domingo, 17 de dezembro de 2017

Rádio Comercial 'bates forte cá dentro'



Malta saudável, é o que é.
Há uma parte da letra que diz qualquer coisa como 'com a equipa mais sensual',
eu cá que não sou de intrigas nem nada, na parte da sensualidade, coloco algumas reticências
em relação ao Nuno Markl (façam-se as reticências, portanto)... eheheh


(sugestão: ver em modo écran inteiro)

sábado, 16 de dezembro de 2017

(pronto pronto, senhor doutor professor sem ser querido Manuel Maria Carrilho, não se zangue com Maria)



Do 'profundo humanismo do Tribunal' 
(palavras do douto advogado de MMC)

Isto depois de se saber ontem que Manuel Maria Carrilho foi absolvido do crime de violência doméstica. Há muito pouco tempo teria sido condenado a quatro anos e meio de pena suspensa. Agora foi absolvido, e uma pessoa só lhe dá para pensar que alguma coisa de muito pouco saudável se passa nos nossos Tribunais. Se um crime de violência doméstica se passar dentro de quatro paredes, longe dos olhares de terceiros, aquilo é capaz de dar em coisa nenhuma. No entanto, se se passar em praça pública, se calhar dá em alguma coisa. Isto sou eu a tentar arranjar uma qualquer explicação para o prato de comida fria que está a ser servido em modo grátis.

Não admira que tantas mulheres continuem a ser humilhadas, insultadas, maltratadas, quer física, quer psicologicamente, por aqueles com quem resolveram partilhar a sua vida. Muitas perdem a própria vida. Com juízas assim, quem é que precisa de juízos assado. 

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Escrevo sobre o caso 'Raríssimas' muito à minha maneira

Também eu tenho acompanhado este caso 'Raríssimas' e, confesso, que me assustei um pouco quando fui dar a um jornal online e sua respectiva caixa de comentários. Dos inúmeros comentários, um deles chamou-me a atenção pela razão de ser um comentário na onda da barbárie, dizia o dito da pessoa em questão - a Presidente, Paula Brito e Costa - o seguinte: "Violar essa rameira e enforca-la no Terreiro do paço, juntamente com todos os maçons!". No mínimo assustador, isto. Embora se saiba que é fruto da diarreia verbal que muitas pessoas têm nas redes sociais, mais concretamente nas caixas de comentários de jornais online, não deixa de ser por isso, bárbaro.

Não retirando a enorme gravidade de toda esta situação e do desempenho nada ético, desonesto, desumano, corrupto, da sua Presidente, ou ex-Presidente, neste momento, pergunto à laia de quem não quer a coisa mas já querendo muito se alguém que apela à violência extrema, ao retrocesso, não se iguala de alguma forma àquilo que pretende condenar? A intenção aqui é apurar factos, investigar até à exaustão e aí, sim, ser o Tribunal a proferir a sentença. Fazer justiça pelas próprias mãos, ou mesmo que seja algo apenas dito da boca para fora, grita-nos que não estamos no caminho certo, tal como determinadas pessoas escolhidas para estar à frente de algumas instituições também não estão. 

Mais.

Não é entrar pelo lado da conta das gambas, do vestido de marca, do spa, ainda que seja muito fácil fazer piadas fáceis com essa parte, e escrevo isto porque se a malta for por aí, se as piadas se sobrepuserem ao lado sério da situação perde, ou vai perdendo, aos poucos e poucos a força. Essa é a parte que não se quer.

Ontem ouvi e vi atentamente a reportagem de Ana Leal ao secretário de Estado da Saúde, a parte em que entra na vida privada, em que pergunta se o secretário de Estado tinha algum tipo de relação pessoal com a Presidente da Raríssimas foi, no meu entender, uma parte irrelevante para todo este caso. Lá está, se se entrar por aqui as atenções também podem ser desviadas para um lado que não se quer, o que se quer é o essencial e não o acessório. Isto na minha opinião, obviamente.

De resto, acho muito bem que este tipo de jornalismo exista, só assim se vai destapando, ventilando, situações que exalam um cheiro nauseabundo.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Isso de construir a nossa felicidade em cima da infelicidade dos outros é coisa...

... para me deixar capaz de andar por aí aos pontapés ao mundo. Estou para aqui com vontade de escrever um post nada, rigorosamente nada, correcto. Post politicamente incorrecto, portanto. Ora vamos a isto.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Libertador

Salvador Sobral recebeu finalmente o seu transplante de coração - ouvi ontem nas notícias - fiquei ali quieta a absorver tudo atentamente, no final só me lembro de reter a parte em que, ao saber que iria receber o transplante ter desejado ao médico 'boa sorte'. Analisei aquela 'boa sorte' desejada ao médico muito à minha maneira.

Ora, o que eu gostaria de perguntar às pessoas desse lado é de que forma interpretam aquela parte. De forma emocional ou de forma racional? Esta, não é, de todo, uma pergunta inocente.

(lá estou eu com as minhas coisas complicadas...)

domingo, 3 de dezembro de 2017

Porque um blog também serve para estas coisas e eu gosto francamente destas coisas

As pessoas desse lado não nos conhecem pessoalmente, nunca falaram connosco pessoalmente e, talvez por isso se julgue que todos os que escrevem em blogs têm como intenção obter algo. Não corresponde à verdade. Há quem seja no blog aquilo que é na vida dita real, escreva apenas por escrever, sem filtros, usando de uma transparência que provavelmente lhe poderia ser prejudicial num mundo fora da Internet. Pois. O problema é que eu conheço a parte em que a vida nos pode ser dificultada se não se souber engraxar as pessoas certas. Sou e sempre fui um desastre nisto de engraxar pessoas, não o sei fazer, as coisas saem naturalmente, se gosto digo e se não gosto digo na mesma. Também eu já fui assediada no sentido de dizer coisas para beneficiar este ou aquele, ou pior ainda, para prejudicar este ou aquele, não o fiz, duvido que alguma vez o faça. Duvido não, tenho a certeza, um dia paga-se a factura, esse dia há muito que me bateu à porta. Sobrevivi. 

Posto isto vamos ao que é realmente importante. 

Texto da  Time Out e porque vale a pena divulgar: