segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Vamos rir um bocado? Embora lá!

Este é um vídeo anti-bullying infantil que parece estar a conquistar as pessoas em todo o mundo. E porquê aquele título provocador? Bom, é simples, é que parece que as pessoas que o praticam se divertem muito. São gente que gosta muito de se divertir. Palminhas para estas pessoas. Mais... palminhas.



13 comentários :

  1. Gostei muito do vídeo, Maria. O amor e a amizade conquistam tudo, até os corações mais frios que só conseguem pensar em lutas e em inferiorizar os outros. Uma partilha brilhante!
    Beijinhos

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Carpe, de há uns tempos para cá que têm sido avistados demasiados corações frios. Gélidos. Não sei porquê mas tenho uma leve sensação que aquilo já não descongela. Não há amor ou amizade que lhes valha. Mantenho-me afastada. Lá dizia um filósofo "aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não se tornar também um monstro. Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo também olha para nós" (é mais ou menos assim).

      Beijinho.

      Eliminar
  2. Adorei esta partilha num trabalho excelente cuja mensagem passa mesmo para quem o vê. Num mundo cada vez mais animalesco, devemos parar, respirar e depois seguir em frente porque a amizade e o amor derrubam barreiras, tornando-nos mais fortes.

    Beijos e um bom dia

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Fatyly, seria bom que os pais falassem sobre este assunto desde muito cedo com os mais novos. Pais e avós. O problema aqui é que por vezes são os próprios pais que o praticam. Com certeza que entre adultos as defesas serão outras, a tal vulnerabilidade deixa de existir, ou diminui (penso eu), mas de qualquer maneira algo me diz que é capaz de ter influência na educação que se passa. Se um adulto "pratica" bullying, como é que esse mesmo adulto vai ensinar uma criança a não o praticar? E nunca mais saímos disto.

      Tenha também um bom dia.

      Eliminar
  3. Como já fui daquela idade , vi algumas injustiças, mas naquela altura não haviam nomes para os que roubavam a senha do almoço, o lanche etc. Sem falar do Carnaval, as raparigas aterrorizadas com os ovos que podiam aterrar na sua cabeça, acho uma monstruosidade e os responsáveis estão em casa e na escola com falta de supervisionar.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Carnaval não tem nada a ver com bullying. Penso que é preciso ter cuidado quando utilizamos o termo bullying.


      Eliminar
    2. Quando se persegue alguém o ano (lectivo) inteiro, no Carnaval, essa perseguição intensifica-se, foi o que quis dizer Maria.

      Eliminar
    3. Achei por bem não publicar o seu outro comentário por serem aspectos da sua vida privada, logo, demasiados íntimos. Não me parece correcto expor sem ser no espaço da própria pessoa. Isto se a pessoa achar por bem fazê-lo.

      Eliminar
    4. Obrigada pela consideração mas chego a ir a escolas contar o meu caso, nunca me calarei. Boa noite :)

      Eliminar
  4. O gelo derrete com o calor.
    Palmas para quem tem vontade/capacidade para aquecer.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Palmas para quem combate e não desiste de acabar com este tipo de gente. Eu, enquanto tiver forças e estiver ao meu alcance, tudo o que seja violência doméstica, maus tratos a animais, bullying, denuncio.

      Eliminar
  5. Delicioso, o vídeo. Grata pela partilha.

    Que a mensagem passe, que crianças, mas muito principalmente adultos, façam as suas próprias grinaldas e ajudem a reconstruir outras que fadas más destruíram.

    O bullying é intolerável sempre, seja em que circunstância for, mas anda por aí - sociedade em geral - uma certa confusão de conceitos.
    Uma criança pode ser mázinha por imaturidade, problemas educacionais, querer repetir o que vê fazer em casa, etc., etc.
    Mas, e um adulto, Maria? Cabe tudo na mesma "gaveta"? O adulto não fez já todo um caminho que lhe permite distinguir o bem do mal, o correcto e o seu contrário?
    Ui, calma, Maria, parece-me ouvi-la protestar!
    E protesta bem, sim senhora, só que no caso dos adultos muitos desses procedimentos que tanto os "enaltecem"(?), os ditos se devem a maldade, pura e simples.
    Só? Não, nada disso! Mediocridade, falta respeito até por si próprios, mesquinhez, e, e, e...?
    Pois é! Estamos perante "atributos" que justificam muita coisa, olá se justificam.
    Justificarão mesmo?
    O melhor é sair de fininho.
    Continuação de boa tarde.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. O problema é que não são fadas, GL. Ter em conta que não se tratam de histórias de encantar, histórias infantis onde os protagonistas são princesas e bruxas más. Ter em conta que isto é vida real, uma vida real que muito nos envergonha por termos que conviver com criaturas destas. Criaturas de todas as idades. Desde adolescentes até adultos que já são pais e que por sua vez cuidam de crianças e adolescentes. Assustador, sem dúvida. Para além de triste.

      Já acreditei mais nas pessoas do que acredito actualmente. Tenho medo de um dia deixar de acreditar de todo. Espero que esse dia ainda esteja bem longe, ou que não chegue sequer. Palpita-me que isto só se endireita de uma forma que tenho receio de verbalizar.

      Tenha uma boa noite.

      Eliminar