domingo, 10 de junho de 2018

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Polémica do momento: todo um drama, uma tragédia, porque os mais pequenos, alunos, não sabem apontar Portugal num mapa

Se nos formos concentrar nos adultos, diria que muitos nem sequer sabem a diferença entre UK e USA, alguns até acham que a Europa fica na Ásia. Portanto, talvez fosse melhor não criticar os mais pequenos mas talvez criticar o sistema de ensino, ou até iria mais longe, que tal começar a fazer provas de aferição aos pais dos mais pequenos? - é uma ideia...

(dou um exemplo, ontem à noite dei um salto à box, entretanto parei por breves minutos num programa que falava das noivas de Santo António, vai que um dos noivos, homem muito novo, escreve num género de cartaz para enunciar uma qualidade da noiva, isto: "altroista" - está tudo dito)

Entretanto é ver este vídeo.Vale a pena.
Ali ao minuto 6:50 a bebé de 2 anos aponta Portugal no mapa sem hesitar.


terça-feira, 5 de junho de 2018

Desafio: E se a Internet, as redes sociais, de repente desaparecessem? Como seria o mundo a partir daqui?

Lembrei-me deste desafio porque parece que as redes sociais passaram a ser o bode expiatório, a Internet o diabo, não de saias mas de giga-mega-quilo-bytes, sendo nessa base, na base de bode expiatório, pergunto-me se todas aquelas pessoas que detestam as redes sociais mas servem-se delas para vender, seja o que for que vendem, escrevia eu, como é que essas pessoas passariam a agir? Nada de Facebook. Nada de Instagram. Nada de jornais/revistas online.  Nada de skype. Nada de blogs. Nada de sites de encontros. Nada de compras online... Resumindo: nada. Zero. O impacto social seria na onda de devastador ou nem por isso? 


A existir comentários, que serão publicados todos de uma só vez, o melhor constará desta página com link directo ao blog do/a autor/a.

*

E o vencedor é:

O Francisco do blog "Pensadorías & Trollitadas" com este seu comentário.

«Se a Internet e, consequentemente, as redes sociais deixassem de existir a partir de hoje, o impacto social seria avassalador sem dúvida alguma. Inicialmente, acho que o mundo tomaria isso como uma piada, como se fosse totalmente impensável uma ideia tão absurda produzir efeito no mundo real, mas depois, quando tomassem consciência de que o problema era sério e estava verdadeiramente materializado, acho que, no mínimo dos mínimos, e mesmo perante o mais optimista dos cenários, as consequências seriam...verdadeiramente dramáticas. Para a maior parte do mundo civilizado, e à semelhança do que acontece com qualquer tipo de droga, a Internet criou uma dependência social muito difícil de anular. Para eliminar os seus defeitos seria preciso fazer um "desmame" colectivo, porque sem ele o impacto da "privação" ia ser demasiado forte e isso criaria sintomas de abstinência tão nefastos que facilmente resultariam em múltiplos ataques de pânico e depressão social colectiva. Andy Warhol afirmou certo dia que, no futuro, todos teriam direito a ter 15 minutos de fama, e foi precisamente na base desse sentimento, de que qualquer pessoa podia tornar-se uma "celebridade", que projectaram as redes sociais para o patamar que ocupam hoje. Facebook, Twitter, Instagram...todos eles oferecem a possibilidade de ser vedeta, seja do mais insignificante anónimo ao mais comum dos mortais, com uma projecção totalmente garantida para todo o mundo. É o sonho tornado realidade, e quem é que poderia atrever-se a retirar ao ser humano a sua liberdade de "sonhar" sem esperar receber dele, como consequência disso, a mais condenável e agressiva das respostas? Retirar-lhe a possibilidade de ser alguém para o mundo, é como retirar-lhe o seu direito de existir.

Muito francamente não sei como seria o mundo sem todas estas "mordomias digitais". Atrevo-me a dizer que poderia voltar a ser exactamente igual ao tempo em que nada disso existia e, pelos vistos, todos conseguimos sobreviver. O problema é que depois de conhecer o bom, já ninguém se contenta com o fraco. Certamente que seria muito doloroso para mim deixar de continuar a escrever todas as parvoeiras que gosto de publicar no meu blogue, mas passando a fase da negação, da resistência, da irritação, e do protesto, acho que acabaríamos por aceitar o nosso destino, as novas circunstâncias trazidas pela nova forma que o mundo assumiu. Temos que saber adaptar-nos às transformações da vida e, felizmente, a resiliência humana é imensurável.»

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Sapatos vegan, porque ser amigo do ambiente é que está a dar - falemos do custo dos sapatos e atenção que é a doer

Sempre defendi, e continuo a defender, que comprar sapatos de qualidade é um bom investimento. Investimento tendo em conta que o pé, ou mesmo os dois - isto para quem costuma usar efectivamente dois pés - estando bem calçados pode evitar problemas futuros. Sabendo que os pés sustentam todo o peso do corpo, diria que uma pessoa até pode vestir uma t-shirt de dois euros e meio e umas calças de cinco euros, mas os sapatos, conseguindo uma pessoa comprar algo melhor, não podem custar dez euros. 

Ponto. 

A intenção aqui não é escrever que existem pessoas que nem uns sapatos de um euro podem comprar, quanto mais uns de dez ou de cem euros, sabemos todos disso, só que o raio do mundo teima em pular e avançar e ainda que muitos quisessem mudar o estado de algumas coisas ou pessoas, não conseguem, aquilo de ser impotente em determinadas vertentes da vida chuta uma pessoa para canto.

Mais um ponto. Desta vez com exclamação.

Fui ler umas coisas sobre os tais sapatos que dizem ser vegan, não fazia a menor ideia que existisse tal coisa, mas como aprender é bom e eu gosto, embora lá saber o que é isso. Pus os pezinhos, neste caso os dedos a caminho e descobri os ditos. Cá estão eles, os sapatos amigos do ambiente:



Escolhi estes dois modelos porque são os únicos que, de alguma forma, terão mais a ver comigo, no entanto é possível ver os restantes modelos neste artigo da revista Visão. Diria que têm todo o mérito por serem sapatos feitos em Portugal, só que, e lá vem a bela com o seu pequeno senão, nem toda a gente por muito que queira e goste disso de ajudar o ambiente, pode comprar sapatos que custam entre €290 e €390. Neste caso das sandálias das fotos, as pretas custam €300 e as nude €320. 

Convém terminar em modo de que este texto, como todos os outros que escrevo, são da minha inteira e exclusiva responsabilidade. 

Ponto final desta vez.