá às prendinhas, mas sem um minino de preocupação com o tal "politicamente correcto" :)

    Grécia, o eleito.
    Enviar-lhe-ia, junto com um grande ramalhete de flores, o montante necessário para pagamento da malfadada dívida externa. Porquê a escolha? Gosto de gente com coluna vertebral, gente que não se verga perante o infortúnio, gente que não sabe o que é andar de cócoras, gente que perante a adversidade se agiganta, se põe em bicos de pés. A cultura helenística também pesou na escolha? Claro que sim, como seria inevitável!

    Para mim a prioridade de sempre: um belíssimo relógio de pulso. Independentemente da marca, o critério de escolha está na beleza e elegância do dito.

    A última prendinha? Bem, essa não seria entregue e por uma simples razão: quando não gosto de alguém não só a ignoro como a esqueço, logo...

    É verdade, temos uma nova(?) praga. Os escritores nascem como cogumelos. E proliferam por aí, ufanos, qual pavão que não olha para o chão para não ver o óbvio.
    Há quem defenda a "teoria" que é preferível ler obras menores, de escribas de qualidade mais que duvidosa, a não ler nada. Não partilho da dita. Por vezes uma simples constipação consegue ser mais perniciosa do que uma pneumonia.

    Boa semana.

    ResponderEliminar
  6. Obrigada às cinco pessoas que participaram. Gostei bastante das respostas, mais de umas do que de outras, admito. Não respondo individualmente porque sendo um desafio a intenção é ouvir e não falar. Ouvir entre aspas e falar entre aspas.

    De qualquer forma vou fazer aqui um pequeno desvio para dizer à blogger "pink poison" que a parte da catana não me agradou. É demasiado negativa essa parte. Tenho para mim que esse tipo de coisas só arrasta o lado negativo da vida. Convém não o fazer. Digo eu. A não ser que ao escrever a coisa tivesse sentido de humor, a ter, não chegou até aqui.
    ...

    A resposta mais criativa relacionada com a pessoa que mesmo gosta vai ali para a Ana. Acho que foi uma boa resposta. Sendo assim o link do blog escolhido corresponde à respectiva resposta.

    Beijos para quem gostar de beijos e abraços para quem gostar de abraços :)

    ResponderEliminar
  7. A parte da catana é mesmo sem sentido de humor, porque ou se gosta a sério e se odeia a sério, ou não. E eu levo muito a sério o que sinto. :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Eu voto no gostar a sério. Odiar não é comigo. Volto costas e vou à minha vida. Agora, não gostar de alguém é perfeitamente normal e não incluí armas de qualquer espécie. Pense nisso, senhora pink de preferência sem poison. Ou a ter poison que seja em menor quantidade e bem misturado com outras cores.

      Eliminar